SENDIM EM LINHA SENDIN
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OBRAS PRECISAM-SE EM SENDIM E NA REGIÃO!

francisco · 19 de junho de 2006

Muito se têm aqui falado, é preciso fazer isto, é preciso recuperar aquilo, é preciso mostrar aquilo, e é preciso muito mais.

Mas se tudo isso é preciso e ainda muito mais? Eu deixo aqui algumas obras que em meu entender e outras haverá que nem dou por elas, que são precisas como do pão para a boca!

Vou enumerar algumas:

1º Avenida do Ciclo;

2º Avenida Valentim Guerra até ao cemitério e a rua da Eremita (os paralelos estão ás ondas há vários anos, estas duas obras, é só aproveitar o embalamento do arranjo da envolvente ao Lar da Terceira Idade e à construção do parque de estacionamento);

3º Alargamento do Cemitério;

4º O cruzamento da Avenida de S. Sebastião e Rua do Canzelo, Rua Nova e Caminho das Vinhas (A casa de Shr. Alfredo Trigo - "Tiu Manum"). A junta pode compra-la e deita-la abaixo, e ainda ganha dinheiro com parte do terreno que sobra, e da vizibilidade( pode vender ao vizinho a médio e longo prazo a parte do terreno da casa pois não é necessário todo, está ideia não é minha, ouvi e não deixa de ser boa);

5º Zona envolvente da Piscina;

6º A Rua 1º de Maio, junto ao poço onde está o espelho, o palheiro de Shr. Alfredo Ramos (sogro de Shr. Manuel Inácio) ainda vai provocar alguma desgraça, solução entrar em acordo com os proprietários, e demolir o palheiro;

7º Várias Ruas (Bairro Alto, Escalabadas, fundo do Baíunco, Rua do Rei e Lingueiras etc..etc...).

Se queremos apresentarmos a quem vêm de fora, temos que ter o mínimo de condições, para que quem vêm fique bem impressionado, volte e recomende! Isto não quer dizer que não causamos boa impressão, mas é para que fiquem com ela ainda melhor.

1048 besitas ne l sítio de anton


41 repuostas

Tiu de la Marra 19 de junho de 2006

Caro Zé, concordo plenamente com tudo o que dizes, e ainda mais, acho que são obras que deveriam ser realizadas a curto prazo. Como dizes vamos fazer coisas que não se vêm mas que são deveras importantes.
Tenho mais uma Obra que deveria ser feita (fala-se nela há vários anos) Ligação da rua da leitaria a estrada nacional (junto da Presa). Evidentemente que esta seria uma nova entrada para Sendim, e mais uma zona de crescimento para Sendim. Esta ligação seria uma avenida a pensar no FUturo com todas as Infraestruturas(Água, Luz, Gás, Esgostos... etc).
Um bem Haja para todos os pensadores de Sendim que não Têm MEDO de expor as suas Ideias.

francisco outor 20 de junho de 2006

Bem visto Fernando, já vários anos que falam nisso(e ainda falaremos mais anos!!!). Já agora a ligação das Cortinhas ao Baíunco (faltam 300m de Rua) a ligação da Calçada a Caminho das Vinhas, seriam pequenas obras que valorizariam a nossa Vila. Será necessário negociar com proprietários, dar-lhe Ruas Urbanizadas e em troca pedir-lhe terreno para essas ruas, e explicar-lhe que os terrenos valorizam(educar). Mas noto que para isto tudo há pouca coragem, ou mesmo nenhuma(mesmo de quem anda no Blog, e fora dele ou vê todos os dias), há pessoas que "compactuam com silêncios comprometidos", como se costuma dizer "quem deve teme". José manuel Carção Angélico

almendra 20 de junho de 2006

Muita gente tem sido culpada de não se fazerem certas ruas. Não só de quem está ou esteve na Câmara e Junta, mas dos proprietários que só pensam no lucro e no fim têm mais prejuizo. É tudo falta de informação e de pensarem que as eleições se ganham com favores. Mas Sendim perdeu muita oportunidade em se desenvolver por culpa de alguns sendineses. Eu alertei muitas vezes, quer na Assembleia Municipal, quer na Câmara, quer junto dos proprietários, mas ainda se riam. Tinham as costas quentes. Agora é hora de agir. Mas tendes que ser vós os novos, que a mim vai-me faltando força e vontade.

BengaCafe 20 de junho de 2006

É verdade!!! Como se costuma dizer, agora ye que tu buteste ua faladura bin buna!!! Concordo com o Prof Almendra quando diz que há muitos sendineses que não contribuem em nada para o desenvolvimento da nossa terra. Há mais uma rua que dizem que está para ser feita há anos. Esta rua que falo era para ligar os barreais à piscina. Umas vezes por uns, outras vezes por outros não se fazem as coisas. Mas vamos aproveitar este espaço para criticar construtivamente. Pode ser que alguém com poder possa fazer algumas das coisas que estão aqui "pedidas" e que fazem falta para o desenvolvimento de Sendin

2giga 20 de junho de 2006

Haberá mais poder que las manos de ls Sendineses ounidas?

santyago 22 de junho de 2006

É verdade, são necessárias obras em Sendim.

Já foram referidos alguns projectos, sobretudo na criação ou na melhoria dos nos acessos dentro da vila. Temos ainda algumas ruas em mau estado...

*Piscina: Para alem do que já se referiu aqui, lembro ainda a zona da piscina que não tem muito bom aspecto, que para um desconhecido que chegue lá pela primeira vez irá pensar que esta se encontra no meio de um deserto e num local abandonado.

*Parque de campismo: o acesso a ele é ainda por terra batida!! Como todos nós sabemos, este é o principal local de recepção aos visitantes do Interceltico. Assim sendo acho que se deveria dar um jeito no parque melhorando as suas condições e no seu acesso, pois acho que é poeira a mais...!!!

*Barreiro: Foi tema de debate nas eleições da Junta-Camera... mas daí também n deve passar!! Seria um belo local de lazer.

*Estação: Aqui já foi muito falado, apenas a dizer que seja rapidamente encontrada uma solução para reabilitar o edifício, pois é um "monumento" interessante em Sendim. O fim para que iria ser destinado é apenas um assunto a debater pelos responsáveis.

*ETAR: Esta "ta perra" pois parece que não quer trabalhar... Pois se não existisse seria uma coisa. "Quem tem burro e anda a pé mais burro é!" Pois se Sendim tem uma Estação de tratamento de águas residuais e não a consegue por em pleno re-funcionamento, isto se alguma vez funcionou!

*Local de Festas: A falta de um espaço para a realização de festas, que são tantas em Sendim, faz falta. Bom, o espaço e o projecto ja existe (eiras), mas penso que falta o melhor, as verbas.

Entre outras coisas que agora não me lembro...

BengaCafe 22 de junho de 2006

Caro santiago,
Tens andado desatento quanto às obras... É verdade que faz falta muita coisa, mas também é preciso dizer as que são feitas. O "local das festas" já tá a ser criado. Andam obras nas eiras ou pelo menos andavam na última vez que estive em Sendin. Quanto à ETAR era mesmo preciso por isso a funceminar... ARRIBA SENDIN

santyago 22 de junho de 2006

BengaCafé:
Eu sei que ja andam lá com obras, mas pelo que me disseram e pelo que vi apenas estao alargar o parque de estacionamento... e por isso é que eu disse que talvez faltem verbas.
Seja como for, se as obras começam por ali, nao faz mal, desde que sejam feitas nao importa por onde começar!!!
O que queremos todos nós é "obra feita"!!!
Abraço Nuno Santiago
Viva Sendim :-)

2giga 23 de junho de 2006

Nun antrando an desacordo cun l tema mas solo falando de la fraze "obra feita!!!" Cuido que l bien de Sendin nun passará solo por obra feita. Obras tenemos nós mais i mais anquanto: Salude, anstituçones scolares giente capaç de trabalhar tenemos cada beç menos i menos... Bonda cuncençalizar-mos desso.

Abraços

cestrino 24 de junho de 2006

Em primeiro lugar quero felicitar a Zé pelo tema e pelas Obras todas que faz referencia. Todas elas são importantes, todas elas deveriam ser feitas ontem.
Penso que as pessoas que tem o poder de decisão devem entre as várias obras (7 obras de Zé e outras) seleccionar aquelas mais urgentes para melhorar a nossa Terra de imediato, como todos temos de compreender não podemos fazer tudo ontem.
Na minha opinião existem Arranjos Exteriores que teriam prioridade:
A Rua da Eremita;
Zona envolvente e Rua da Piscina.

Nos comentário que li, falaram numa Obra (Recinto de Festas) que dizem ja ter iniciado as Obras (ando desatento). Não conheço pormenores de tal obra, mas na minha opinião não encontro que essa obra seja prioritária, vejamos, a Festa de S.Sebastião é e será sempre junto e capela, a Festa de Sta Bárbara já rodou Sendim por inteiro (e porque não faze-la no Largo de S.Sebastião??) depois temos o Intercéltico (e porque não faze-lo no Estádio Valetim Guerra, Sendim não é só Eiras ou esperar pela recuperação da Estação e sua envolvente e fazer o festival lá??) e assim dinamizar Sendim por inteiro. Na minha opinião, ocupar m2 de terreno para fazer duas festas por ano, numa duração de 5dias (retirando aqueles q sao na praça) é deitar dinheiro ao lixo...
Por um Sendim melhor. Nicolau Morete

gabilan 26 de junho de 2006

gabilan 4 de julho de 2006

GOstaria de informar todos os participantes deste forum/Blog, que foi lançado ontem 03/07/2006, o concurso público para a realização projecto base do traçaco e obras de arte acessórias e integradas do IC5 entre Nozelos-Mogadouro e Mogadouro-Miranda do Douro.

Penso que esta obra é sem duvida muito importante para o desenvolvimento integrado e sustentado de Sendim.. Um abraço Sendinês

almendra 8 de julho de 2006

Não queria ter que ser duro e escrever mais, mas sou sendinês dos que só a morte pode vencer. Muitos perdem tempo em escrever coisas bonitas, sobre o passado, sobre o presente e sobre o futuro, mas a realidade é terrível. Sendim continua a ser enxovalhado, traído, gozado.
Os que estão fora em vez de se informarem acreditam no que lhe dizem os que nada querem com Sendim ou melhor, querem o fim. Vêm e não veem.
Para acesso ao rio fresno, em Miranda, a Câmara vai dar uma fortuna por terrenos que nada valem. Sendim, ou melhor, alguém de Sendim, deu as eiras.A Câmara e o estado aceitam tudo e que dão em troca? Maltratam-nos.
Tudo temos que arrancar a ferros. Será que os partidos mandam em Sendim?
Teremos que impugnar tudo nos tribunais? Teremos que exigir os nossos direitos?
Será dificil pela rua da churrasqueira fazer um acesso ao canzelo e à praça? Será dificil arranjar um estacionamento perto do centro de Sendim?
Será que só há dinheiro para ter acesso ao fresno?
Que é que Miranda é mais que Sendim?
Por hoje fico-me por aqui.

Passareiro 8 de julho de 2006

bem falado
pois eu se souvesse escrever bem ia mais longue é uma pouca vergonhatudo pra miranda e pouco o nada para sendim a culpa é de quem
ja ouve presidentes da camara de sendim e nada o pouco fizerao
mas sendim vivera sempre forca sendim

francisco outor 10 de julho de 2006

Compreendo a revolta que traz consigo Prof. Almendra por vezes ela acompanha-me, mas os sendineses têm vindo a ser injustiçados e maltratados pelo poder autárquico e outros poderes. Pelo resto do concelho sempre nos olharam de canto, não sei porquê, ou melhor sei e todos sabemos. Mas cabe-nos a nós modificar isso com humildade, até porque está ao nosso alcance como povo diferente que somos! Somos diferentes mas não superiores, e devemos tratar do assunto com essa diferença que nos distingue.
Já afirmei em outros momentos não sou contra a requalificação do rio Fresno, antes pelo contrário. Mas penso que haveria obras mais prioritárias, como exemplo por a disposição de melhores instalações para a UTAD. Mas quem decide sabe que por vezes está-se dentro de um dilema, uma coisa é prioritária em relação a outra, mas as oportunidades só surgem uma vez e têm de se optar pelas coisas que não são tão prioritárias. Não sei quanto se paga ou pagou por esses terrenos, e depois também deve haver oportunismo à portuguesa, mas comparativamente com as nossas eiras valeria muito menos o m2.
Os partidos não são postos de lado por muitas pessoas, e servem-se deles para atingir o que quer que seja. Mas sinto que existe neste momento um problema mais grave, há sendineses contra Sendim. Escreveu-se no Livro de Visitas deste saite que Sendim estaria sujeito a Seca Nua e Crua, e ela aí está.
Zé Mialito

almendra 10 de julho de 2006

Não é a obra em si que está em questão. Isso já foi discutido em Assembleia Municipal. Mas a forma como a coisa se faz. Um projecto deve prever os acessos, porque, quando depois de não se poder vir atrás, e se tem que negociar, sabemos o que fazem os donos da terra. Querem este mundo e o outro. Eles podem pedir, mas e nós que eramos donos das eiras, não temos direitos?
Quanto nos levou o Estado e a Câmara e o Lar?
As obras ficam cá, mas nos outros sítios também as fazem e pagam.
Mas se não querem pagar, que não digam que Sendim leva tudo. A nós devem-nos muito. É só isso, temos que ser tratados de maneira diferente porque somos diferentes.
Quanto a sendineses que nada querem com Sendim, já todos sabem, mas ainda há quem lhe deva favores ou lhe tenha medo.
Vai-se fazer o caminho do Pio alcatroado,com água, esgotos e luz, para poder ser um local onde nasçam novas unidades para pequenas empresas. Mas os donos da terra vão logo pedir uma fortuna, por terrenos que agora pouco ou nada valem. E lá se vai a "zona industrial".

2giga 10 de julho de 2006

Pos ye bien berdade l que dezeis. You ya oubi dezir que muitos ampresarios i giente nuoba que querie fazer i ampeçar la sue bida an sendin, nun tubo sequira sitio para fazer la sue ampresa. I porquei? Porque aqueilho que dezistes an riba ye berdade i tamin porque las mentalidades inda stan mui pouco zambolbidas. La storia de las partilhas i zangas de sendin ye un cachico assie. Nun terreno onde ambos podiem tener 2 metades eiguales sta debedida an 4 o 5 partes adonde un ten ua parte, apuis outro, apuis torna l mismo i assie por delantre i nada de se antenderen. Até hai a casos i esso ya me tocou passar a mie por esso de que hai ua oulibeira de un q sta ne l terreno de outro. Cumo naide s'antende las cousas acaban simpre de la pior forma. Acho que sin baler la pena i son cousas que nun entran na mi cabeça, nun antendo.

Mas buno l que acho que se debe fazer an 1º lugar i sei que ye ua tarefa çficele ye mudar estas mentalidades. Anquanto esso nun se mudar pudan benir 2 o 3 geraçones que ls terrenos cuntinuan ne l sitio o anton aparece algun cumprador cun denheiro a mais para açagar i compra todo, porque por buntade de las pessonas i ya por si anrabiadas l antendimiento ye cousa que nin se pensa. Por esso acho que por muito que custe i que se tenga que martelar ne l assunto, bonda falar cun essas pessonas, anformar-las, studar alternatibas pa que algo se puda fazer.

La mie maneira de ber las cousas ye que por mais que la nuossa cuncencia pense q las cousas son nuossas, neste mundo nada ye de naide, ye todo ampestado durante l tiempo que passamos acá i quanto mais cousas deres, mais cousas recebes, nun puodes quedar ye a la spera deilhas. Falo por sprencia propria.

Abraços.

Ana Maria F 10 de julho de 2006

Como nunca tinha acontecido antes, temos agora, com a Internet, um novo meio de comunicação que pode ajudar a resolver vários problemas e em primeiro lugar o acesso à informação que é a base de tudo: Quem somos? O que é que já foi feito? O que é que queremos mais? O que é que há ainda por fazer? Como? De que maneira? Com que finalidade?...
A mais de mil quilómetros de Sendim (é o meu caso; mas mais longe ainda para muitos outros!), esta pequena janela sobre o mundo permite sentirmo-nos, todos os dias se for necessário, mais perto uns dos outros! Basta ter um pouco de imaginação e sobretudo a firme vontade de que as coisas mudem um pouco, evoluam para melhor, evidentemente para muito melhor!
Através dessa janela que nos aproxima por conseguinte a todos, eu modestamente vou lendo e tentando compreender as ideias e as afirmações que as pessoas que escrevem ou se exprimem (com palavras e com imagens) avançam...
E parece-me que há já de facto uma conclusão alarmante a tirar: se é verdade que vai quase tudo para Miranda (meios financeiros, verbas, preferências, oportunidades...) e pouco mais de metade (daquilo a que tem direito) para Sendim (contrariamente àquilo que tentam lamentavelmente afirmar alguns!), isso não é o que se chama Democracia.
Para saber o que é prioritário, é necessário que haja debate: antes, durante e mesmo depois; que todos (e não apenas alguns!) sejam ouvidos com respeito, que se analisem objectivamente todos os casos, todas as propostas e todas as situações. Custe o que custar! É assim que devem funcionar as instituições num estado democrático moderno e evoluido. A não ser que haja nesse concelho alguns (Foi certamente o que já aconteceu e que ainda acontece então!) que tentam impor uma República Bananeira com oportunistas à vista evidentemente! Alguns que não se importam de viver à custa dos outros, já agora!...
O que resta a fazer então para aqueles que como eu querem (exigem!) que a Democracia funcione plenamente?
Isto: implicar-nos e participar ainda mais, fazer valer os nossos direitos de cidadãos e por conseguinte agir!
Seremos (somos!) certamente tão capazes como ninguém, senão mais ainda na medida precisamente em que é o que é nosso que estamos e devemos defender!
Exijamos isso e já!

Sonia P 19 de julho de 2006

E que tal alcatroarem a rua de Caminho das Vinhas, pelo menos até às Eiras? Provavelmente, é das ruas em que passa mais trânsito (sobretudo no verão, por levar ao rio!) e todos os anos, quando se chega là, encontra-se uma rua cheia de silvas, automòveis a morrer e lixo... para não falar dos buracos! Todos os anos é dito que vai ser acatroada e no ano seguinte, continua por fazer!

cecilio 18 de agosto de 2006

Boas,
antes de mais queria louvar todas as actividades e obras de Sendim. É isto e a nossa alma que faz Sendim crescer!

Mas não posso deixar de deixar aqui a nota, alcatroaram a rua das Escalabadas, ainda bem, no entanto ficaram 100 metros de caminho por alcatroar que liga ao Bairro Alto. Pelo que parece a obra ainda está por acabar mas bem podiam concluir a ligação! De igual forma poderiam ligar com alcatrão a rua que vai das Escalabadas ao Baiunco pelo caminho que já existe. Sei que está projectado criar outra rua que corta directamente para o Baiunco, mas terão que expropriar terrenos.

Uma pantominice mas aqui vai a ideia. Uma obra simples e que seria original era pintar as paredes (as de betão armado que estão ao lado da relva) que envolvem a Piscina. Já que há pessoas que pintaram estação (ou armazéns da estação) e paredes de casas com graffitis porque não dar as paredes da piscina a pintar com graffitis dentro de um tema adequado. Era uma forma de mostrar que Sendim é uma Vila jovem e com dinamismo. Já ouvi a questão de a Piscina estar-se a degradar e já estar desadequada…mas isso já seria uma questão que exigiria mais financiamento.

Começaram a por os passeios na rua Piscina, já é uma promessa que vi à muitos anos por partidos. Devido ao Parque do Festival, à concentração de motas e mesmo pela Piscina (a mi tamim me dari jeito que quedo palhí, ba) era bom que fosse concluído! A ber se i pal anho!

Refizeram o parque de estacionamento em frente ao Sendinês, mas desculpem a ousadia, ali parece que ainda cabem menos carros… e depois existe agora um triângulo, que acho não ter a mais pequena ponta de jeito. Agora parece-me que vem da rua que agora alcatroaram até encontra o tal triângulo de frente…

Será que é assim tão caro construir um campo de ténis em Sendim? Bem poderiam faze-lo para muitos jovens não terem que ir para o Barrocal.

Tudo bem, estamos numa vila e qualquer um anda pelo meio da estrada por Sendim. O trânsito pode não ser muito, mas porque não ordenar o que há?
Porque não se coloca um sentido único, de quem vai da praça para o Baiunco na rua à direita de António Sapateiro e no sentido oposto à esquerda. As pessoas teriam mais espaço para passar com os carros e andar a pé, e poderiam ser marcados estacionamentos, já que na praça escasseiam. Essa está mesmo a pedir no meu ponto de vista, mas certamente há mais.

Quem vem da rua de Zé Ester para o Bairro Alto encontra um cruzamento de 4 ruas. Até sei de uns que se esbarraram e foi de bicicleta :D. Daqui nada é de carro e poderia ser evitável com uns simples Stops, se bem reparei não há nenhum!

De qualquer forma todas as iniciativas são boas desde que o povo de Sendim beneficie com elas! Bota a ber!

Cristóvão Pires

francisco outor 12 de setembre de 2006

A manutenção de algumas ruas que aqui se inumeraram já foram executadas, entre as quais a Avenida, o parque de estacionamento das Eiras e arruamentos, Rua Valentim Guerra até ao Cemitério, a Rua do Norte (Calabadas)etc... Intervenho só para fazer dois pequenos reparos, o 1º na Rua das Calabadas alcatruou-se uma parte mas ficou outra parte(o meio) desde o final da Rua do Bairro Alto até ao entrocamento com a Rua do Norte por alcatruar, porquê? O outro, é o entroncamento da Valentim Guerra em frente a leitaria. Experimentai, não é preciso dar muita velocidade ao subir, a qualquer que seja a viatura, e vede como é perigoso fazer aquela curva, pareçe-me que era necessário algo(não sei, uma rotunda, nivelar a via, puxar a rua mais para baixo e alargar etc.. etc) não tenho nenhum conhecimento de Engenharia Civil, mas deixo aqui o reparo...
Até qualquer dia....

francisco outor 26 de outubre de 2006

Pareçe que o aparelho de estado nos esqueçeu mais uma vez, já estamos habituados independentemente da cor que governe. As obras do IC5 não vão avançar no ano de 2007 porque não têm verba inscrita no Orçamento de Estado de 2007.
Primeiro diziam que avançavam com as obras entre o IP4 e o IP2, agora não avança com nada. Infelizmente há poucos votos para contar em noite de eleições e nós podemos esperar, se não, até nos faziam uma SCUT.

Depois vieram os autarcas do sul do distrito de Bragança reclamar, a nossa câmara não falou nada. Será que não falaram porque o traçado só está defenido até Duas Igrejas, como eu ouvi ou por esquecimento? Se lhe fize-se tanta falta como a mim de certeza que não se esqueciam!

Abraços zé mialito

gaiteiro 27 de outubre de 2006

Dius te dé bunas tarde cumpanheiro zé!

Aminha opinião em relação ao tema que deu a este relatos de varios sendineses! axo muito interessante e muito construtivos para todos os sendieneses! porque sabemos que temos todo o tipo de entraves, de boa vontade, de ideias interessantes! mas o sangue de muitos sendineses quando toca ao que nossos alto e para o baile! temos gente das nossas camadas de idade que são bem pior do os nosso antes passados! mas passando a frente uma coisa que gostaria que se debatesse quando alguem construisse uma casa ao menos houvesse um regra de uniformidade rural como ha por varios locais do país! onde ao menos os muros fachaidas de casas ter a pedra tradicional! axo que seria um bom principio! pois a verdade é que temos casas de todos os tipos em sendim! como o exemplo de aquele obra no rio que tem a ver com a paisagem!
agora sendim pode estar no ponto de viragem e nos estamos aqui para ajudar a melhorar todos os apectos! mas para isso a que moldar as pessoas e fazer entender que nos tambem temos que fazer por isso! é muito bonito a apontar certas e determinadas situações mas não esqueçer antes de apontar olhar bem pra nos!
Dou-te tambem os parabens pois é uma pessoa activas nas ideias e no desenvolvimento do nosso Sendim!

Um bom e santo fim de semana!

francisco outor 4 de deziembre de 2006

Uma das coisas que mais me faz pensar, é que o único distrito do país que não têm um único quilómetro de auto-estrada é o distrito de Bragança.
Sendim já teve deputados na assembleia da república, secretários de estado, presidentes de câmara, governador civil e ainda nenhum brilhou nesta matéria, assim como, todo o distrito têm figuras idênticas, e mais, já houve o líder de um partido político que é Transmontano, presidentes das maiores câmaras do país também foram  e são transmontanos, embora estes com curriculum a apreciar.
Dizem que Trás-os-Montes e das regiões onde o rendimento per capita é menor (todos sabemos que não é bem assim, porque há economia subterrânea. Como se explica que seja das regiões do país em que os níveis de poupança são maiores, pode-se explicar de várias formas, mas não é só porque são mais poupadores, há outras) e com menor densidade populacional, mas se não dotarem a região de vias de comunicação adequadas e apropriadas aos tempos em que vivemos como se pode fazer com que o rendimentos aumentem, como se pode fazer fixar pessoas e investimentos.
Em minha opinião houve nos anos sessenta e setenta e até oitenta um erro grave, foi deixar fugir todas a massa cinzenta da região para as grandes cidades onde se formaram, que foram contribuir para o desenvolvimento desses centros, outro dos problema é a falta de inércia dos políticos que foram e vão governado a região.
No passado fim de semana, o Presidente da República esteve em Trás-os-Montes, e especialmente em Vimioso, e foi ouvir que não se ligava a vila ao IP4 numa extensão de 12 ou 13 Km por causa de uns tais ratos Cabrera, ele levou de lá uns livros e ficou de fazer a leitura para melhor conhecer o assunto. Esperemos que o Prof. Cavaco estude depressa porque todos sabemos que ele é um grande estudioso, e dê um empurrão para a realização dessa obra, e que o livro não contribua só para o aumento da sua cultura geral sobre ratos.

zé mialito

cecilio 5 de deziembre de 2006

Caro Zé,
concordo contigo com a falta de auto-estradas no distrito de Bragança, é um facto. Mas um problema como o dizes e bem, é a fuga de pessoas activas para fora de Sendim e de todo o interior! Se todas as pessoas que estudam, trabalham, vivem fora de Sendim e são Sendinesas não se vissem obrigadas a sair da sua terra Natal, haveria melhores condições, mais postos de trabalho, melhor qualidade de vida. Agora as auto-estradas são para "poucas" pessoas, porque se repararem o transito intenso acaba ao entrar em Trás-os-Montes!
Contudo as auto-estradas são um bem necessário nem que seja para os visitantes, pois estes têm tão má ideia dos acessos ao interior que quase deixam de vir, ou então "metem-se" por Bragança e Espanha...e demoram eternidades e ficam com má impressão.
Cumprimentos,
Cristóvão Pires

francisco outor 21 de deziembre de 2006

Este artigo foi retirado do saite do Mensageiro de Bragança.


"Picote vai receber 500 trabalhadores

2006-12-14

EDP pretende reforçar a potencia da barragem de Picote.
Trabalhos serão iniciados no próximo ano e estarão concluídos em 2011

Carla A. Gonçalves

A barragem de Picote vai sofrer, já no próximo ano, um aumento de potência para os 231 MW. A EDP pretende que os trabalhos estejam concluídos em cinco anos e, por isso, prevê-se que sejam integrados no projecto cerca de 500 trabalhadores.
Manuel Rodrigo, presidente da Câmara Municipal de Miranda do Douro, considera que esta vinda de mão-de-obra para o concelho trará inúmeras vantagens, uma vez que, “são pessoas que ficarão no concelho durante cinco anos, o que é positivo”.
O pessoal trabalhador poderá vir a ocupar as instalações da EDP no local, assim como o centro de acolhimento juvenil do Barrocal do Douro, que a autarquia mirandesa poderá disponibilizar.
A barragem do Picote foi construída em 1954, pela Hidouro (Hidroeléctrica do Douro, S.A.R.L.) e os trabalhos envolveram não só engenheiros, como também um conjunto de arquitectos dedicados ao “Movimento Moderno”.
O projecto nasceu num local onde, na década de 50, não existia nada e onde hoje está instalada a aldeia do Barrocal do Douro.
Foi aqui que se quis instalar a “cidade ideal”, criando condições que não havia na região, tendo sido construídas infra-estruturas e acessos que hoje estão abandonados.
Agora, com o novo aumento de potência, o Barrocal pode voltar a “ter mais vida”.

IPPAR pretende classificar Picote

O Instituto Português do Património Arquitectónico (IPPAR) está em vias de classificar Picote e a barragem como património industrial da arquitectura moderna.
O processo foi desencadeado em 2002 e poderá avançar em breve.
Manuel Rodrigo considera que esta pode ser “uma mais-valia para a atracção de turistas”, mas mostra algumas cautelas: “espero que essa classificação não venha interferir no previsto aumento de potência”.
Todo o complexo do Barrocal, com a pousada, piscina, bairro para os trabalhadores, está, actualmente, ao abandono e começa a apresentar sinais de degradação. Quando foi construído, na década de 50, chegou a acolher quatro mil pessoas, em espaços “perfeitamente adaptados à natureza circundante”."

SENDIM TERÁ DE APROVEITAR MAIS ESTA OPURTUNIDADE PARA SE "ZANPULHINAR" ALGO MAIS.

francisco outor 20 de márcio de 2007

Vi no fim de semana anterior, o aproveitamento que fizeram da linha de comboio no concelho de Torre de Moncorvo. Penso que "não será fazer de Sendim Lisboa", mas infra-estruturas destas devem ser copiadas, porque são uma mais-valia.
O concelho de Miranda tem três localidades que foram rasgadas pela linha do comboio, Sendim, Fonte Aldeia, Duas Igrejas. Porque não aproveitar o percurso com o mesmo objectivo, não deverá ficar muito caro. Embora em Sendim a junta desse permissão para retirar o pavimento para o melhoramento de caminhos e ruas, o que eu concordo, e também discordo, dependendo do lugar onde for retirado o material.

Outro assunto que já vi discutir em alguns locais e a construção da barragem do baixo Sabor. Embora essa infra-estrutura não fique localizada para os nossos lados, mas é relativamente perto, penso que toda região têm a ganhar com a sua construção.
Não se pode escamotear que a alteração do ecossistema é inevitável com a sua costrução. Mas somando os aspectos positivos com os negativos, o saldo da sua construção, será sempre mais positivo do que o da sua não construção.

Também temos que ir contra aqueles que querem transformar a região numa coutada de férias, onde só alguns puderam viver daqui a alguns anos, e a construção desta obra e outras, permitiram que um maior número de pessoas se possam fixar no futuro.
Com a construção desta barragem não ganhará só a região mas também o país. Embora segundo os entendidos seria necessária a construção de barragens em cada um dos rios afluentes do Douro, que ainda não tenham, para que haja um adequado controlo das cheias nas zonas ribeirinhas do Douro.

zé mialito

almendra 27 de márcio de 2007

O matadouro só não se fará em Sendim se a junta nada fizer.
O partidarismo tem que acabar.
Eu confio no novo executivo, mas tem que saber conversar com a Câmara e outras forças que tudo vão fazer para que se faça.
De uma vez por todas, a Cooperativa não é só adega.

almendra 18 de abril de 2007

Quando as pessoas que estão nas instituições de Sendim e as que estão na Câmara pensam mais em Sendim tudo muda.
Hoje foi um regalo ver como tudo está a funcionar melhor.
A Junta prepara uma melhor recepção das pessoas, está a fazer uma sala para a internete, rampas para deficientes e gradeamentos.
Os bombeiros tiram humidades e preocupam-se com a higiene e com o ambiente. No quartel tudo se prepara para a época de fogos. A formação em colaboração com entidades oficiais é uma realidade.
A Câmara trata do ambiente e em breve avança a zona industrial.
Até a Cooperativa anda em obras de reparações para melhorar a higiene e melhor proteger o ambiente.
Sendim começa a fervilhar de novo.
Que os politiqueiros e as vaidades pessoais desapareçam de vez.

Almendra

francisco outor 26 de abril de 2007

Habi-me squecido, l ponto 6 del texto inicial tamien yá stá resolbido, assi como l 1 yá muito tiempo. Yá nun bai haber acidentes, parabines Ana Maria porque tubistes sentido de responabilidade. Stá bisto que muitas bezes qula buna bontade de ls particulares las causas resulban-se, i alhi staba ua louza.

Outra cousa que queri dezir i alertar la junta i outros, ye que sobre l patrimonio religioso, anbora you bai pouco a missa mas son causas que aí que mantener. Zde a uns anhos para cá naide tira ua boteira, antes l´igreija ajuntaba dinheiro pal que fusse preciso agora nun sei como andán las cousas.

Fui un anho mardomo de San Pedro e tocaba las campanas, nun tenie chobido arriba até l´outra anho, la telha yá stá scasdica de todo, era preciso botar-le ua mano, será preciso ber la melhor maneira.

zé mialito

francisco outor 3 de maio de 2007

Eu gosto de ver quando há notícias para o desenvolvimento da região. Esta é sobre a instalção de uma fábrica de rações em Vila de Ala. Sei que era melhor
dar a notícia que ela ía começar a laborar. Mas a notícia da criação de 150 postos de trabalho é sempre uma boa notícia, mas muitas últimamente não passam do papel.

VILA DE ALA ACOLHE FÁBRICA DE RAÇÕES

Uma empresa italiana ligada ao fabrico de alimentos compostos para animais quer instalar uma unidade fabril no concelho de Mogadouro. Caso o projecto avance está prevista a criação de cerca de 150 postos de trabalho de forma directa. O valor do investimento ainda é desconhecido.

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Câmara de Mogadouro mostrou-se relutante, no início, devido ao eventual perigo de poluição, já que os maus cheiros deverão ser um facto.

Para melhor se perceber todo o funcionamento da unidade de transformação, uma embaixada composta por elementos do Executivo municipal de Mogadouro e Junta de Freguesia de Vila de Ala deslocaram-se a Milão (Itália) para melhor conhecer todo o funcionamento da fábrica de rações. Segundo Morais Machado, presidente da Câmara de Mogadouro, não foram notados quaisquer atentados ambientais na fábrica italiana. A unidade que poderá vir a ser construída em Mogadouro obedecerá aos mais rigorosos critérios de protecção ambiental, já que é uma das condições imposta pela autarquia.

"A fábrica tem como base o aproveitamento das partes não comestíveis dos frangos produzidos em aviários, como é o caso do sangue, penas e gorduras e transforma-os em alimentos para peixes e cães. A matéria-prima a utilizar será em grande parte trazida da vizinha Espanha. O produto final destina-se ao mercado europeu," explicou Morais Machado.

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Francisco Pinto

francisco outor 24 de maio de 2007

almendra 8 de junho de 2007

Temos todas as condições para um projecto de vinho de alta qualidade para toda a região que inclui a Cooperativa.
Dizem os entendidos da cidade, que Trás-os-Montes não é empreendedor, nem tem projectos.
Desafio-os a a desmentir-me.
Não querem nada com Sendim nem com a região.
E temos gente que os apoia.
Á frente dos programas só tenho visto pessoas que mal sabem ler.
Estou disponível para debater com gente competente.
Mas quero os mesmos apoios e direitos que dão às multinacionais e aos sentados à mesa do orçamento do estado.
Almendra

francisco outor 14 de junho de 2007

Parte do artigo do JN de 14/06/2007

http://jn.sapo.pt/2007/06/14/norte

GOVERNO NÃO CONTEMPLA VERBAS PARA OS IC5 E IC26

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Dos Jornalistas :

Almeida Cardoso e Ermelinda Osório

O IC5 (145 km) e IC26 (30 km), que ligarão Murça a Miranda do Douro e Amarante à Régua, respectivamente, não estão incluídos na lista de obras que o Governo pretende candidatar a fundos do próximo QREN (Quadro de Referência Estratégica Nacional).

Uma "ausência" que já foi questionada pelos deputados do PSD, eleitos por Vila Real e Porto, nomeadamente Ricardo Martins e Jorge Costa, que "estranham a não inclusão na lista, depois das garantias de construção aquando da apresentação do plano de acessibilidades para Trás-os-Montes e Alto Douro, em 2006", disse, ao JN, Ricardo Martins. Os parlamentares apresentaram um requerimento na Assembleia da República, mas a resposta do Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações "não foi conclusiva".

Ricardo Martins duvida que "as obras possam ser suportadas pelo Orçamento de Estado e, se não vão ser candidatadas a fundos do QREN, ou o Governo não tem intenção de as construir, ou prepara-se para introduzir portagens e esqueceu-se de avisar as pessoas da região", afirma.

O custo estimado do IC5 ascende a 300 milhões em três troços, enquanto o IC26 até à Régua rondará os 80 milhões. Mas para a região apenas consta a ligação pela A4, na lista designada por IP4, entre Vila Real e Quintanilha (Bragança), por 400 milhões.

Ao contrário de outros itinerários complementares, alguns com investimentos inferiores, os dois prometidos para a região não estão, sequer, na primeira listagem de Janeiro.

Programas regionais

O Ministério refere que "alguns dos projectos do quadro da primeira versão (o que não acontecia com o IC5 e o IC 26) figuravam apenas a título indicativo, tendo o Governo optado na versão final por indicar somente os projectos com investimento pré-determinado" (embora o IC5 e o IC26 também o tenham). A resposta do chefe de gabinete, Guilherme Dray, acrescenta, ainda, que "nenhum empreendimento está excluído à partida, sendo que decorrem contactos ao nível dos programas operacionais regionais para auscultar a sensibilidade ao acolhimento das distintas tipologias de projecto".

Ricardo Martins questiona "As estradas foram prometidas, anunciadas, calendarizadas, foram abertos concursos para o projecto, e só agora é que se vai estudar qual a forma de pagamento do investimento."

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OS DEPUTADOS POR BRAGANÇA DORMEM E PASSEIAM ENQUANTO OS OUTROS RECLAMAM.....
E DEPOIS O ZÉ POVO QUE VOTE NELES, OU SERÁ QUE SÃO TODOS(psd´s e ps´s) NASCIDOS NO EIXO BRAGANÇA-MACEDO-MIRANDELA?!

zé mialito

2giga 15 de junho de 2007

"Sendo o caminho-de-ferro uma das bandeiras da “1ª República Portuguesa”, teve neste ramal a intenção de cumprir dois objectivos fundamentais para o desenvolvimento desta zona do nordeste transmontano: o transporte do minério de ferro das minas de Reboredo e o fim do isolamento da vasta região situada entre Miranda do Douro e Mogadouro.

No entanto, sem querer abordar com profundidade as razões, tão nobres objectivos apenas foram conseguidos muito modestamente. O grande atraso na sua conclusão por falta de verbas e o minério que não foi explorado, associados a uma agricultura cerealífera e pastorícea, provocariam desde muito cedo nos responsáveis políticos a vontade de a encerrar."

O Seia ye l mismo. Passa-se eisatamiente l mismo agora cun l IC5. Somos uns tristes que ls gobiernos nun quieren nada cun nós. Nun antendo cumo inda hai giente que se finta neilhes i bota neilhes.

You ya ls reneguei hai muito tiempo.

tenemos que mos zangar. esto assie nun puode cuntinuar.

Abraços

almendra 15 de junho de 2007

Cumo nun puode cuntinuar se ls lambe culos son tantos?
Bamos a zangar-mos cun quien?
Calha-te bien calhado que te fázen pior que Salazar fazie.
Agora mátan las consciências.
Yá bai en 1 000 000 de euros l que deixóran lebar de la Dega.
Esto ye l que yá tengo ambentariado.
I naide se amportou.
Agora ando a cumponer todo i a tentar saber quien l lhebou.
Mas ls lambe culos yá ándan a perguntar por un tubo bielho de ls arames anferrujados.
Quieren ber se me a bou ambora.
Chamórun-me azeiteiro sin bender azeite.
Bamos a ber l que son eilhes?

francisco outor 25 de nobembre de 2007

Ontem ,esteve o Primeiro-Ministro José Socrates em Bragança a anunciar a adjudicação de novas estradas, o IC5 entre O alto do Popúlo e Miranda do Douro, assim como o prolongamento da A4 entre Amarante e a fronteira de Quintanilha , e o IP2 entre Valebemfeito e Celorico da Beira, que ligará o futuro prolongamento da A4(actual IP4) com A25(antigo IP5).
Embora para muitos a estradas não interessem, porque querem criar coutadas de férias para aqueles que têm excesso de poder económico, adquirida por uma de uma má distribuição da riqueza económica.
Mas eu continuo a achar que essas vias de comunicação são fundamentais a par de outras infra-estruturas tais como escolas hospitais e outros serviços, que não temos, e os que temos até nós estão retirar.
Mas como há reformas e contra-reformas, acredito que mais uns anos, e mais umas tantas "guerras" e mais algum suor voltaremos a ter, esses serviços ou outros.
As reformas são necessárias, mesmo que as vezes se reforma de forma errada. O problema nessas reformas erradas, está em não corrigir os erros de imediato logo que se verificam, e continuar mal durante mais tempo.
Como tal estas e outras infra-estruturas são necessárias para fixação de pessoas, e por uma região com grande potencial onde existem nichos de mercado a explorar, e criar valor acrescentado.
Agora era bom que quem de direito guarda-se estas promessas e exija quando tiver que exigir, se estas promessas não forem compridas.

Texto retirado do Jornal Nordeste em 24-11-2007

José Sócrates vai estar hoje em Bragança onde vai anunciar um investimento de 1.200 milhões de euros em acessibilidades em Trás-os-Montes e Douro Interior. A auto-estrada Transmontana deverá estar concluída em 2011 e vai beneficiar directamente 250 mil portugueses.

O primeiro-ministro anuncia, hoje, em Bragança, um investimento de 1.200 milhões de euros destinados à concepção, construção e exploração da auto-estrada transmontana, entre Vila Real e Bragança, e à concessão das novas acessibilidades ao Douro Interior.

De acordo com a informação divulgada pelo Ministério das Obras Públicas, a auto-estrada Transmontana (IP4) beneficiará directamente cerca de 250 mil portugueses residentes nos concelhos de Amarante, Mondim de Basto, Vila Real, Sabrosa, Murça, Alijó, Mirandela, Macedo de Cavaleiros e Bragança”, ao longo de uma extensão de 130 quilómetros. Com abertura ao trânsito prevista para 2011, a auto-estrada Transmontana representa um investimento de 500 milhões de euros, sendo 228 milhões de euros financiados pelo Fundo Europeu para o Desenvolvimento Regional (FEDER).
Em conjunto com a concessão do Túnel do Marão, que será adjudicado em Março de 2008, o lanço Vila Real-Bragança, “vai permitir vai permitir uma ligação em auto-estrada entre o litoral e o interior, e consequentemente a Espanha, através da Ponte Internacional de Quintanilha”, que se encontra em fase de conclusão.

A construção da Auto-Estrada Transmontana, permitirá que “Bragança e Vila Real, enquanto capitais de Distrito fiquem ligadas por auto-estrada, assegurando-se assim as condições de fixação e atracção de população na região”, assegurando uma redução de cerca de 40 por cento no tempo de percurso entre as duas cidades.

Para o Douro

Já na região do Douro Interior, até 2011, serão construídos os lanços do IP2 entre Valebenfeito e Celorico da Beira (IP5) e do IC5, entre Pópulo (IP4) e Miranda do Douro. Com uma extensão total de 261 quilómetros, estes lanços representam um investimento de 520 milhões de euros.

De acordo com a informação divulgada pelo ministério tutelado por Mário Lino, “dado o volume de tráfego esperado”, o troço do IP2 entre Trancoso e Celorico da Beira, no IP5, terá perfil de auto-estrada. A concessão do Douro Interior beneficiará directamente cerca de 330 mil habitantes dos concelhos de Alijó, Murça, Mirandela, Macedo de Cavaleiros, Bragança, Miranda do Duro, Mogadouro, Alfandega da Fé, Vila Flor, Carrazeda de Ansiães, Torre de Moncorvo, Vila Nova de Foz Côa, Meda, Trancoso e Celorico da Beira.
Estas novas vias permitirão “uma redução de 27 por cento” no tempo de percurso entre o IP4, junto a Macedo de Cavaleiros, e o IP5 em Celorico da Beira, bem como um aumento da velocidade média de circulação em cerca de 29 por cento.

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Estradas de Portugal
Primeira concessão
A auto-estrada Transmontana e a concessão do Douro Interior serão as primeiras concessões desenvolvidas pela Estradas de Portugal, S.A., em regime de parceria público-privada. ~

Segundo a informação divulgada ontem pelo Ministério das Obras Públicas, esta parceria enquadra-se no “movimento reformador empreendido no sector rodoviário”, o que “permitirá melhorar acessibilidades numa região extremamente carenciada”.

2giga 26 de nobembre de 2007

Zé, sonhar nun ye pecado....

francisco outor 26 de nobembre de 2007

Escreveu António Gedeão:

"O sonho comanda a vida
Sempre que um homem sonha
O mundo pula e avança
como uma bola colorida
entre as mãos de uma criança."

Eu sonho, é proibido sonhar?

O mal está em muitos não sonharem, e se acomodarem mas cada um sabe porque é que se acomoda.

zé mialito

2giga 27 de nobembre de 2007

Acho bien que sonhes.
You sonho i muito e antento que ls mius suonhos se tornen realidade, puodes crer, mas esses de que falas solo sonhan cun ls bolso deilhes, antendes-me? Por esso dixe para irmos sonhando anquanto eilhes botan faladura de que ban a fazer i a acuntecer...

Peç que nun ls cunheces...

Abraço

francisco outor 8 de janeiro de 2008

Hoije li ls comentários del porsor Almendra(no HOIJE de onte) de la scoula bielha, para mi la melhor obra que houve en Sendin nos últimos anhos(fui melhor que la botar abaixo).
You i alguns del miu anho fumos ls últimos a tener alhá scoula(Primeira a la Quarta Classe) zde 1981 até 1984, portanto para mi ten algun valor.
Mas l que me trouxe hoije eiqui fui el que l porsor scribiu, que quien pagou la bedação antiga de la scoula bilha fui un sendinés que fui en tiempos pal Brasil, mas you nun sei quin fui! Uns dizén ua cousa outros outra! Na piedra stá l nome de Eliseu Atanásio, na bola nin stá nada!
L que me dezirén i yá l oubi algues bezes ye que furen un conjunto de sendinesés no Brasil a arranjar esse dinheiro pala bedaçon pala scoula, de las bancadas del campo de la bola, falén outras cousas que nun bale la pena eiqui dezir.
Agora you gustaba de saber quien ten rezon?
Se la obra ye de un hai que le dar valor, se fui de muitos hai que dar valor a esses todos.
A las bezes ye bouno sclarecer las cousas!?

zé mialito

Ação concluída.
Antrar

Para screbires ne l sítio, diç-mos quien sós. Ye ua beç — depuis quedas antrado.

ó