Penso que este é um dos temas mais importantes que devemos discutir.
É nisto que reside o fundamento da política dos dias de hoje e não nas ideologias. É nos interesses, nos milhões que estão em jogo, que se faz a política. É aqui que está a base da corrupção e do tráfico de influências que levam ao poder.
É nisto que se joga o futuro dos povos e das regiões.
É com o medo que se discuta este tema livremente que se coarta a liberdade de expressão.
26 repuostas
francisco 28 de abril de 2007
Os fundos comunitários, foram para muita gente o país ficou na mesma. A nós em particular também nos deram alguns. E eu quando digo a nós digo a agricultura ao comércio e a alguma indústria que existe por Trás-os-Montes e pelo país inteiro.
Muitas vezes o que se escreve aqui e em outros lados parece que tudo é negativo. Acredita-se que está implantada a teoria da conspiração. Toda a gente sabe tudo, incómoda que outros escrevam e falam, mas a liberdade de expressão não é só no dinheiro, e nem tudo é negativo.
Os subsídios a mim não me afrontam nada quando são dados aos pequenos. Incomoda-me, isso sim aqueles que são desviados antes de chegarem aos verdadeiros destinatários. Aqueles que servem para gerar fortunas e engorda-las a ricos e a poderosos, ou que se tornaram ricos e poderosos a custa deles, ou seja a aqueles que estão centros de decisão. E também aqueles que são dados aqueles que corrompem esses decisores logo em primeiro plano, eu imagino que aqui ficaram logo mais de 50% desses fundos ou subsídios.
Eu poderia vou falar em particular, embora isso para o caso nem têm interesse nenhum, mas para os benefícios para desenvolvimento a pequena agricultura existiram, e eu tive que dar mais de mil e uma volta e fazer outras tantas cartas até conseguir receber, o que muita gente recebeu em Sendim e em outros lugares.
Também me preocupa que depois de tanta entrada de dinheiro o país esteja mais atrasado, e produza menos, e isto devia preocupar a todos.
Os latinos e nós Portugueses somos corruptos logo ao começarem a mamar na teta da mãe, está-nos no sangue, porque Cristo só houve um deram-lhe uma bofetada e ele virou a cara para lhe darem outra. Portanto cada um tem que se "sacudir" e procurar por onde encontre.
Ora já se sabe que quando toca a dinheiro que não custa a ganhar, convém que o segredo seja a alma do negócio, ou seja o segredo está na informação que nem toda a gente têm acesso a ela, e muitas pessoas e organização que têm o dever de informar só informam que eles querem.
zé mialito
2giga 28 de abril de 2007
Ye berdade Zé, mas quin gere esse denheiro tamin nun atua de la melhor forma. "nun l dés l peixe, ansina-lo a pescar", aquie passa-se un cachico l cuntrario. Andubirun a dar subcidios cun fartura, quim cumiu, cumiu, mas l oubjetibo desses fondos quedou por atingir i fui aporbeitado por muita giente para porbeito proprio.
abraços
francisco 28 de abril de 2007
Só mais uma coisa, estive já por lançar o tema de Regionalização. Mas como acho que ainda é cedo, embora muito se tenha falado nos últimos dias.
Muita gente acha que o país está atrasado por não se ter feito a regionalização. E que os fundos foram mal aplicados ou não aplicados devido ao chumbo da regionalização. Era importante relacionar este tema com a regionalização se assim o entenderem, e o que ela teria resolvido, ou não?
zé mialito
metalian 29 de abril de 2007
O país não está atrasado por causa de não ter sido feita a regionalização, está atrasado porque desde 1986 que mais de 75% dos fundos comunitários foram investidos em Lisboa e no Vale do Tejo. A regionalização não irá resolver esse problema, a não ser que a UE apoie directamente as regiões, e não entregue os apoios ao Governo Central para os dividir.
Quanto aos subsídios... A obscuridade com que foram repartidos ao longo destes 20 anos é realmente assustadora. Ninguém sabe quem, quanto e a que titulo foram recebidos. A quantidade de pessoas que pedem os subsidios e estes lhes são negados é tal, que até nos cria a dúvida que eles realmente chegam a alguém. E depois vemos alguns bem conectados, a receberem o deles, e o que o vizinho tinha pedido.
francisco 30 de abril de 2007
Concordo contigo que uma grande fatia dos fundos foi aplicada em Lisboa e no Vale do Tejo.
Mas há regiões do Vale do Tejo que pouco se desenvolveram! Eu conheço mais ou menos o distrito de Santarém, e em especial a cidade de Tomar. Há uma obra prioritária, que é o desassoreamento do Rio Nabão. Está por fazer, e toda agente viu o que se passou neste Inverno, inundações atrás de inundações. Já um ano que lá não estive, os paredões dos Jardins do Convento de Cristo estão em queda constante devido a erosão, e até que não aterrem algumas casas incluindo a sede da Câmara e Praça de D. Gualdim nada vão resolver. Portanto o Vale do Tejo passa por algumas dificuldades, no concelho de Abrantes a maioria das residências não têm esgotos.
Outra das coisas, que mais me revolta e as Scut´s. Hora andando por Auto-estrada paga menos quem vêm de Lisboa para Sendim, utilizando estradas Espanholas, do que quem venha da Zona do Litoral Norte para Sendim, e está em!
Depois quem paga as portagens são os aumentos dos impostos sobre os combustíveis, ou seja pode acontecer a muitos bons cidadãos não andar sequer numa auto-estrada e estar a pagar portagens.
zé mialito
francisco 1 de maio de 2007
Só me faltou juntar mais este dado, o Concelho de Vila Nova da Barquinha situado no vale do Tejo juntamente com o Concelho de Vimoiso eram considerados como os mais pobres do País, não há muito tempo.
Penso que o autor deste tema, quando o lançou não seria bem com a finalidade do que aqui se tem falado. Mas ele é incómodo para a maioria assim como o que veio a seguir.
Agora vou falar um pouco de Regionalização para arrematar. Eu em 98 votei contra a Regionalização por alguns motivos:
1º Vinha criar um conjunto nomeações com destinatários pré-estabelecidos.
2º Se com a integração europeia há uma integração, com a regionalização há uma divisão, parece-me haver aqui um paradoxo.
3º O país não tem características acentuadas de regionalismo.
Hoje penso igual, e neste momento sem mais argumentos votaria contra num referendo à regionalização, quanto ao segundo ponto tenho outra opinião, talvez a estratégia não fosse má.
Os autarcas defendiam e alguns ainda defendem, o que até pode ser verdade em algun scasos. É mais bem gerido um euro pela autarquias do que pelo poder central. Não demoraram nada a surgir autarcas corruptos por todo o lado.
Portanto dizer que com administrações regionais os fundos comunitários eram mais bem aplicados, acredito que sim para uns quantos, porque a raia miúda ira ficar mais na mesma.
zé mailito
metalian 2 de maio de 2007
Se o tema da regionalização voltar à baila, e se represtina a proposta de 98 (?), voto contra, porque nada vai alterar, apenas mais tachos e maior centralização nos grandes centros.
Repito, se os fundo forem dirigidos às regiões e não ao país no seu todo, talvez possa vir a ser feita uma melhor distribuição desses fundos.
francisco 2 de maio de 2007
Uma importante leitura as primeiras páginas do Jornal de notícias de hoje (reiterei algumas partes que considerei menos importantes) para quem tiver opurtunidade será uma boa leitura.
AVISOS IGNORADOS SOLUÇÕES ADIADAS
Alexandra Figueira
Era uma questão de tempo. Durante décadas, a protecção política dada à economia portuguesa permitiu ao Norte liderar o país, ao especializar-se numa indústria fortemente exportadora, mas apostando em baixos salários para oferecer aos países ricos produtos semi-manufacturados, sem etiqueta, ao preço da chuva. A abertura de fronteiras e a globalização aliaram-se ao marasmo de empresários, trabalhadores e políticos para criar uma crise interminável.
As campainhas de alarme começaram a soar nos anos 80, quando a palavra concorrência tomou corpo com a abertura de fronteiras à Europa e, pela primeira vez, se fez ouvir a expressão "mudar o paradigma de desenvolvimento económico", para mais valor acrescentado e inovação. Soaram, mas aparentemente demasiado baixo, já que duas décadas e muitos milhares de milhões de euros de subsídios comunitários depois, a região está a perder riqueza e a afastar-se, implacavelmente, da Europa.
Já no início desta década, a entrada em força da China e outros países do Extremo Oriente no comércio mundial deitou por terra qualquer possibilidade de sobrevivência em grande escala da velha indústria nortenha. Não de toda, claro, já que até entre o tradicional têxtil e calçado há bons exemplos de empresas e empresários. Não estão, infelizmente, em maioria, entre a imensa massa de pequenas e médias empresas que têm fechado as portas a um ritmo superior ao do resto do país. Eram estas as empresas que juntavam os seus grãos para enviar para o estrangeiro metade das exportações do país e que, apesar do desemprego bem acima da média, ainda empregam um terço dos trabalhadores do país.
…………
Uma das causas da crise, dizem, é a lentidão com que o Norte - empresários e trabalhadores, representantes políticos e sociedade civil - está a acordar para a inevitabilidade de aderir ao tal novo paradigma de desenvolvimento. Tanto que o modelo económico tradicional sempre tinha funcionado bem.
………
Tal como o que Carlos Lage, presidente da Comissão de Coordenação do Norte, chama de "polivalência das gentes" do Norte "As pessoas trabalhavam na indústria, mas também na agricultura e no comércio", o que ajudava as famílias a esticar o rendimento até ao final do mês. A crise social que hoje corre a céu aberto manteve-se, por isso, escondida durante mais alguns anos.
Esta almofada desviou as atenções do que realmente se passava no Mundo mercados abertos e concorrência feroz. E surgiram imensos países que fazem hoje a Portugal o que Portugal fazia à Suécia, por exemplo: mantêm salários baixos para inundar os mercados mais ricos com os seus produtos baratos, à custa das indústrias locais.
Enquanto isso, o Norte recebia a maior fatia dos milhões de Bruxelas para modernizar a indústria e formar os trabalhadores, mas tornava-se um bom cliente da Ferrari; era avisada repetidas vezes para a inevitabilidade de produzir outro tipo de bens e, ainda assim, tardava em perceber a importância de uma marca própria ou da inovação.
Lisboa alheada do país
Enquanto a descentralização do poder continuar a ser uma promessa eleitoral feita a cada quatro anos, o país, Norte incluído, não tem alternativa senão sensibilizar o Governo para o facto de Portugal não terminar nas fronteiras de Lisboa, dizem os especialistas ouvidos pelo JN.
Até ver, o Orçamento de Estado continua a privilegiar a capital, os centros de competência reforçam o centralismo e não só os mais qualificados serviços do Estado e sedes das maiores empresas (algumas públicas) se mantêm em Lisboa, como o resto do país tem vindo a ser depauperado. Já no tempo das privatizações poucas foram as empresas colocadas junto de investidores do Norte e a tendência de esvaziar o resto do país de centros de competência continua.
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adeusdado 5 de maio de 2007
Os fundos comunitários, agora em menor escala, e porventura sujeitos a uma melhor regulação e fiscalização, foram muito importantes para o País. Não estavamos sguramente avisados, nem preparados para uma boa gestão daqueles fundos. E foi pena, "perdermos" muitos recursos que nos foram disponiblizados. Houve, porque a comunicação social e o poder judicial, assim o provou, uso indevido de muito desse dinheiro. Mas não devemos generalizar. O Pais modernizou-se, nomeadamente nas vias rodoviárias e foi pena no meu entendimento, que as vias ferroviárias tivessem ficado tão esquecidas. Penso que houve, como continua haver, falta de estrategia, de definições politicas que sejam entendidas pelos cidadãos, para onde caminhamos, que objectivos nos propomos alcançar. Veja-se por exemplo os casos do aeroporto da Ota e o TGV. Parece que fazemos as coisas com muito improviso, depois temos dificuldades em sustentá-las. Nos últimos trinta anos, a grande decisão estratégica foi a adesão a U.E, e ainda bem. Entretanto vamo-nos gastando em decisões e opções que visam calendários politicos, em vez do calendário do Pais. Os fundos que é o nosso tema, sofreram como não podia de ser essa mesma visão caseira para não dizer mesquinha.
Válter Deusdado
francisco 6 de maio de 2007
Ainda bem que apareceu Válter, agora que toda gente meteu "bacançes no BLog", não importa ficamos os dois.
Têm uma visão positiva dos fundos comunitários, que é real, neste momento sobrepõem-se os aspectos negativos porque os recursos sobretudo os monetários estão a escassear.
Um dos grandes problemas dos fundos comunitários em meu entender, é que eles foram vistos como RENDIMENTOS e não como INVESTIMENTO.
A uma certa altura privilegiou-se a quantidade e uma certa qualidade duvidosa. Disseram-nos que, o que nos produzíamos sobretudo os produtos agrícolas, não eram produzidos com qualidade, nem em quantidade suficiente, o que em parte nem era verdade, mas o resultado final é que o país esta de velho ( de adíl).
Não se tentou aplicar uma dicotomia entre as técnicas tradicionais com novas tecnológicas, que no fundo as técnicas tradicionais também teriam sido tecnologia quando surgiram.
Há uma coisa que as vezes me fazem confusão dizem que os fundos comunitários vão para trás por falta de candidaturas.
Já que falou em transportes, o nosso país nessa matéria sempre andou em contra-ciclo, privilegiou-se o betão e o alcatrão em detrimento dos caminhos de ferro e dos transportes marítimos, menos poluentes e mais cómodos e mais seguros.
zé mialito
almendra outor 6 de maio de 2007
Quero em primeiro desejar um rápido restabelecimento ao Válter e depois dizer ao Zé Mealito que aprecio sempre o que escreve. Não concordo em parte com algumas opiniões, mas noutras estou 100% de acordo como nessa de que um dos males da utilização dos subsídios foi considerá-los um rendimento. Mas olha que muita gente responsável ainda hoje, quando se discute a aplicação dos dinheiros comunitários me responde: " que te importa, deixa lá é dinheiro que entra ".
Mas se for mal aplicado sai logo e veio criar problemas de produtividade e camuflou o desemprego.
Mas eu, até tenho já medo de discutir aqui seja o que for.
Dizes que as pessoas meteram "vacances", começam é a deixar de vir aqui.
Quando há pessoas que se preocupam em ver se há erros de escrita e ainda não compreenderam o que isso é. Isto não é um ditado.
Quando há pesoas que só vêm de um olho.
Quando há pessoas que só vêm o seu umbigo.
Quando há pessoas com reserva mental e estão mais preocupadas em analisar o sentido político das intervenções, que em discutir ideias.
Quando se quer a promoção pessoal e se tem medo que outros lhes tirem o protagonismo.
Leva a um abandono das coisas, que é no que, no fundo, estão interessados.
francisco 6 de maio de 2007
Prof. Almendra é mais velho do que eu, sabe muita coisa que eu não sei.
Ninguém é perfeito todos cometemos erros, a mim pouco me importa como me olham ou aquilo que acham de mim, e conselhos bons estou sempre pronto a recebe-los e para aprender estou sempre na primeira "carteira", embora muitas vezes goste de estar na última.
Por vezes ficamos melindrados com tudo e com nada, mas temos de deitar terra em cima e passar a frente.
Um dos problemas que eu vejo é que se começa com muita força e logo se para, desiste-se, e vou meter aqui mais uma história que se pode aplicar a isto tudo.
Uma vez estava eu a vindimar no Ricandeiro "andaba acarrair ubas colas mulas pal trator", de repente vejo um indivíduo ao lado com um Vindimo as costas, que deve pesar entre os vinte e cinco e os trinta quilos, a correr do fundo da ladeira.
Digo eu para mim, não vais levar muitos, no fim do terceiro vomitou tudo o que tinha dentre, e ficou mal disposto, não levou mais nenhum.
Isto só para explicar que é melhor ir devagar de uma forma continuada e nunca desistir.
abraços
zé mialito
almendra outor 6 de maio de 2007
Isso é bem verdade e é por isso que eu continuo e podes crer que cada vez irei aumentando a pressão, por forma a que as pessoas tomem consciência das coisas e os oportunistas não levem a melhor.
Também te vou contar uma história e esta é mesmo verdade e passou-se há bem pouco tempo.
Como não têm argumentos para se defenderem aqui, andam por Sendim a denegrir a internet e a mim como o maior culpado, dizendo que falamos mal das pessoas e denegrimos todo mundo.
Já dizem que não faço mais nada.
Achas que é isso que se tem passado neste blog?
Quem utiliza mais o SAL para se promover?
Mas devagar e com passos firmes vamos em frente.
francisco 6 de maio de 2007
Eu disso aqui não falo, falo de Sendim!
Depois tenho um problema, sempre falei o que penso em casa, na escola, no trabalho, e em todo lados e aqui não é excpção.
Umas vezes perco outras também ganharei.
Depois tenho outro problema, falo sem falar, basta olhar.
Abraços
zé mialito
almendra outor 9 de maio de 2007
Mas o que é falar de Sendim?
Sendim é um mundo à parte?
Conheço um sendinês que diz: "eu gosto das pessoas que dizem as coisas na cara".
Mas eu acrescento "dos outros".
É que ficam chateados e eu não sei porquê?
Milhões de pessoas escrevem na net, pois em Sendim lançaram o boato de que é coisa de malandros, de malfeitores, de gente ruim.
Democratas!!!!!!!!
"Cortaram o bico ao rouxinol. Rouxinol sem bico não pode cantar"
francisco 9 de maio de 2007
Os Sendineses são boa gente.
E só se sente quem é filho de boa gente.
Nós sabemos, que eles sabem, que nós sabemos, aquilo que eles sabem.
Abraços
zé mailito
gaiteiro 30 de maio de 2007
buonos dies! staba aqui a ler este assunto de los fundos! e nu meio de tudo e todo! ai que ber uma cousa! pra ja num tenea a ber cum la regionalizaçon! porque se houbesse regionalizaçon talbez las scuolas, los hospiales ou centro de salud, las bias de acesso,ambestimentos de las ampresas e mais o que podera bir.... num serie um problema agora quando hoube uma distribuição de projectos mal elaborados onde las pessonas que receberam esse dinheiros! compraram bunas casas, buonos jeep´s, motas! e num um hoube uma gestão de investimento para al desenbolbimento de uma area ou outra! hoube sim num mercado d´als jeep´s , imobiliaria, etc....aí me questiono que andam a fazer los angenheiros ou sei alha los licenciados em num sei quei que num fiscalizam, num analizam, num son responsabilizados por los actso ou decisones que tomam! por para muitos que stais a dar la buossa opiniones aqui nal blog! cada beç mais digo que no nuosso pais, todo fai o que quir na gana e als nuossos licenciado cada beç me deixam a desejar la sues qualidades académica! mas esso yé la mi opinion!
2giga 2 de junho de 2007
A Anrique, esse cuitadicos ye deixa-los. Nun bes que mal beian un deneheirico que nun ye deilhes quedan boubicos porque nunca birun nada.
Andan boubicos i fazan de todo para chegar al puleiro. Porque será? se pensares bien ye facele. Nunca furun naide i nun tenen onde cair muortos, anton essa ye la ouportunidade par teneren algo i apuis mostrar-lo als outros.
Son uns tristes cuitados que nun puodan ajudar ls outros porque inda nin sequira se ajudorun a eilhes.
Por esso hai que tener pena deilhes. Ye la purmeira beç que tenen casa (grande), Jeepes, motas, denheiro, etc.
Deixa-los çfrutar.
almendra outor 2 de junho de 2007
Nunca vi um retrato tão bem feito.
É isso mesmo, mas não devemos ter pena deles, devemos é desprezá-los.
São maus, vingativos e perigosos.
almendra outor 31 de agosto de 2007
Não vale a pena comentar.
almendra outor 1 de setembre de 2007
Começou a caça aos subsídios.
almendra outor 2 de setembre de 2007
Porque é importante, mais uma vez chamo à atenção para lerem e meditarem no texto que deu início a este blog.
É tempo de agir.
francisco 4 de setembre de 2007
Se começou a caça aos subsídios, era preciso senhor professor aprender com quem sabe a caçar um subsídio para pintar a parede poente a que está em cima do teigão das uvas tintas. Já está bem descascada.
zé mialito
almendra outor 4 de setembre de 2007
Tens toda a razão.
Mas eu não sou de tráfico de influências nem de andar de chapeu na mão.
Ainda hoje pus o problema disso e não só.
Temos projectos mas ainda não há verbas.
Dentro de dias falamos.
Até vou explicar como se faz.
Os outros não sabem mais.
francisco 5 de setembre de 2007
Cada um faz pola vida da maneira que pode.. Que há muita gente que se tem desenrascado bem nesta área, também há.
Mas como alguém cantava: "eu sou como a toupeira escondo-me de quem nós inveja a vida e tira pão".
O que me parece é que quem está frente das instituições de caractér público, pouco tem feito para "arrecadar" alguns desses fundos, por motivos diversos.
Instituições como juntas associações cooperativas e outras instituições sem fins lucrativos, não retiram verbas que em minha opinião lhe são devidas, quer por falta de inercia de quem as dirige, quer por motivos políticos, ou por falta de informação que as coisas existem.
zé mialito
almendra outor 5 de setembre de 2007
www.atenor.blogs.sapo.pt