SENDIM EM LINHA SENDIN
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Benga a ajudar La Cooperatiba.

2giga · 16 de julho de 2006

La Cooperatiba; para melhorar las condiciones de higiene, segurança i melhorie de l ambiente para bien de las scuolas, de ls bombeiros i de las habitaciones que quedan acerca; percisa de la colaboracion de todos. Socios i amios del bien star de las populaciones. Nós apoiamos todas las associaciones, juntas i câmara, nas sues einiciatibas.

Solo pedimos que cada un compre ua caixa de bino VQPRD

Retratos ambiada por Antonho Passareiro:
Ende teneis ls trofeus amponentes de ls binos de la nuossa dega.

811 besitas ne l sítio de anton


58 repuostas

francisco 17 de julho de 2006

Se só for preciso comprar essa caixa VPQRD então está facíl, mas deve ajudar. Eu só bebo vinho Rosé da Cooperativa de Sendim em casa, e dou algum a amigos, enquanto ele for assim não quero outro. Tenho recomendado o nosso vinho Rosé a pessoas que passam por Sendim. À algum tempo estava a almoçar e alguém conhecia um trabalhador da obra do Ginodesportivo de Sendim, que falava com outro(eu conheçe bem este outro) bebi um bom vinho de Murça - que o tal amigo(trabalhador) lhe tinha dado, e vou pedeir-lhe para me trazer algum, eu entrevi e disse-lhe que tal exprimentar o vinho de Sendim que está a 50 metros dessa obra. Também acho que aqui falta algo, como é que um indivíduo que não é dali, trabalha ali, bebe vinho e não exprimenta o vinho de Sendim - falta de comunicação.
Sou consumidor de tudo o que fale de vinho, especialmente da hora de baco que passa na RTPn aos domigos a noite aprende-se algo, e também de outros jornais e revistas. É bom que fassam algo em termos ambientais e higiene e segurança por isso também dá projecção a cooperativa, e a principal actividade de Sendim.

Ana Domingues 17 de julho de 2006

Olá Pedro e Sendineses,
sou da mesma opinião que Zé Mialito, falta publicidade do que é nosso.
Da minha parte fiquem descansados, porque vou comprar duas caixas, "l'miu homen, disque ie mui buno i q dá uma pedrada...."

Já agora, e ainda bem que se fala neste tema, pois como já tinha falado com o Pedro e com Carlos Ferreira, acho que deviamos dar a conhecer o que é nosso.
Estou a referir-me ao nosso vinho, ao nosso azeite, às nossas batatas, aos trabalhos dos nossos agricultores / empresários, etc, etc, etc.....
Para isso, acho que ajudava em muito, que no site de Sendim fosse criado um motor de busca de produtos / Serviços. Em que se pesquisava um determinado produto ou serviço e apresenta uma série de agricultores, cooperativas ou empresas que tivessem interessados em vender esses produtos/serviços.
Por exemplo: vamos supor que eu queria comprar azeite de sendim, entro no site de sendim, faço uma pesquisa por azeite, e aparece-me uma listagem de produtores de azeite (p.ex: cooperativa de azeite de Sendim), com os contactos e preços.
Quem fala no azeite fala no vinho ou de num lavrador, ou num carpinteiro, ou num trolha, etc....
Que vos parece?

Bamos ambora a ajudar esta tirra!

2giga outor 17 de julho de 2006

Parece-me ua eideia mui mui buna. Ya habimos falado nesso i bamos a trabalhar nesse assunto. Solo l tiempo curre atraz de nós, mas que benga. I cun esta calor nun se aguenta. Beijos praça baliente.

francisco 17 de julho de 2006

Bom Ana era para te responder por uma mensagem mas faço aqui para todos verem e pensarem sobre atua ideia. Mas que ideia mais brilhante tu tiveste agora. Vale a pena apoia-la aqui, de informática não entendo nada só sou utilizador, mas estou disponível para o pue for preciso. Força eu vou estra sempre em linha para isto... Zé Mialito

almendra 18 de julho de 2006

Quando se aproveitam ondas de solidariedade para dar ferroadas, não é de gente séria. Sendim precisa de gente que lute pela terra e não por pessoas, partidos ou grupos. Quando se critica é bom, só os anti-democratas não aceitam. É melhor pedir que roubar. E é bom que se dê a quem precisa e não a oportunistas. Por isso, acho que esta iniciativa de Pedro é uma onda de solidariedade e não uma forma de pedir. A Cooperativa tem dado mais que recebido. E entendo que isto é mais uma forma de soliradiedade e promoção que pedir. Como presidente da Cooperativa quero agradecer e espero que façam em relação à Cooperativa o que esta tem feito pelos outros.
É a festa a quem damos vinho e mais, sem nada em troca. É a Junta que recebeu o nosso vinho para a festa da vila e a quem aqui quero deixar o meu agradecimento, pois foi uma das melhores promoções que alguém fez do nosso vinho. Da maneira como o serviram, fez aumentar já avenda. São as associações a quem nós ajudamos em todos os eventos e sempre que nos pedem. Pedro, como um dos grandes obreiros deste site, que como muitos outros trabalham sem se promoverem, fez muito bem com esta campanha. Temos que pôr a Cooperativa em condições.

2giga outor 19 de julho de 2006

Ei. Nun precisais agradecer, hai cousas que tenan de ser feitas i subretodo aprubeitar bien las eideias de todos. Pus mirai you i Anita ya habiemos falado de la eideia deilha, mas inda, por menos you, habie antendido bien la queston i cumo habiemos de fazer. Pus agora sta clarissimo i ye ua eideia superbula, que solo beneficia las pessonas de sendin ne l que quejiren.

Cumo bamos a fazer?

Mui facele. Ua base de datos an q quin quejir puoda meter ls prudutos que querga para benda bia anternet. Para esso hai q se anregistrar cumo outlizador porque solo assie se puodan ajuntar to ls produtos que essa pessona querga poner a benda ne l mismo "saco".

Quales son ls produtos?

Todo l q querga bender. Azeite, bino, licor, patatas freijones, pan, etc. Buno, todo l q se puoda bender cun calidade i certificar, q tenga cundiçones de trasporte o aton bonda studar un antermediario de çtribuiçon.

Ya arreparestes que buno era aqui ne l porto fazer ua anquemenda de l pan de sendin: buno i freçquito i tener-lo manhana para merendar, cumo se stubisse a fazer ua anquemenda de ua cumputadora ou outra cousa por anternet?

L prencipio ye l mismo i quim lucraba eran ls sendineses q ganaban algue denheiro, publicitaban ls sous produtos pul mondo i l mondo lucraba cun salude, porque son produtos de primeirissima calidade.

De la mie parte l sistema ya sta a marchar. dependiendo de ls mius afazeres quedará pronto temprano i ajuntado a este tb ya sta a ser feito outro sistema para publicidades para anuncio desses i outros produtos.

Por ultimo se hai a quin agradecer i a Anita q tubo la eideia. Ye de l miu anho, somos praças. eheheh À praç baliente.

Abraços a todos

almendra 26 de julho de 2006

Las bendas stán a aumentar i las obras tamien, mas nun cuideis que quédan por pagar las ubas. Hai quien yá nun tenga nada a recebir porque comprou ls produtos na Cooperatiba. Ls que pénsan que todo bai acabar que se desangánhe, la bida ye dels que resísten i Sendim nunca deixou de resistir. Bamos einobar i criar nuobos ampregos, solo basta que ls amios de Sendim se manténgan ounidos. La einiciatiba de Pedro stá a dar resultado, solo ye pena que seian siempre ls mesmos a botar abaixo, mas la maiorie stá yá cun la Cooperatiba. Por cada un que fala mal na rue, 10 ban a dar-me ls parabienes. I hai alguns que quieren mesmo que botemos fuora ls que nada ajúdan i fálan mal.

francisco 26 de julho de 2006

Me alegro de ouvir falar a quem sabe. Eu tenho que ir aumentar essas vendas, mas só mais daqui a quinze dias, buscar VQPRD, e rosé e este "malegra". La pinga stá se me acabar tengo que abastecer.

almendra 27 de julho de 2006

Para Pedro e todos os leitores deste blog e em primeira mão, uma vez que se fez um apelo à compra de uma caixa de vinho, venho dizer-vos que já está à venda um vinho branco de colheita seleccionada.Foi fermentado a uma temperatura controlada de 10 graus e que deu este vinho de 13 graus de álcool,bastante frutado,incorpado e com um final de boca fresco e persistente. É para beber fresco. A temperatura ideal para o saborear é 10 graus. Um vinho ideal para este tempo e para quem aprecia um bom vinho branco.
Por esso aprobeitai para l die de fiesta.

2giga outor 28 de julho de 2006

Mas Sr. prossor, habie un bino que peç que l chamaban "adamado" que era mui mui doce i buno, nun era bien bino, mas aqueilho daba ua moca. Quando andube na adega nu de las campanhas Zefilo daba-mos a probar, mas ya nun me lembra bien l que era. Mas aqueilho era buno. Puode splicar melhor esso?

Abraços.

almendra 29 de julho de 2006

Esse era bino rosé adamado, que era bino que quedaba cun ua percentage de açucre sin se transformar en alcol, por esso era doce. Fazemos pouco mas inda l fazemos. Tanto dá para buber fresquito, cumo para l deixar zdobrar nel brano i queda cumo champanhe. Mas tenemos que einobar las tècnicas, agora solo ye ua spriência, mas bai a dar resultado. Ye l que you me farto de dezir, tenemos que tener ls sócios a ajudar. Nun se puode cuntinuar a dezir que ye todo eigual i que solo sabemos roubar. Se yá nun tenemos nada, que pouco mos deixóran, cumo se puode roubar i fazer obras?

francisco 29 de julho de 2006

Eu também bebi esse adamado numa altura que lá trabalhei, de uma vez chegei a casa algo turbo, era uma espécie de geropiga e de vinho espirituoso. No ramo do vinho como em outros terá que se inovar. Reparemos no ramo das aguas gaseficadas e os seus sabores. Em minha opinião, o sector dos vinhos deve preservar o que existe em termos tradicionais e em muitas coisas não vale a pena inventar muito, e ao mesmo tempo deve se investigar ver e ouvir o que se faz em outros locais, e dentro do possível experimentar novas formas de transformação que acrescentem valor ao produto.O investimento em comunicação é issencial, assim como a escolha de redes de distribuição. Têm-se falado da cooperativa, pena é que muitos não digam nada, e muito podiam contribuir para o melhoramento da imagem da cooperativa.

Passareiro 18 de agosto de 2006

Ola sendineses, essas garrafas de vinho sao de 1983 e outras de 1985 até parece vinho do porto, ai que bom !!

almendra 2 de setembre de 2006

A Cooperativa começa a receber uvas dia 21. Podem marcar a vindima.
As povoações ficam de acordo com os anos anteriores, as da zona de cima podem vindimar a partir do dia 27. Vai ser enviado um aviso para todas as localidades, mas já posso dar a informação pois foi decidido de acordo com a análise da maturação das uvas e depois de reunião da direcção.
Boa vindima e sejam responsáveis na apanha das uvas. O benefício será de todos.

Ana Maria F 11 de setembre de 2006

No País onde eu moro, a França, também há crise na viticultura... O consumo de vinho, em média por habitante, nunca parou, estou convencida, de diminuir durante estas três últimas décadas... como também em Portugal. Entre todas as razões, uma foi a necessidade de alertar as populações sobre todos os riscos que representa um consumo excessivo de álcool e de vinho também por conseguinte...E isso é compreensível!
Daí a ideia de propor bebidas feitas também com uvas mas com muito pouco álcool ou até nenhum, podendo até serem consumidas por crianças: sumos de uva ou então uma bebida que em certos aspectos pode lembrar a cidra (feita a partir de certas variedades de maçãs, em certas regiões da Europa como a Galiza, a Normandia ou a Bretanha, com 4 ou 6 graus de álcool e até menos, possivelmente de origem celta).... Trata-se dum sumo de uva refrigerado e depois gazeificado que atinge apenas 3 ou 4 graus. Os Franceses dão-lhe o nome já por si muito agradável, alegre e atraente de “Pétillant de Raisin”. Conheço até viticultores na zona de vinhos onde eu moro, a região dos vinhos de Gaillac, que produzem com sucesso esse tipo de bebida...
Miúdos e graúdos apreciam geralmente essas bebidas: a cidra e esta “nossa”, aqui do Sul, a base de uvas: os “Pétillants de Raisin”...
Como tradução da palavra “Pétillant” (do verbo: “pétiller”) o Domingos de Azevedo (autor dum dicionário bilingue) propõe as seguintes palavras: “Crepitante, vivo, brilhante, cintilante; espumante”...
É ume espécie de espumante, de facto, mas com muito pouco álcool contrariamente a outros que conhecemos, mesmo aí em Portugal, e sem nenhum gosto amargo...
Já alguma vez provou esse tipo de bebida, “Pétillant de raisin”, amigo internauta?
Espero ter em breve a apreciação do Professor José Almendra e da Professora Marília a quem deixei, há dias em Sendim, uma dessas garrafas de “Pétillant” para eles também provarem (fresco: 7 ou 8 graus de temperatura...!) e darem também a provar a crianças...
Na minha opinião, tudo o que é Sumol, Coca Cola e outros refrigerantes (que não passa de bebidas industriais com forte dosagem de açúcar em geral , de conservadores e outros corantes), de gosto estandardizado (sempre idêntico, sempre o mesmo...) é bem pouca coisa comparado a uma bebida muito mais original (ainda certamente pouco divulgada mas também pouco fabricada em Portugal...), natural (unicamente a base de sumo de uva) e que seria nossa afinal (que poderíamos produzir em Sendim, sem termos que a mandar vir, essa ou outras mais ou menos industriais, de não sabemos onde...)
Por que não experimentar e acreditar que Sendim precisa e tem também interesse em apostar em ideias e produtos novos adaptados às mentalidades, aos hábitos e aos gostos que evoluem também com o tempo?
Por que não acreditar em ideias novas, em gostos e em sonhos também porque senão... Morremos uma vez para todas sem saber o que é bom! Sim! Sem saber o que é bom!

xan 12 de setembre de 2006

A cooperativa já tem um syte na net?
Já procurei mas não encontrei.

almendra 13 de setembre de 2006

O SITE não vai demorar, não se pode gastar dinheiro sem pagar as uvas. As geiras custam a pagar.

Ana Domingues 14 de setembre de 2006

Olá D. Ana Maria,
infelizmente não a conheço pessoalmente, o que de facto gostaria, pois acho que tem ideias muito construtivas e benéficas para este site e para o povo de Sendim.

Gostei da sua ideia, do sumo de uva. E porque não adega de Sendim avançar com algo do género? Deixo aqui a pergunta ao Prof. Almendra e ao Meu Pai (Domingos Paulo), que tb faz parte da direcção da Adega.

Já agora aproveito para lhe deizar aqui um elogio dos grandes, este Homem tem sido incansável, e muito lutador pelo levantar da Adega, por vezes até sacrificando a familia para ir avante com os seus ideiais. Os meu parabéns Pai, pelo trabalho que tem desempenhado!

Anita

auch 14 de setembre de 2006

Ana Maria,"Dius nos dé buonos dies",acabei de ler o seu comentário,acerca
do"pétillant de raisin",conheço,e é de facto muito bom!
A sua ideia é pertinente!Acho que seria uma das boas opções para adega,pois apostar na inovação é hoje importante!
Prof.Almendra,diga lá de "sua justiça",o que acha?

Ana Maria F 14 de setembre de 2006

“Buonas Tardes” a Todas e a Todos,

Todos temos interesse em ser construtivos, em ter ideias e pensar como havemos-de as concretizar !
De certeza que para a Cooperativa poder lançar novos produtos (bem pensados e talvez também inovadores...) é necessário (Não tenhamos dúvidas!) prever e encontrar novos equipamentos assim como sistemas de fabricação e de condicionamento, redes de distribuição e saber também como financiar os novos projectos... Tudo isso não se faz num dia (como Roma e Pavia!) e são necessárias, para que o projecto seja um sucesso, pessoas motivadas e competentes.
Mas não tenhamos sempre medo! É preciso também experimentar, agir e acreditar!

Eu só lamento uma coisa: nunca ter assistido (por enquanto) a uma reunião sobre e na Adega. No entanto, cada vez mais me sinto na obrigação de pensar seriamente nestes assuntos... Meus pais aproximam-se dos 70 anos e vão, este ano ainda, fazer a vindima sem que eu ou minha irmã os possamos ir ajudar...!
Já não digo mais nada...! O resto ficará talvez para um próximo texto ou comentário (em que haverá muito que dizer!)
Até lá, já tenho no entanto a convicção de qualquer coisa: tenho que me informar, interessar e implicar muito mais que aquilo que tenho feito até agora. Eu e muita gente!
Merecerão os nossos pais, os nossos avós e os nossos antepassados que (por falta sobretudo de iniciativa e talvez também de imaginação) deixemos, sem mais nem menos, as vinhas (e a Adega por conseguinte também) ao abandono ?
Estou convencida que não!
Se não tenho nenhuma dificuldade (aparente?) para responder a esta pergunta, é talvez por eu me lembrar duma conversa com a minha mãe (Ludovina, Dlubina em Sendinês, filha de tiu Manuel Ganga ou Dao, para aqueles que o conheceram) que tive, há uns dias apenas, aí em Sendim... Lembrou-me (E só fez bem!) que já andava na barriga dela quando teve que ajudar a plantar uma vinha (que ainda nos pertence) numa terra que meu avô paterno (Manuel Paxareiro) lhes tinha dado a eles (meu pai e minha mãe: recém-casados), no Boubelo (Boubilho!), na parte de cima das Arribas... Não só ajudou a plantar como também chegou a fazer o caminho a pé, grávida de vários meses...!
Acho que as minhas raízes são finalmente tão antigas e tão profundas que ficarão certamente indestrutíveis para sempre!
Abandonar (arrancar, desprezar...) uma vinha que faz parte de nós próprios (que está como dentro da nossa pele... ) é como abandonar a si próprio...
É morrer certamente um pouco ou então mais depressa!
Mais um assunto epidérmico!

P.S. Todos os meus cumprimentos para vocês duas: D. Ana (Ana Domingues, Anita) e Conceição. O diálogo é sempre estimulante e já em si construtivo. Continuemos!

francisco 14 de setembre de 2006

Tengo bisto mui bunas antençones e seluçones de las ties qe las subscrivam arriba, e outros tenem traído tamim cousas bunas. Mas por vezes leba-me a pensar que seiam iá mui tardigas, mas la sperança e simpre la ultima a morrer tenos qe acreditar se qeremos vencir. Creio qe na semana passada stubo la Cumissária Auropeia D´agricultura na região demarcada del douro, e la ti essa mustrou-se mui preocupada cul bino, esto porque se ban a queimar ende site ou oito melhones de hectolitros de bino, creio qe en ouropa, mas num stari muito preocupada porque eilha ye D´Oulanda e elhes pouco bino tenem ou nenum. Este sector ye mui tradicional e pouco se modernizou, autras zonas del planeta passoren tamim a produzir bino, mudorran-se el habitos, el consumo deminui, e passou a ser substituido por outras bebidas, será esto qe liba a esta queima!! Salazar dezi qel bino daba de comer als milhones de pessonas qe teni Pertual na altura, num sei quantos eram. Outra cousa, num sei se reparestes qen Sendin e en noutros lugares qual era la casa qera feita qe num teni um apusento qe era la dega, e hoje nim se pensa nesso, nessa altura bota a poner binhas.
Quanto a la nussa cooperatiba e a la maiori de las demais, ya todos sabemos pula deficuldade qe passam, el qe me liba a pensar se num seri possibel alterar el modelo de organização, esto porqe tem viçios qe las acumpanham zde la su nacencia.
You acumpanho na trebisão, todo el qe fala de bino, e num tengo dubidas qe cum muito anbestimento e dedicação ye un sector qe ten feturo quando bien gerido, e dá melhones.
Quanto al sumo de que fala Aninhas Peixareira creio qe ye una buna eideia, mas teni qe haber una mudança de infrastruras na dega, ou seia anbestimento, mas num ye de la deixar perder, e spementar se possible. Penso qe parte de las nussas ubas num daram para esso, porque quando las apanhamos ya stam passadas e num são afrutadas, dan solo para bino.
Como arriba falei de la comissão auropeia (CE), por vezes passeio pol termo you solo - dio para mi - mira el qe fizo la CE, un adil mais outro adil e no fim todo são adiles. Se elhes pagan para num trabalhar bamos a ber el qe sera quando la teta se secar - eu penso qe seran mais adiles. Fala-se por ende qe ban a pagar para arrancar las binhas e bamos a somar mais adiles. You tengo algo qe me diç qe ainda las bulbemos a poner binhas, se calhar até para fazer el sumo de qe fala Aninhas, qin sabe, e bino reconhecido anibel mundial so tenos qe acreditar. Furça ay qe acreditar....

2giga outor 15 de setembre de 2006

Bunas i santas.

Segundo oubie dezir, la cooperatiba sta a trabalhar a 100%. L problema aqui nun ye de la cooperatiba. L problema ye la mentalidade de algues pessonas de sendin, an que me custe muito admitir esto, cuido que la maiorie stará de acordo cunmigo. La maiorie de la giente cumo dezeis ya nun quir trabalho, sta farta de trabucar i cumo ls ansentibos a que nun se trabalhe son cada beç mais, la giente so sta a spera que caiga l denheirico que l restro ye deichar-lo perder.

Outra cousa ye que l bino cada beç se cunsume menos i caminamos para que se cunsuma inda menos, mas assie i todo, las cousas tenan ls sous altos i baichos. Hai que tener simpre esso presiente. Agora hai que apurbeitar até que deia, an que se puda cumo diç Aninhas pensar an alternatibas. Tenemos que nos adaptar a la eibuluçon de las cousas.

Agora l problema ye que la giente quir l denheiro mas fazer por las binas i ya ye outro assunto. Aspero que un die las pessonas ampeçen a pensar ne l feturo i a pensar uns ne ls outros, porque todos dependemos uns de ls otros para bebir.

Sendin ye para mie cumo ua cumunidade pequeinha que ten todas las caractelisticas pa que se faga bunos projetos i seia un eisemplo a seguir por outras tierras. Para esso hai que demudar muita cousa. La purmeira ye la mentalidade. Arreparai ne l que se passa por todo l mundo. La maiorie de las terricas pequeinhas: scuolas, maternidades i serbicios de purmeira necessidade stan a fechar i l guberno que diç que faz l que l pobo quer (que nun ye berdade, faz eisatamiente l cuntrario: Faz "pensar" l pobo que l que l guberno sta a fazer ye l melhor para l pobo), un die se nun mos spurcatamos tocá-mos a nós. Nun stá longe l die, por esso tenemos de mos ounir ainda mais. Somos sendineses i tenemos que amostrar que somos malarezes.

Abraços

Ana Maria F 15 de setembre de 2006

Zé (Zé Mialito),

Li com muita atenção e com bastante gosto também tudo o que te passou pela cabeça hoje (ou melhor: ontem!) como a mim também me aconteceu...
No entanto, queria voltar sobre dois aspectos de que falaste:
1) Pensas, Zé, “ qe parte de las nussas ubas num daram para esso (o sumo de uva de que falei, no meu texto do dia 11), porque quando las apanhamos ya stam passadas e num são afrutadas, dan solo para bino...”. A tua opinião merece ser verificada e quem sabe talvez confirmada... Mas eu, a priori, não estou convencida e até tenho esperança que o teu receio não tenha razão de ser: a variedade de castas e de uvas por conseguinte, aí em Sendim, parece, pelo contrário, ser bastante grande, baseando-me também numa lista das castas existentes que eu um dia me lembro de ter visto...
2) Outra coisa com a qual estou, pelo contrário, em total desacordo:
Se por acaso Salazar (O que não me admira!) chegou a dizer “qel bino daba de comer als milhones de pessonas qe teni Pertual na altura...”, podes crer, Zé, que tudo isso era pura e simplesmente propaganda: mais uma!
Vejamos um pouco: Desde quando é que o vinho (bino) dá de comer? Serve antes de tudo para beber ; mas para quem? Em certas quantidades e não é para todos! Será que o triste ditador que Portugal teve que suportar durante mais de 30 anos não queria também fazer (indirectamente...) a apologia do álcool para que a grande maioria dos Portugueses analfabetos e famintos na altura continuassem toda a vida escravos e prisioneiros dum sistema onde dominavam o paternalismo e o obscurantismo?
De qualquer forma, sabemos perfeitamente “qel bino” não deu de comer “als milhones de pessonas qe teni Pertual na altura...”, como tentou fazer crer esse ditador. A prova é que quando rebentou o 25 de Abril, Portugal, que no passado chegou a ser um dos países mais ricos do mundo, era nada mais nada menos que o País mais pobre e atrasado da Europa Ocidental! Salazar (Estou convencida disso!) deixou Portugal de rastos e com uma taxa de alcoolismo dramaticamente assustadora: uma das mais elevadas da Europa e do mundo até talvez!
Eu ainda poderia contar-te casos e cenas duma tristeza sem fim que me contaram ou outras também às quais eu infelizmente assisti, até na minha própria família e também obviamente em Sendim: cenas e casos dramáticos de pessoas e famílias inteiras destruídas e também arruinadas por vezes só por causa do álcool! Contar-te-ia por exemplo o caso da mãe da minha sogra que provavelmente nos anos 40, aí em Sendim, com duas crianças pequenas e duas outras gémeas quase acabadas de nascer, se embebedou (porque tinha fome...! porque lhe doía a vida...!) e morreu porque o marido bateu nela com uma brutalidade que hoje evidentemente não poderia ser senão punida!
A mim, ninguém me tira da cabeça, Zé, que Salazar teve evidentemente uma enorme responsabilidade com todas as desgraças pelas quais passaram muitas famílias aí em Portugal. E não precisamos de ir mais longe: nunca os nossos pais, Zé, teriam emigrado como emigraram se Portugal tivesse sido uma Democracia! Mas emigraram porque durante quase 50 anos (meio-século!) houve sempre alguém que os impediu (a eles e a muitos outros) de pensar por eles próprios, abertamente, livremente, positivamente...
E claro! O vinho ajudava a atingir esse objectivo: destruir a inteligência das pessoas para sempre as dominar!

Pensas, Zé, que estou errada na minha maneira de pensar e de ver as coisas? Eu penso muito humildemente mas com muita força de convicção também que não!
Isso não me impede de gostar do nosso vinho de Sendim; aquele que provei hoje (Ontem!) à noite, aqui em França (mas com muita moderação!), um Mirandum, era mesmo famoso! Fiquei admirada! Talvez ele me tivesse ajudado a encontrar estas ideias todas e inspirado para trocar alguns dedos de conversa...
“A la vôtre!” dizem os Franceses; e em Sendinês como se diz?

auch 15 de setembre de 2006

Ana Maria bem haja,:"A LA TUE,TAMIEN",o sr.Amadeu,que corrija!
"...PORQUE LHE DOIA A VIDA..."QUE PROFUNDIDADE de emoções!pois é, a muitos Sendineses lhes doeu e muito a vida,para poder dar aos filhos o que sempre ansiaram e nunca tiveram...

francisco 15 de setembre de 2006

Me gusta estó de falar aqui, e cum pessonas balientes e firmes nu pensamento, e ami esso gusta-me el qe se diç hoje confirma-se manhana para mim ademais de outros valores una pessona bale pula su palabra. Para uns pesam qe ye baidade para outros leban de maldade mas esso a mi num me anteressa por se screbir aqui. Só queri dezir dus causas a Aninhas: Quando falei de Salazar you antruduzi essa frase bos antrepreteste el resto todo e mui bin, como se diç agora no forúm del sagrado you dei l tópico e bós desanbolbistes bin. Salazar q fizo un slogan, se calhar agora precisabamos una pessona lider de opnião qe beni-se a Sendin e dezi-se "beban bino de la cooperatiba de Sendim qe durais cim anhos" esto un spner. Como dizem qel bino tinto desoxida las benas, el qe spasa ye qel tinto bale a drobar. Estou de acordo en todo sobre l qe dezistes de Salazar, you sou democrata, mas a estás democracias stan a caminar sin rigor sin respeito sin dignidade falta "liberdade, igualdade e fraternidade" e num quiro falar de política, esso aqi num anteressa.
Por fin la bussa edeia de fazer sumo de ubas, you penso qe tengo algu rezan nu la tenerei toda, mas algu debo tener, yá son trinta anhos nesso e algo qe sal de drento. Bebi muitas bezes mosto del pilão, arralaba el cangaço e surbilo el mosto cula mano, adepuis dezi-le a miu abó podimos fazer sumol. Una beç guardei una garafa de mosto a las scondidas para beber mais alantre e apertei la rolha cum arame quando la foi a abrir nim gota me queda na garrafa yá erra para fazer sumo, mas num stou qusto a dezir qe num da para fazer sumo e bós sabeis-ló, ye preciso muito mais qe mete-ló num garrafa.
Até qualquir die cumprimentos para Francia...

telmo 15 de setembre de 2006

TUDO POR CAUSA DE UM SIMPLES EMPARCELAMENTO

Inevitavelmente que as nossos vinhedos da forma que estão, por uma meia dúzia de circunstâncias que nos são adversas ou não, a todos os sendineses, estarão condenadas ao fracasso, senão à própria morte anunciada.

A PRIMEIRA razão, tem a ver com a distribuição das parcelas de terra, ou das propriedades, isto é, já muito que se devia ter feito um verdadeiro emparcelamento de terras, tal como se fez em vários países da Europa, dando como exemplo a vizinha Espanha.

A SEGUNDA razão é, tal como diz o Pedro, a falta de mentalidade das pessoas, dos agricultores, mas e pergunto eu, o que foi feito por eles durante estes anos todos?, tal como disse o Zé, pagar-lhe para arrancar vinha!!! (dar-lhe o peixe, ou dar-lhe a cana e ensiná-los a pescar?) quem se preocupou em mudar essas mentalidades? e levá-los a perceber a agricultura da nossa região de uma outra forma? Quem?

A TERCEIRA razão, está no problema da nossa própria cooperativa, que durante anos foi uma mais valia, ninguém desmente isso, mas de há alguns anos para cá, talvez década de 80, se deixou praticamente ao abandono, não se fez nenhum investimento de fundo, nenhum projecto com pés e cabeça, nenhum estudo de viabilidade, etc.

O que diziam sempre os sócios nas reuniões? (desde que paguem as uvas!!! o resto que se lixe). O problema foi precisamente esse, só se começaram aperceber desde o ano que se deixou de pagar uma campanha e meia, aí alto lá, algo vai mal. Azar, já era tarde demais, as dívidas começaram a ser tantas que nunca mais se conseguiu fazer nada. Há exemplos de adegas como a nossa que através de projectos, foram recentemente remodeladas e estão com uma produção enorme e de qualidade, por exemplo a de Vale Paços, que por acaso já visitei)

A QUARTA razão, e talvez a mais técnica, que eu não me queria meter por aí, será a das castas, etc. Sei perfeitamente que nós (sendineses) temos sempre a mania de dizer que, o que nós temos é melhor que o dos outros, mas é mentira, grande parte das nossas vinhas, umas são antigas tipo Fonte das Pias, que têm castas boas, mas as vinhas “adiós”, outras, as novas, é só castas de produção, mas qualidade nada, foi nos anos em que o que interessava para os sócios era meter quilos na adega, o grau era o menos, depois mudaram-se os tempos, mudaram-se as vontades, e o agricultor é que acaba sempre por se “lixar”.

A QUINTA razão terá a ver com a situação demográfica de Sendim, e das terras á sua volta, sim porque a Adega não é só de Sendim, como muitos pensam, se nos lembrar-mos de terras como Urros, Brunhozinho, Peredo, etc, aí sim havia vinhas em condições com castas magníficas, consultem as graduações de há 20 anos atrás e vão ver quem tinha boas uvas com boa graduação, mas infelizmente até isso se perdeu, vendem-nas aos Espanhóis, mais um azar…
Mas, a razão da situação demográfica, tem a ver com o que diz a Dona Ana Maria, gente que emigrou outra que migrou, ficando Sendim tal como todo o interior do país, desertificado, com uma populaça envelhecida, etc.

A SEXTA e última razão, poderá englobar todas as anteriores, e em tom de resumo delas mesmas, ou seja.
Com emparcelamento feito, mecanizando os terrenos a sério, rejuvenescendo as mentalidades dos agricultores, com uma cooperativa agrícola que faça jus ao seu próprio nome, com vinhas verdadeiramente mecanizadas, apostando na qualidade e não na quantidade, e com gente a regressar a estas abandonadas terras, poderíamos ter um futuro mais risonho, haja vontade dos nossos governantes quer nacionais quer europeus, e tudo será mais fácil.

Sem isto não adiantará muito falar, mas é sempre bom dar opiniões e mexer com algumas mentalidades, mas pelo amor de Deus trazer Salazar à baila, passados 32 anos do 25 de Abril, reparem que até a Democracia, alguém disse um dia que era o menos mau dos sistemas políticos.
E só para morigerar a Dona Ana Maria, porque ela parece saber muito mas não sabe tudo, que Salazar dizia era: Não deixem de beber vinho, porque beber vinho em Portugal, dá de comer a mais de um milhão de portugueses. E era verdade, toda a gente sabe disso, é lógico que o vinho não se come, mas o Déspota referia-se a quem o trabalhava, que normalmente não era quem o bebia, e tudo o que directa ou indirectamente estava ligado à produção do puro néctar, agora vir dizer que o vinho era o culpado pela analfabetização, pelos maus tratos, etc, Então e hoje? É culpado de quê? Anda vinho agora tu é que tens a culpa. Até a nossa Amália tinha um fado que se intitulava “Oiça Lá ó Senhor Vinho”. E até o célebre filósofo e pensador Sócrates escreveu um dia “O vinho molha e tempera os espíritos e acalma as preocupações da mente...ele reaviva nossas alegrias e é o óleo para a chama da vida que se apaga. Se você bebe moderadamente em pequenos goles de cada vez, o vinho gotejará em seus pulmões como o mais doce orvalho da manhã...Assim, então, o vinho não viola a razão, mas sim nos convida gentilmente à uma agradável alegria."

E por aqui me fico.

telmo 15 de setembre de 2006

Yá agora, squeci-me de bos dezir que manhana pur la manhana bou-me pal Mulacho, apanhar meia dúzia de cargas pal pipote de miu sogro, quien quegir aparcer, por bolta de mei-die an bendo la fumareda, ye porque são horas de la merenda.

“- Á tiu Alfredo quereis áuga? – Áuga?!!! Yá la bebi ne l caldo!!”

francisco 15 de setembre de 2006

Só queria deixar aqui uma palavra de consideração e apreco a todos corpos directivos da Cooperativa, tanto para os actuais como para os anteriores porque estariam e estão sempre dispostos a fazer o seu melhor sacrificando a sua vida pessoal. E quanto a este tema da Cooperativa não vou dar mais nenhuma opinião porque uma coisa é certa, tudo o que acontecer de mal todos somos responsáveis, e tudo o que for feito para melhor é bem vindo agora é preciso de actos. É bem visível pelo leque de opiniões, que os erros estruturais do passado são determinantes dentro do panorama agrícola da região e do país com impacto na Cooperativa. A meu ver estes erros vão todos ser pagos e bem caros. Amanhã vou limpar as armas(tratores, arcas, reboques, preparar os caminhos ver se os vindimadores não se negam) Domingo começo o ataque e só paro Sabado que vem.. A RAPAZES E PUR ANTRENET NEM UM BENDIMADOR SE ME OFRECIU.... TENEIS UM GARFO A LA PUNTA DE BAIXO DE LAS CUSTILHAS YÁ BI...
ZÉ MIALITO

Passareiro 15 de setembre de 2006

ola ze mialito
gosto de ler os teus comentarios pelo menos falas verdade
pur os bendimadores ou bendimadoras se nao encontras agora para bendimar que fazer entao para scavicar ainda bai a ser pior
portanto a bendimar comesse uvas e voas merendas que a scavicar nao à nada e faz calos nas maoes e é como dis gueraldes
assim éu
boas bendimas e boa coraje que bem pressizais

almendra 15 de setembre de 2006

Todos os comentários são óptimos e tenho que me penetenciar, afinal os jovens querem fazer algo. I deias e sugestões bem como críticas já há. Todas me pareceram com a melhor das intenções. Vamos agora e daqui em dianta procurar soluções e começar a fazer.
Penso que tenho alguma experiência e vou tentar responder a todos os temas levantados. Espero que não me deixem a escrever sozinho.
Começo pela bebida que a Ana Maria apresentou e que já provei. É uma bebida agradável, mas penso que será muito difícil que entre nos hábitos das pessoas rápidamente, mas é uma ideia a explorar.
Mas primeiro devemos pensar nas vinhas e nas castas.

Ana Maria F 16 de setembre de 2006

« Oiça lá, ó Senhor Vinho !
Vai responder-me mas com franqueza:
Por que é que tira toda a firmeza
A quem encontra no seu caminho?
E por beber um copinho a mais,
Até pessoas pacatas,
Amigo Vinho, em desalinho,
Vossa mercê faz andar de gatas;
É mal procedimento
E há intenção naquilo que faz!
(...)”

“Eu já fui, responde o Vinho,
A folha solta a brincar ao vento,
Fui raio de sol ao firmamento
Que trouxe à uva doce carinho
Ainda guardo o calor do sol (...)
E só faço mal
A quem me julga ninguém
E faz pouco de mim;
Quem me trata como água,
É ofensa paga
Eu cá sou assim!
(...)”

“Vossa mercê tem razão:
É ingratidão
Falar mal do vinho
E a provar aquilo que digo
Vamos, Amigo,
Mais um copinho!”
(bis)

Analisando bem, Amigo Telmo, a Amália fez um pouco como Salazar (com uma voz e um ritmo mais sedutores no entanto!) : a apologia do vinho. Havia (e ainda há !) tantos interesses em jogo!
Acha supérfluo falar do déspota que morreu há mais de 32 anos ?!
Eu que nasci e vivi durante essa ditadura (Como muitos outros ainda!) sinto como uma obrigação testemunhar!
Por que razão haveríamos-de nos calar? Estamos em Democracia ou não estamos?
Quando encontrar um sistema de sociedade mais perfeito: avise-nos! Teremos muito gosto em conhecer o seu ideal de sociedade. Haverá Liberdade, Igualdade e Fraternidade? (Queremos saber tudo!)
Eu nunca me contentarei com um sistema que dá apenas de comer (e de beber...) a “um milhão de Portugueses”. E então os outros 9 milhões (sem contar todos os outros: os emigrantes...) ?
Mais uma coisa: não preciso que me “morigerem”! Dialogar não é “morigerar”!
Porte-se bem se quiser, Sr Telmo; mas eu, não vai ser hoje que adoptarei brandos costumes: brandos, dóceis...!
E por aqui me fico também, acrescentando no entanto que ninguém precisa e tem direito de “violar” a razão de quem quer que seja, nem sequer o vinho!
Haja respeito!

almendra 16 de setembre de 2006

Como prometi vou responder a mais uma grande participadora neste site e em especial em tudo o que diz respeito ao bem de Sendim.
Anita Piorna fiquei contente em ver que reconheces o trabalho do teu pai na Cooperativa. Não é fácil estar à frente de uma organização em Sendim, mas ainda bem que há quem se preocupe com o bem público e que não o faça para se promover pessoalmente ou tirar dividendos, que sem serem muitas vezes pecuniários, são tanto ou mais importantes e à custa de todos nós.
De facto tem sido incansável, mas também todos os elementos dos corpos directivos que têm formado uma verdadeira família.
Só queria que os sócios se preocupassem com as vinhas, tanto como nós pela Cooperativa.
Mas vamos fazer um debate que tem que ser sério para dar-mos a volta a esta situação.
No debate muita gente vai ficar admirada com muita coisa mas tem que ser discutida.
Não podemos estar sempre a por culpa aos outros e não assumir-mos a nossa.

Tiu de la Marra 17 de setembre de 2006

Um bem-haja, a todos os participantes nestas lides da ANTARNET, e claro a todos os “bendimadores e bandimadoras”. Como diz o Prof. Almendra, “Só queria que os sócios se preocupassem com as vinhas, tanto como nós pela Cooperativa”. É esse o grande problema que neste momento nos debatemos. Um exemplo prático, as minhas vinhas ficam todas para baixo, apenas uma fica para cima (fonte- aldeia), a minha vindima, só irá ser feita 28,29,30 e 31, e porque razão.. para e conforme dito “as uvas de cima, só a partir de dia 27. A outra grande razão é o não haver quem queira ir apanhar uvas, e como sabem eu trabalho a uns bons Km’s, o que não me permite, ir várias vezes a casa seguidas, como tal tenho de fazer a vindima toda na mesma altura. Mas sabemos que há muitas pessoas que não tem em atenção a esta questão, e simplesmente, metem tudo na mesma altura (uvas de cima e uvas de baixo), maturações diferentes “todo no mismo pipote”. O que dá asneira! Lembro-me de alturas que ia a “Scabicar” com meu pai para a “marrilha”, via-se montes de gente na mesma lida.. neste momento é deitar “remédio” e mais nada (eu incluído). O que antes havia muita gente para fazer, agora e cada vez menos há gente para trabalhar e fazer o “labor” as vinhas. Uma aposta que se poderia fazer, era a produção de vinho biológico (sem pesticidas), obviamente os produtores desse tipo de vinho, deveriam passar uma série de testes para verificação das condições para este tipo de produção. O que importa é diferenciação.. aí esta a verdadeira aposta. Já foram dadas boas ideias aqui, o que realmente irá fazer a diferença é inovar.

almendra 23 de setembre de 2006

Isto dos blogs e dos foruns tem que se lhe diga. Para poderem ter alguma utilidade é preciso que as pessoas queiram e estejam dispostas a debater os assuntos com vontade de cheguar a alguma conclusão que sirva para o progresso. Ser apenas um meio, para um intelectual que estuda para ser conhecido e quer tirar um mestrado ou um doutoramento com base neles, não me parece que seja útil para sendim. Mas quer os blogs quer o forum precisam de animadores também. Eu estive ausente uns dias e vejo que tudo parou? Será das vindimas? Será que não há interesse? Ou os pseudo-intelectuais acham mais útil o que lhes convém? E vós sendineses e sendinesas já vos cansastes? Vamos debater o futuro da nossa região onde a vinha tem o seu lugar e por arrasto a Cooperativa. Já pensastes que a Cooperativa pode ir além do vinho?

francisco 25 de setembre de 2006

Buno so três causas:

Acabei la bendima, com muito calor até quarta, e auga e mais auga zde quinta ate demingo, onte andei tola manha a bendimar debaixo d´auga, mas acabemos.

Outra causa para Fernando (Tiu de la Marra) era buno fazer el qe tu dizes(producon biologica, e qe buno era timpo en qe el camino de la marilha andaba cheno, e you e tu, andabamos a ber qual subi mais debrebe anriba de la oulibeira, ainda te lembras como te chamaba?), mas cumo sabes para esso tenim qe se pagar las ubas a pelo menos iá num dio mais 1 €, e para esso e preciso acresentar valor e muito al produto final, e yá l´acresentabamos se fussen predutos naturales, mas era ainda preciso algo mais. You pudobes dezir qe para quin ten muitas ubas brancas e tenga qe pagar el carreto e geiras a bendimadores num chega para pagar la bendima (mas podeis dezir ainda ai la pretecion antegrada !!!!), como en mi casa, em qe apanhemos site arcas solo de ubas brancas qe baleran a la base de 12 graus 1200 € mirai qe fortuna ... se num fazisemos nos quaije todo mirai el qe sobraba!

Al pressor Zé Almendra, ye de fato preciso falar de causas de fondo e debrebe. You acredito, e nim me passa pula cabeça q´esta direcon e las outra num tubisen feito el melhor e pudiran e sabin. Ambora you pense algo del systema cooperatibo qe num bou falar aqui, para num ferir la sensibilidade d´alguns e la dedicaçon d´outros, e oxalá you ate ste errado nesta maneira de pensar, mas stou spusto a todo para modeficar el qe seia preciso. E pressor Almendra la dedicacion a las binhas yá num ye nenhua, mirai como stan comidas pula milhana rasteira, sim arrar chenas de brabo, e pudobes dezir qe alguns sitios las ubas brancas yá qeden nas binhas, e ban se deixando perder e cda beç mais...

Un debate urgente de fondo cum pessonas capazes e qe pudan atrebenir en barias areas e locales, no fondo mexer-se, en qe muitos sein chamados a dezir algo e fazer algo, ye preciso cumo del pan pala boca... Aber se bamos alantre....

almendra 28 de setembre de 2006

Fiquei de responder e discutir todos os problemas e não vou desistir.
Hoje queria responder à Conceição Lopes, que vejo que é uma das sendinesas que pensa desinteressadamente em Sendim, bem hajas. Quanto ao sumo de uva é na verdade uma boa ideia e pode, como já antes disse, pensar-se nisso, mas vou fazer umas considerações que penso, devem levar as pessoas amigas de Sendim e não na sua promoção pessoal ou na defesa de fins menos claros, a pensar. Quanto a esta parte vou também falar mais tarde. Como prometi nada vai ficar sem resposta e muita gente vai ficar a saber o que tem sido a verdadeira história de Sendim. Não são cuontas de Tiu Joquin. Esse personagem existiu e eu conheci ainda. Diziam assim os sendineses quando alguém fazia, como hoje, papel de lacaio: < Sós cumo Joquin quando bai a la Trindade, se bai cun la mocidade de Sendin grita biba Sendin, se baia cun la mocidade de Picuote grita biba la mocidade de Picuote >. Mas depois deste aparte e quanto ao sumo, temos que pensar e ver se é rentável e pode ser possível entrar no mercado, mas antes temos que pensar no problema principal que é o problema das vinhas. Este é que é o grande desafio, fica a discução para breve. Antes gostava que pensassem no que vou dizer a seguir.
Porque razão se defende a Rovim se não tem feito mais do que, com a ajuda dos sócios da Cooperativa, explorar os agricultores. Se virem bem quanto gastaram para para levar lá as melhores uvas? E que fizeram pela promoção do vinho da nossa região? Que fizeram pela reconversão das vinhas? Como exemplo tinham uma vinha e abandonaram-na, era mais fàcil explorar os agricultores que eram obrigados pela necessidade a trabalhar. Pagaram mais?
Ao longo dos anos se fizermos as contas não foi diferente da Cooperativa. Mas a Cooperativa ficou uma campanha e meia sem pagar, mas quem se preocupou em saber como tudo se passou? E se a Cooperativa é dos sócios quem tem que investir? Só os que metem uvas? e os outros quem lhes pediu responsabilidades? É esta direcção que tem que assumir as responsabilidades dos erros dos outros e da passividade e oportunismo de alguns sócios que ao longo dos anos nos traíram? Os políticos alguma vez definiram uma política para esta região? Mas vão arranjando uns subsídios e uns taxos para terem testas de ferro a defender as suas posições e ao mesmo tempo denegrir as pessoas que podem mudar o rumo que eles traçam, rumo que já se viu leva a nossa região a ficar cada vez mais atrasada. E depois dizemos que o futuro está em risco, mas não está, porque o povo tem sempre dado a volta às situações, nem que seja com revoluções ou transformações políticas. E alguém pensou que os castelos de Bordeus estão a falir? E que todas ou a maior parte das cooperativas do Douro estão falidas? Mas a nossa ainda tem todas as condições para sair do buraco em que a meteram, basta que deixem trabalhar a quem o faz com amor a Sendim e não para ser condecorado ou ter poder para ser recebido pelos senhores de Lisboa e arredores. falamos tanto em tráfico de influências, mas queremos tapar os olhos a quem? E para terminar por hoje, que impostos pagam os que fazem concorrência à adega vendendo vinho que dizem caseiro, mas feito pela técnica da cooperativa. Ainda não destes de conta, que se todos fizerem vinho em casa acabam por não o vender depois? Eu tenho vinhas suficientes e qualidade para concorrer com muitos que nas revistas se dizem produtores de qualidade ( duvidosa ) e é fácil eu concorrer com eles, mas penso que temos que pensar em Sendim e nos que precisam de ganhar no dia a dia e olhem que não é fácil, muita gente já passa por dificuldades, não têm amigos na política e no Estado para ganharem muitas vezes sem se saber a fazer o quê. Como temos os tais testas de ferro, sei que vão aproveitar o que escrevi para tentarem denegrir mais uma vez covardemente e no anonimato, mas que se cuidem. Não há só apitos dourados e terroristas nos outros sítios.

auch 28 de setembre de 2006

Professor Almendra,aplaudo o seu comentário e concordo plenamente com o que disse!
Como já disse anteriormente,estou pronta e disposta a trabalhar e ajudar no que me for possível,e sendo desde novembro de 2004 sócia da adega cooperativa,quero que a mesma consiga singrar e saia do marasmo em que tem estado!
Sempre que me for possível irei ás reuniões de sócios!
A situação da cooperativa e de tudo o que a envolve não é fácil,assim como o mercado do vinho,assim sendo é urgente que se trabalhe em prol de "melhores dias" para a adega,sem pensar em interesses pessoais mas sim no interesse colectivo,pois a adega ribadouro,é COOPERATIVA,é DE TODOS OS SÓCIOS!
Professor Almendra,como presidente acredito em si!"manobre o leme"!um bom líder é preciso!
"BIBA SENDIN"

francisco 28 de setembre de 2006

Boas tardes a todos, espero que a Vindima corra bem para quem anda a ela. Professor Almendra acho que têm razão em grande parte daquilo que diz. Mas há aspectos em que tenho que fazer reparos e contrapor. Já alguns anos que levo uvas para Bemposta mais ou menos metade da produção, e posso explicar as razões que me motivam a levá-las: 1º lugar o contrato é com um dos maiores produtores mundiais(Sogrape), o que me dá alguma segurança, 2º Condições de pagamento de pagamento. De resto concordo que é uma exploração dos agricultores, quando se mormura que o mosto dessa adega é para fazer o Mateus Rosé, veja-se o custo reduzido matéria-prima que eles conseguém. Mas as duas adegas pagam sempre ao mesmo preço o Kg, poderemos dizer que uma aproveita boleia da outra, mercado de concorrência perfeita. Sou da opinião que devem co-habitar as duas adegas porque só uma faria o que quise-se. Fala O Profesor Almendra que devem ser responsabilizados todos os sócios, acho que sim, mas também aqueles que não levam as uvas para Bemposta é comentem erros igual. Pergunto não terão direitos os agricultores a fazer com a sua produção o que quiserem? Não dirá voçê temos que cumprir os estatutos. Mas houve elementos em direcções que arrancaram as vinhas todas, e dizam eles temos de levantar a adega, mas com as uvas das vinhas dele não! Ouve outros que eram da direcção, e eram concorrentes da adega na venda de rolhas(e outros produtos, sempre foram concorrentes na venda deste, e vários sócio pertenceram a várias direcções) para vasilha-me, engraçado compravam rolhas adega e depois vendiam mais barato nos seu estabelecimentos como? É com isto que levantamos adega!!! Da produção de vinho da adega, sou embaixador recomendo compro e digo que o Rosé de que gosto é de excelente qualidade, estes novos sou cincero ainda não provei, mas não vai faltar tempo. Quanto aos concorrentes da adega que fazem vinho, se são aqueles que estou a pensar, deve a direcção por um travão, se é o sócio comum que mete o resto da sua produção, deve a cooperativa cobrar o serviço, ou então não fazer analíses a ninguém, se acham que são concorrentes elevado peso, e por qui fico hoje...

almendra 29 de setembre de 2006

Não posso como é facilmente compreensível responder a tudo ao mesmo tempo, mas prometi e vou cumprir. Ainda há alguns que dizem e pensam que não, mas se não houver doença ou morte terão a devida explicação. É que chegou a hora de desmistificar muita coisa e desmontar muita mentira.
Hoje e seguindo a sequência das intervenções deveria escrever sobre o que disse a Ana Maria dia 14, mas como o Francisco fez aqui na sua última intervenção afirmações que considero graves, quero dizer-lhe que vai ter a resposta a tudo o que disse quando chegar a sua vez. Para já só um comentário ninguém se deve desculpar com o que fizeram os outros e todos os problemas que pos, devia ter alertado na devida altura e ter recorrido ao local próprio que eram os tribunais, não venha como muitos dizer que não funcionam. Só não funcionam porque as pessoas calam.
E também é crime a omissão.
Não pensem que tenho algum receio ou algo a esconder, as inventonas têm que ser esclarecidas e eu já disse que sou pelas ruturas. Não era, mas vejo que tem que ser e se não podem pagar os pais, têm que pagar os herdeiros, porque se herdam os créditos têm que herdar as dívidas.

almendra 3 de outubre de 2006

No último comentário fui talvez um pouco brusco, mas por vezes temos que deixar estravasar o que nos vai na alma e que fica muitas vezes a moer-nos por dentro. Por isso gostava que todos viessem aqui e escrevessem, sem medo, porque é importante debater os problemas. Há quem diga que isto é perder tempo, mas não é. Também há os que dizem que sou chato e que isto não leva a lado nenhum, têm é medo que as pessoas acordem e falem.
Mas como fiquei de ir respondendo a todos, hoje vou comentar o que disse a Aninhas Passareira dia 14. Na verdade bateu em teclas que são muito importantes. O valor sentimental das vinhas e eu acrescento da Cooperativa.
Não podemos olhar só para o lucro monetário, até porque o dinheiro serve apenas para comprar o que faz falta. Mas se tivermos o que faz falta, para que serve o dinheiro?
Abandonou-se a agricultura e os valores da nossa terra e eu pergunto: estamos mais ricos?
As sociedades tendem a uma nova ordem social e não podemos esquecer a nossa riqueza em valores culturais e ambientais. Não quero ser muito filosófico mas. e para que melhor se entenda o que quero dizer com esses velores, faço uma chamada de atenção a todos os que viveram as situações que vou enumerar e depois reflitam e escrevam.
Quanta gente se sacrificou para termos as vinhas, como dizia a Aninhas? Será que não valeu a pena? Poderemos abandonar tudo sem alternativas? Não devemos pensar na cadeia ambiental que seria alterada bruscamente com o abandono puro e simples. Não são só as uvas. E os animais que vivem delas. E os incêndios que elas evitam? E....
Abandonar talvez, mas com cabeça e criando alternativas, esse deve ser o caminho.
E será que já não se lembram que quase todos os nossos doutores, engenheiros, enfermeiros, economistas, trolhas, agricultores, professores, etc., deram muito do seu suor à Cooperativa? Não foi lá que trabalharam, se calhar pela primeira vez, ganhando um salário?
Vamos esquecer tudo isso e abandonar como um trapo o fruto do suor de tanta gente, só porque uma sociedade sem alma e pessoas menos escrupolosas querem que tudo desapareça?
Penso que não, devemos sim reconverter, arranjar alternativas, procurar novas ideias para o futuro.
Todos quantos de novos deram o seu suor para se fazer esta obra recebendo em troca os primeiros tostões para gastar, devem agora dar o seu saber para edificar uma nova.

almendra 5 de outubre de 2006

Agora vou fazer um comentário ao que disse o Francisco dia 14. E vou tentar também, esclarecer certos pontos que devem ser aclarados.
Sobre o que disse a Comissária Europeia, muita coisa já mudou, o Parlamento Europeu não concordou com a proposta e vão reformulá-la. Não será a Comissão a impor o arranque, mas os Estados é que vão controlar e gerir todo o processo de reconversão e arranque. Mas muito haverá ainda a dizer. Os arautos da desgraça que não deitem foguetes e que não chamem tontos aos outros, porque poderão enganar-se. Espero que não se desbarate dinheiro que é de todos, para pagar a quem não quer trabalhar.
Quanto ao problema de haver outros países a produzir, não nos deve preocupar, eles também têm custos e a qualidade nunca será como a nossa, pelo menos nestes próximos 10 anos. Temos é que não nos deixar ultrapassar.
Quanto às dificuldades das cooperativas tem sido um problema cultural. Nunca se explicou o que é uma cooperativa e por outro lado a gestão tem sido um verdadeiro desastre. Como pode ser dirigente quem não sabe o que é uma cooperativa?
Além disso fizeram-se montes de cooperativas para haver muitos presidentes e para cada terra ter o seu orgulho bairrista e doentio, sem se pensar na rentabilidade e na oportunidade de se criar uma cooperativa. Por outro lado os partidos em vez de apoiarem quiseram meter-se dentro e estragaram tudo. Destruiram pessoas e instituições pensando apenas neles e não no interesse das populações.
Se temos uma cooperativa para quê criar outra? Porque somos desconfiados.
E porque razão a cooperativa não se vira para outros sectores sem ser o vinho?
Dirão alguns, mas você está lá porque não faz?
E eu pergunto, porque razão os sócios deixaram chegar isto a este ponto?
E porque estão tâo zangados com quem não tem culpa e quer trabalhar?
Que interesses estarão em jogo?
Quem não quer que se faça?
Já pensastes, porque será que quem devia dizer alguma coisa, porque sabe e pode ajudar, está tão calado?
E os jovens de Sendim onde estão?
São tão sendineses e tão valentes e não dizem nada?
Penso que podemos e devemos pensar em fazer da cooperativa uma verdadeira cooperativa e não um depósito de vinho. As vinhas com o tempo acabarâo ou serão em menor número, mas entretanto existem e tem que se fazer algo, mas ao mesmo tempo devemos pensar já no futuro. Uma cooperativa em que o vinho terá uma importância relativa.
E porque não uma actuação também fora das paredes do edifício, fazendo trabalhos aos sócios e colaborando na reconversão e emparcelamento?
Mas isso iremos discuti-lo mais adiante.
Quanto ao problema que puseste dos adis é sem dúvida uma das questões mais pertinentes. Que queremos para a nossa agricultura?
Por isso eu falei no comentário anterior, em pensar em alternativas ao arranque das vinhas antes de se ir para essa solução.

almendra 7 de outubre de 2006

Vamos agora comentar o que escreveu Pedro no dia 14/09.
Sobre o problema das mentalidades é de facto um grande problema, mas quem somos nós para definir o que é a melhor? Não há dúvida que a sociedade condiciona as pessoas e esta é muitas vezes condicionada pelas políticas dos vários governos. Mas com a nossa entrada na UE surgiram muitas condicionantes que vieram criar muitos problemas e para a resolução dos quais não se faz participar a população e estes têm vindo a agravar a situação económica de todos. A política agrícola tem sido um desastre e os subsídios para não se trabalhar têm criado nas pessoas graves vícios que é difícil combater. Por outro lado a formação não tem passado de uma forma camuflada de subsidiar uns poucos e enriquecer outros poucos. Perante isto como pode a população em geral acreditar no trabalho e na produção?
Quanto ao problema do vinho não é só o consumo que tem vindo a diminuir que causa os graves problemas tem sido antes a má política da UE que permite que se produza vinho em regiões em que tem que se lhe adicionar açúcar de beterrava e mosto de outras regiões. Será que essa bebida se pode considerar vinho? E o vinho feito sem se saber como? Acabe-se com esses milhões e o verdadeiro vinho terá o devido valor. Queremos novas tecnologias e vinho de qualidade, mas como se pode concorrer contra esses produtos se são aceites pelo consumidor? O vinho na produção fica mais barato que a rolha, e que a garrafa e que o´rótulo, mas o consumidor paga tudo quem ganha com isso? Dizem que vem do estrangeiro mais barato, é uma mentira das maiores que se pode dizer. Só o transporte custa mais que as uvas, como podem vender mais barato? Lavagem de dinheiro? Vinho a martelo?
Quanto ao futuro das vinhas já não quero falar mais, cada um é livre e quem acha que não dão que as abandone ou arranque, mas que não espere que quem paga impostos e trabalha aceite que ainda lhe paguem. Tem a palavra a UE.
Quanto à união das pessoas já se sabe que é fundamental e é bom que nos vamos convencendo que o individualismo tem os dias contados. Não dizem que deviamos ser espanhóis e eu acrescento, para que ha-de haver fronteiras?

2giga outor 7 de outubre de 2006

Tem toda a razão no que diz Sr. Prof. Almendra. Eu, as vezes, fico desiludido com os sendineses, não são todos, mas nos últimos tempos em Sendim vive-se um clima de “bota abaixo”. Tudo está mal e se alguém faz algo de útil, dizem logo que: ou o fez com segunda intenção para receber algo em troca ou então se não o fez está a ser burro, porque o devia fazer. No fundo uma grande confusão de ideais que paira na cabeça de muita gente. É muito triste pensar assim, mas enfim cada um é que sabe. Eu sei e a minha filosofia de vida diz-me que não somos nada neste mundo uns sem os outros e é no dar que está o busílis da questão, nunca no receber, porque se pensarmos um pouco só é nosso aquilo que damos.

Tive a oportunidade de falar com uma pessoa que está temporariamente em Sendim e que não é de Sendim. O que essa pessoa me disse foi exactamente isto: “Quem é de fora apercebe-se melhor. Não entendo porque agem assim, porque são assim uns para os outros…”
Isto diz tudo.

Em relação à cooperativa já ouvi também muita coisa. Coisas que nem vale a pena falar e que resumidas não dizem nada de jeito. Fui visitar a cooperativa e vi com os próprios olhos como as coisas estão a funcionar. A cooperativa como já disse, esta de boa saúde, a mentalidade de muitos é que não. Por isso gostava de fazer uma sugestão ao presidente Almendra:

Publique-se em cartazes, panfletos ou no que for necessário, todo o historial financeiro da cooperativa. Para que não haja dúvidas nem desconfianças. Desde quanto ganha cada funcionário, quanto a cooperativa deve a cada sócio, quanto deve cada sócio à cooperativa, quem deve à cooperativa e que gastos e lucros tem a cooperativa com a produção de vinho.

A isto eu chamo por o dinheiro a descoberto e apresentar a todos os sócios aquilo a que eles têm direito a saber. Garanto-vos que acabavam de imediato as más-línguas sobre o: “a cooperativa não paga as uvas”. E muito mais que isso, saberiam a situação real da cooperativa.

Bem, por aqui fico, mas sem antes dizer que no que eu poder ajudar, não hesitarei.

Abraços

almendra 7 de outubre de 2006

A sugestão que fizeste é pertinente, só que todos os sócios receberam uma carta com essa informação no geral e a indicação de que podem ir à cooperativa saber tudo quando quiserem. Está tudo a descoberto. Só quem é desconfiado e por isso não deve ser sério, pode dizer que não sabe.
No último relatório de contas estava tudo e até foi dada informação comparando com anos anteriores.
Até podem saber o dia em que meteram as uvas e o balão onde estão.
Quando se prova o vinho no S. Martinho todos ficam a saber de que vinhas é o vinho que estão a beber.
Quanto ao que têm a receber só não sabe quem nâo quer.
É evidente que sem vender o vinho não se sabe a como vão sair as uvas, mas também ninguém deve nada. Se querem que vão lá buscar o vinho das suas uvas que nós sabemos quanto é, e qual é.
Quanto ao que recebem os empregados é tudo claro é só ir ver as folhas de vencimento. Estar a publicar isso é fazer de nós parvos.
Se não leem as cartas vão ler cartazes?
A esses que pensam mal dos outros só lhes desejo uma coisa : Que Bin Laden se lembre deles".

2giga outor 7 de outubre de 2006

Não é fazer pouco de ninguem. É sim revelar a toda a gente a verdade. Porque os sócios sabem e se não sabem é pq não querem, mas os não sócios não sabem. Compreendo que não tenham nada que ver com o assunto, mas são eles que muitas vezes levantam vozes sem ter razão e que levam outros a pensar aquilo que não querem pensar.

Sou sim da opinião que se devia publicar a descoberto em editais públicos toda essa informação. Não haveria mais lugar para dúvidas.

E pensando no “não pagam as uvas”. Mas que treta é esta? Mas não pagam o quê a quem?

Então a cooperativa que como aqui tanto se tem debatido sobre cooperativismo, é de todos, o que querem os sócios?
Meter uvas e levantar dinheiro? Bom, o problema afinal é o dinheiro… mas se é pelo dinheiro então o melhor e ir ao BES…
Porque a adega antes de pagar tem de fazer muitas coisas, entre elas: receber as uvas, pagar a funcionários, produzir o vinho engarrafando-o, rotulando-o, e arranjar quem o queira comprar. E o sócio o q tem de fazer? Ficar “à mama” à espera de dinheirinho. Que miséria.

A adega é que tem o trabalho todo…

Concordo sim que a cooperativa deveria junto dos sócios planear melhor cada campanha de vindimas. Organizar e gerir toda a campanha, para que se começasse em determinada parte do termo e acaba-se noutra. Não como está a ser e como sempre foi feito: cada um para si e quanto mais rápido melhor. A vindima não se faz, nem nunca se deviria fazer num dia.

Eu este ano só fui a arrumar as arcas... nem me deram tempo de vindimar. azar

francisco 9 de outubre de 2006

Os sendineses não serão melhores nem piores que os outros, no global serão iguais - há gente boa e má em todo o lado... Quem conhece meios pequenos, e até grandes sabe como é, o ser humano está sempre a "basculhar" a vida do próximo, istó para responser ao "bota abaixo" e "ao ser assim uns para os outros". O que interessa como diz alguém em Sendim é erguer, todo o trabalho é sujeito a observação em meu entender, não fazer nada é que é pior.
Também não concordo quando dizes que a cooperativa é que faz tudo, porque sem uvas e vinhas e sócios não havia cooperativa, se não fosse a cooperativa o que seria dos sócios...

Mas quando há dinheiro há tudo, é quando se tem tudo para que mais dinheiro como diz o o Professor Almendra, concordo com ele. Mas o pior é quando falta algo, então há que muficar as realidades presentes para obeter o essencial..

Pergunto ao Pedro quando estiveres quatro messes sem receber o teu salário, no primeiro dia do quinto mês vais trabalhar?

A Cooperativa sempre teve um prazo de pagamento de pelo menos há alguns anos de 10 meses, tudo bem... Mas pior é que o pagamento já não vai dando para cubrir os custos..

Na minha maneira de ver os problemas estão identificados, e algumas soluções para essses problemas também, agora resta trabalhar nem que seja só para obter o essencial para sobreviver...

Um abraço até qualquer dia...

2giga outor 9 de outubre de 2006

Tens toda a razão Zé. Se estivesse quatro meses sem receber não sei o que faria. Provavelmente ficaria preocupado logo ao primeiro mês e ao segundo tentaria desenrascar por outro lado. Mas também é verdade que se não fizesse o trabalho condignamente, não poderia estar à espera de um salário chorudo. Ás vezes é preciso fazer um esforço e compreender a situação e sobretudo nunca desanimar. Dou-te o exemplo da minha profissão: embora goste muito do que faço, deves e qualquer pessoa deve saber que é dos trabalhos que exige mais coragem e dedicação, no entanto é dos trabalhos que embora não seja mal pago o deveria ser muito melhor, por isso o pessoal não desiste nem abandona. Luta.
Por isso e como muito bem dizes, “resta trabalhar”. Então trabalhemos mais e falemos menos.

Abraços

Ana Maria F 9 de outubre de 2006

... Por isso também se pede que quando se fala, se fale bem, pensando duas vezes em vez duma apenas !

Passareiro 9 de outubre de 2006

desculpai do que éu bou comentar mas acho que o ze mialito para falar assim devia ter scavicado muito quando era novo é por isso que ve a realidade mas ha quem nao acredite
quando era muito pequeno ovia dizer haonde nao ha pao toda jente ralha e ninguem tem rasao
voa coraje a direçao e os impregados que la trabalhao

francisco 10 de outubre de 2006

Pus António Scabechei zde l´eidade site ou oito anhos num cababa era la irba del antrebalo, algum la cababa.. e arar ampeçei ende com treze ou qatorze, a podar teni treze anhos. Hoje bau quaje cum trinta e um anhos ainda podo, cabo, e aro, cum mula e trator e fago-lo cum gusto, mas tengo que fazer trezintos quilometros para esso e fago-lo porque até ye buno pala salude.. E por esso sei el que me custa e custa a muitos, e nesto num se pode falar todo porque quim num sabe el que le custa num antende, ou antende doutra maneira que tenos que respitar.... Mas pola parte que me toca las vinhas(algus) num morreram, falo mas tamim trabalho!

almendra 12 de outubre de 2006

Na continuação daquilo a que me comprometi e porque a partir do dia 14-09, a maioria das intervenções passaram a ser mais de teor pessoal e portanto sem necessidade de um comentário, já que a opinião de cada um deve ser respeitada, concluo comentando o que disseram o Telmo e o Zé Mealito.
E a partir deste momento e porque o diagnóstico está feito, apenas intervirei para responder a uma ou outra questão, ou para dar o testemunho da minha experiência pessoal.
Quanto ao que escreveu o Telmo penso que fez uma análise bastante positiva sobre a cooperativa e deixou algumas pistas, para podermos ajudar. Por isso aconselho a ler o que ele escreveu dia 15-09.
Apenas quero reforçar o problema do emparcelamento, é que a rentabilidade passa em grande parte por aí. Tem que se alterar a forma de pensar a propriedade e é aqui que pode entrar o cooperativismo. Este assunto do emparcelamento e do cooperativismo irei tratá-lo no tema sobre o assunto.
(continua)

almendra 12 de outubre de 2006

Quanto aos investimentos na cooperativa, na verdade pouco se tem feito e é necessário investir, mas de forma a que o investimento seja rentável e seja alo de sustentável para o futuro.
Referiste o que certas cooperativas investiram e deste o exemplo de Valpaços. Mas esse não pode servir como exemplo. De pouco serviu pois paga as uvas mais baratas que nós e está com mais campanhas de atraso tendo ainda uma dívida que é de assustar.

( continua amanhã )

almendra 13 de outubre de 2006

Quanto ao Zé Mealito e no que toca a falar em receber o valor das uvas logo, ou no mais curto espaço de tempo, continua a cair no que foi o grande erro da cooperativa e dos sócios. Ao querer actuar como um privado, condenou-se a coperativa ao fracasso. E os privados souberam manobrar bem a falta de formação cooperativista dos sócios e das direcções. Começaram por pagar o vinho adiantado, depois no fim da campanha, a seguir pelo Natal e agora fazem-se rogados para levar o vinho, porque sócios mal esclarecidos lhes levam as uvas para o que precisam, e quando têm o que lhes interessa não querem mais.
Como é que os sócios querem receber sem vender o vinho?
A cooperativa não são os sócios?
Donde querem que venha o dinheiro?
Ir ao banco?
Sempre ouvi dizer que os juros comem com uma pessoa à mesa.
Esse tem sido o maior problema da cooperativa.
O cooperativismo não é isso e a agricultura é uma actividade que tem as suas especifidades e por isso tem que saber viver como os outros sectores , seguindo a lei da concorrência e do mercado.
Mas como é um sector sensível é que deveria ser tratado de uma forma especial. Ora os governos não o têm feito nem o fazem, ou por não saberem ou por não quererem.
Temos que ser nós a faze-lo.

( continua )

almendra 13 de outubre de 2006

O cooperativismo era e é uma grande arma, mas temos que saber usá-la e não nos deixarmos levarno canto da sereia de quem nos quer fazer crer que somos proprietários e empresários, mas tudo faz para sermos o elo mais fraco da classe trabalhadora.
Já reparaste que os agricultores são a única classe que não consegue a unidade?
Parece que todos somos inimigos e concorrentes?
Não achas que é tempo de abrirmos os olhos?
O mundo é muito complexo e quando eu escrevo ou falo, logo dizem que sou tonto ou que não vão na minha conversa. Pois é, não querem que as pessoas pensem. è que quem as faz pensar é um inimigo.
Para mim era mais bonito e rentável ser professor, ensinar mirandês, ser intelectual e olha que era tão bom ou melhor que os melhores.
Mas escolhi a luta pela defesa da liberdade, da igualdade da fraternidade e acrescento do voluntarismo.
Sejamos voluntários para a " guerra " contra a pobreza, o obscurantismo e a doença.

amadeu 13 de outubre de 2006

Quedo sien antender l que quieres dezir, Zé Chico:
- cumo scolhiste «a luta pela defesa da liberdade... etc.);
- i quieres que las pesonas pénsen;
- i queires que haba beluntairos pa la guerra contra la pobreza, etc.

deixeste de scolher outras cousas cumo ser porsor, ansinar mirandés, ser antelectual, etc.

que, dizes,
son mais bonitas
i dan mais rendimiento

Nun antendi.
Un abraço,
Amadeu

almendra 14 de outubre de 2006

Quando escrevemos aqui e ao sabor da pena como se costuma dizer, há erros e falhas quer de sintaxe quer ortográficas. Na verdade onde disse ser professor faltou o "só" e antes de a luta o "também".
E de facto deixava de haver dúvidas.
Mas para melhor se compreender acrescento que ser-se só professor, ensinar mirandês, ser intelectual, não se correm tantos riscos como sendo também interveniente em outras actividades como por exemplo, ser-se presidente duma cooperativa ou mesmo presidente de uma junta de freguesia.
Mas se quem assume os riscos por vontade própria, deve saber aguentar esses mesmos riscos, também deve poder exigir dos outros, pelo menos respeito.
Eu disse "para mim era mais bonito e rentável" e não, são mais bonitas e dão mais rendimento, o que é muito, mas muito diferente. E tu que me conheces sabes que não é esse o meu entendimento.

Um abraço
Zé Chico

amadeu 16 de outubre de 2006

Buonas nuites Zé Chico,

Esso de correr riscos ten muito que se le diga...
Sabes l causo daqueilha jornalista de la Rússia? Que you saba nien era persidente de copratiba nien persidente de junta. Esso nun la lhibrou de lhebar quatro balas na cabeça.
L que ye que eilha fazie? Cuido que, arriba de todo, screbie... palabras...
Ls «riscos» ándan por adonde menos se pensa, até fui la purmeira cousa que you daprendi a fazer quando antrei pa la scuola.

Un abraço,
Amadeu

almendra 20 de outubre de 2006

Tenes rezon, apuis de las mensages de l´outro die quedei-me a pensar, i pensei alto.
Sabes el que me dezie la mie mulher?
Agora pensas? Tu julgas que só tu é que corres riscos, pois não me queria ver no lugar dele...
Penso que entendiste bien.
Mas you l que querie era que todos aparcíssen.
Sculpa, i se tengo erros diç para buolber a la scuola.

Un abraço
Zé Chico

Ação concluída.
Antrar

Para screbires ne l sítio, diç-mos quien sós. Ye ua beç — depuis quedas antrado.

ó