O aumento da riqueza, irá permitir uma melhor distribuiçãO? Irá diminuir as desigualdades? O desiquilibrio Norte/Sul, poderá conduzir a uma catástrofe? Cerca de metade da população africana vive com o equivalente de 1€ diário. A Europa vai ou não estar sujeita a uma forte pressão migratória vinda do Sul?
Válter Deusdado
65 repuostas
francisco 18 de abril de 2007
Boas tardes senhor Valtér...
Para um grande tema têm que haver uma grande resposta. Agora é que o Blog está animado. Eu tenho que me preparar para este grande tema, nesta altura é quando o trabalho aumenta duplica, triplica mas virei a este tema mais vezes concerteza.
Já agora convido a comentar os temas abaixo, aqueles que achar que deve participar.
Abraços
zé mialito
adeusdado outor 19 de abril de 2007
Caro Mirandés Francisco
Comentarei seguramente alguns dos temas que refere, naquilo que for capaz. Aproveito para o informar que por motivo de uma cirurgia a ter lugar amnhã, ficarei, presumo eu, uma a duas semanas ausente desta participação, mas tenciona voltar ainda com mais força.
Um abraço Mirandés
Válter Deusdado
francisco 19 de abril de 2007
Bom Valter que tudo lhe corra bem, e que venha com saúde que aqui nos encontraremos.
E o que lhe posso desejar.
Abraços
zé mailito
amadeu 19 de abril de 2007
Caro Válter,
Bai todo a correr bien.
Nós asperamos por ti i pormetemos que nun resolbemos ls grandes porblemas de mundo sien tu benires: dun lhado eilhes son mui grandes i doutros lhado nós somos mui poucos.
Bamos fazendo l que podirmos.
Un abraço arrochado i até qualquiera die eiqui ne l SAL
almendra 21 de abril de 2007
Todos ls que cumo tu stán cun l SAL son de la nuossa familia. Podemos renher, mas cumo diz l dito "Nun gusto de miu armano mas que naide l ponga la mano".
Que todo tenga corrido bien i ua brebe recuperaçon.
Ze Chico
Ana Maria F 24 de abril de 2007
Este tema é importante!
Há dias, vi uma reportagem na televisão...
Um jornalista, Daniel Grandclément, conseguiu filmar (Nunca isso tinha acontecido!) Etíopes e Somalis que, aos milhares, fogem à guerra e à fome de que são vítimas desde há muitos anos nesses dois países que são a Etiópia e a Somália, considerados como entre os mais pobres que há no mundo, e tentam atingir de barco, em péssimas condições, correndo riscos enormes, as costas do Iémen, país situado do outro lado do golfo de Áden, entre o Mar Vermelho e o Oceano Índico... O título da reportagem, “Os mártires do Golfo de Áden”, já falava por si...
Decidido a mostrar ao mundo e a denunciar os dramas vividos por esses emigrantes dessa parte da África que tentam atravessar clandestinamente, desde há pelo menos dez anos, esse golfo onde é sabido que o mar é particularmente perigoso (Segundo a ONU, houve entre 1200 e 1700 desaparecidos só no ano de 2005; no entanto quase na indiferença geral), Daniel Grandclément conseguiu convencer passadores (o que não foi fácil!) a filmar e a acompanhar mais de 128 homens (e apenas algumas mulheres e crianças), numa pequeníssima embarcação de apenas 10 metros de comprimento durante uma travessia que chegou a durar três dias, mais do que estava inicialmente previsto...
Aquilo que vou tentar relatar ainda mostra que é um autêntico milagre o filme ter chegado a existir!
Com temperaturas elevadíssimas (“Des températures du diable!” como chegou a comentar o jornalista) e quase nenhum toldo dentro da pequena e muito frágil embarcação que avariou por duas vezes, todos iam apertadíssimos uns contra os outros, sem poderem mexer ou mudar de posição para evitar que o barco abanasse muito, cheios de fome e de sede ou lançando fora a pouca comida que tinham conseguido levar; e o que era inevitável aconteceu: alguns começaram a sentir-se mal e a queixar-se; a reacção dos oito passadores então foi imediata, mandando-os logo calar e ameaçando-os com chicote; e foi isso que aconteceu a muitos várias vezes, até ao próprio jornalista: em plena cara e com uma brutalidade inacreditável, com o risco (pior ainda!) de serem lançados ao mar caso não se calassem! Muitos até pensaram em suicidar-se durante a travessia; até o próprio jornalista.
Ao cabo do terceiro dia, em plena noite, já perto das costas iemenitas, os passadores, brutalmente, deram ordem para os infelizes passageiros se lançarem todos ao mar para atingir terra firme obrigando-os a deixar as bagagens que alguns tinham no entanto conseguido levar, sem se importarem sobretudo com o facto de a maior parte não saberem nadar...!
Numa das praias onde acostaram aqueles que lá conseguiram chegar, completamente exaustos e a tremer de frio e de medo, aconteceu por acaso que outros jornalistas suiços e ingleses estavam à espera para filmar também a chegada de passageiros clandestinos como eles... Estavam presentes também guardas costeiros iemenitas que tentam controlar a chegada de imigrantes clandestinos num territótio que beneficia, como outros também no Médio Oriente, duma fonte de riqueza que torna esses países atractivos: o petróleo... O jornalista inda chegou a ser encarcerado e duas das três máquinas de filmar que tinha entretanto conseguido transportar a nado foram apreendidas...
O certo é que a reportagem acabou por se fazer apesar de tudo e de todas as dificuldades encontradas. Daniel Grandclément assim como os jornalistas suiços e ingleses presentes na praia onde desembarcaram os emigrantes etíopes e somalis têm como objectivo agora mostrá-la também à Comissão para os Direitos do Homem que depende da ONU com sede em Geneva e fazer reagir a Comunidade Internacional ...
Contar e falar de tudo isto para quê neste SAL?
Sou filha de emigrantes e dum pai que chegou a ser clandestino também, há já quarenta anos...
Hoje, nesta época tão opulenta que é a nossa, trinta, quarenta, cinquenta e mais anos ainda depois de nós Portugueses termos emigrado também, aos milhares, em particular nos anos sessenta, por mais incrível que pareça tudo é pior e mais trágico para aqueles Etíopes e Somalis, mártires do golfo de Áden, e muitos e muitos outros mártires de todos os cantos do mundo; mundo onde ainda há fome, guerras e desilusão.
Não me lembro, não, de alguma vez ter ouvido contar casos tão dramáticos ou semelhantes(1) que tivessem acontecido a emigrantes portugueses, conterrâneos nossos por exemplo, só porque sonhavam (como ainda hoje os Etíopes e os Somalis...) poder um dia nunca mais ter fome, nunca mais ter sede, nunca mais ter medo...
Que mundo é este em que vivemos?
Como é possível que haja ainda, em 2007, tanta miséria, violência e barbaridade?
Fechar os olhos e recusar ver a realidade que nos rodeia ou baixar os braços também é aceitar que novas guerras e revoltas se preparem e que as emigrações clandestinas com os seus dramas e tragédias nunca mais acabem...
E quem nos garante que a nós também não nos poderia ainda um dia acontecer a mesma coisa que o que está a acontecer aos Etíopes e aos Somalis, há já tantos anos, no entanto na indiferença quase geral? Achamos que nada disso nos poderia acontecer? Enganamo-nos; enganamo-nos muito!
Mas esperemos que não!
1. As únicas (e certamente raras) descrições de viagens em que emigrantes portugueses viajavam também em péssimas condições como no tempo da escravidão quase (de barco até aos Estados Unidos da América e até ao Brasil por exemplo), lembro-me de as ter lido no romance Emigrantes de José Maria Ferreira de Castro. Ele também foi emigrante. Em 1911, depois da instrução primária, órfão de pai, foi enviado para trabalhar num armazém em Belém do Pará e depois em plena floresta amazónica num seringal, numa altura em que o látex (borracha natural extraída de árvores da floresta) se tinha tornado o ouro branco no Brasil; mas apenas para alguns!
2. Para quem estiver ainda interessado e queira saber mais sobre “Os mártires do Golfo de Áden” (Les martyrs du golfe d’Aden), aconselho por exemplo o seguinte sítio onde poderão ver on line um dos programas que passou ultimamente num dos melhores canais franceses, France 5 Arte, em que foi apresentada e comentada a reportagem , com a presença do jornalista, Daniel Grandclément, e uma jornalista suiça:
http://www.france5.fr/asi/ Continuem depois a procurar o programa indicando o título da reportagem (em francês) no âmbito do programa “Arrêt sur images”...
almendra 24 de abril de 2007
Ye por saber desso todo i tener passado por cousas eiguales que you me rebolto.
Fui para França en 1963 nun camboio cheno de gente als montes i que mais pareci ganado. Muitos íban sin belhete.
Dromi nun carro bielho i miu pai murriu en Fraça.
Para l traer muito sendinês me ajudou i até de ls pobos en redor de Sendin.
Tenie you 19 anhos i cunsegui traer-lo. I mesmo murto passou la fronteira, meio clandestino. Siempre hoube gente mala i buona.
Cumo puodo you nun ajudar a quien me ajudou?
Muitos fálan fálan, mas que sáben de la bida?
Un abraço
Zé Chico
Ana Maria F 24 de abril de 2007
Sabie que sou pai chegou a star an França, Zé, mas nun sabie que tenie falecido alhá i que mesmo muorto passou la frunteira “meio clandestino”... Essas cousas márcan por cierto para la bida anteira. Anfelizmente.
Mas nun cuncordo anteiramente cun todo.
Fui an 1966 que fumos tamien para la França; miu pai yá staba alhá fazie dous anhos. L comboio tamien staba cheno de giente (siempre stubírun). Habie ninos tamien (You era un deilhes). Zde l Sul de la França, mudábamos cinco bezes pulo menos para chegar a Sendin i la mesma cousa para ir outra beç para la França (dous autocarros i três comboios diferentes)... La mesma biage que hoije fazemos de carro an 10 horas duraba na altura dous dies i chegábamos cumpletamente maçados.
Mas ne l meio de todo, tamien me lembro de cousas felizes, simples i até cómicas...
Cuntino a pensar l mesmo: l que bíben hoije ciertas populaçones de África ye ancumparablemente mais trágico i scandalosamente mais cruel que todo l que nós yá bibimos... an 2007! Mas esso nun ye toda la giente que lo antende i aceita de l antender. Ye por esso que tamien hai tanta miséria.
Ls colonizados de onte cuntínan a sofrer mais, hoije, que ls antigos colonizadores. I nun penso que m’anganho.
Cumprimentos
almendra 25 de abril de 2007
Também conheço bem a Africa. E vi muita coisa, também sei bem o que se passa em Darfur, no Congo e em muitos outros países do mundo. Mas em Portugal, hoje, passam-se verdadeiras misérias humanas também. E discutimos ninharias e defendemos pessoas que nos deviam merecer o maior asco. Como se pode aparecer diante de gente e ser cumplice de tanta miséria?
Como se pode ter tanta vergonha e se querem julgar pessoas, quando não olhamos para dentro de nós.
Vêm dizer-me que sou lírico, que o mundo é assim e não vamos nós mudá-lo.
Quem assim pensa não quer mudar, não. Tem tudo.
Exijamos pelo menos, respeito. Temos direito a ele.
O homem começou a viver em sociedade para poder viver melhor. Aceitou o Estado para se proteger melhor. Como pode a sociedade escravizar o homem? Como pode o Estado querer dominar o homem em vez de o proteger?
Uma nova era vem aí.
Disso não tenham dúvidas.
Dizia o Carlos que vai doer. Pois vai, mas não ao povo que já tem muita dor. Talvez a ele e outros como ele.
Ana Maria F 25 de abril de 2007
Mas que nova era vem aí então ?
Podia explicar melhor ?
Cumprimentos.
almendra 25 de abril de 2007
O mundo não anda para trás.
A era em que os ricos deixarão de ser mais ricos e os pobres menos pobres.
A era em que as pessoas tenham mais cultura e que esta não seja só de uma elite que se auto-intitula de senhora da verdade.
A era da verdade e da justiça.
Só quem não conhece a vida e o mundo não se apercebe que as mudanças começaram.
Os intocáveis começam a cair.
A democracia formal está a ser sbstituida cada vez mais pela democracia de valores.
A riqueza ou é distribuida por todos ou as migrações a isso obrigarão, por meios cada vez mais violentos.
Ana Maria F 25 de abril de 2007
E não acha então que as escolhas políticas também podem ser determinantes ?
Cumprimentos.
almendra 25 de abril de 2007
Podem,não. São determinantes.
Um abraço
francisco 25 de abril de 2007
Os modelos sociais assente em estados democráticos estão se a esgotar, isso é uma realidade. A democracia é sem dúvida o melhor modelo político, mas muitos aproveitam-se das lacunas da democracia para adquirirem aquilo que pretendem.
Não há dúvidas, que 80% da riqueza mundial se encontra nas mãos de menos de 10% da população mundial, este é um pressuposto mas que não se têm alterado a longos anos. Alterar esta realidade não seria um desafio, deveria ser um objectivo. Mas para isso muito sangue têm que ser derramado, muitas lágrimas têm que ser arramadas, e muito suor têm que ser escorrido, para eliminar os interesses instalados, quando isso vai ser possível é uma boa questão.
Muitas realidades encontram-se assim pobres porque em vez de os ensinar a pescar deram-lhes peixe. Outras encontram assim, porque o meio que os rodeia é escasso em recursos.
Para mim dois dos países que podiam dominar o mundo são daqueles em que a realidade do texto inicial quase assenta, e em que há muitos indivíduos que movimentam uma duas três vezes mais dinheiro que o orçamento de estado do nosso país gere, enfim são as realidades que temos.
Ana Maria F 25 de abril de 2007
E para voltar às escolhas políticas...
Qual é a melhor direcção a tomar: esquerda ou direita?
É a este tipo de pergunta (Já foi eliminado o candidato do centro) que vamos ter que responder para a segunda volta das eleições presidenciais,aqui neste outro país da Europa,daqui a menos de 15 dias.
Domingo, votaram 85% do eleitorado. Parece que os Franceses se estão a apaixonar pela política. E o meu coração, politicamente, bate por Segolene.
Dizei então de que lado vos situais também. Em Portugal, a escolha é do mesmo tipo: esquerda, centro ou direita?
Podem alguns estranhar que de repente se fale tanto de política nesta rubrica. No entanto, chegou-se a uma conclusão: são determinantes as escolhas políticas na distribuição da riqueza...
Agora é necessário definir de que lado se situam as escolhas...
Nas urnas, a pergunta para nós vai ser simples: esquerda ou direita? Então?
almendra 25 de abril de 2007
As eleições em França a mim não me dizem nada.
Isso de esquerda e direita é dialéctica do século passado.
Mas posso dar a minha opinião.
Politicamente as duas escolhas são más.
Fica a pessoa.
Se tivesse que votar, votava Ségolène Royal.
Ana Maria F 25 de abril de 2007
Lembra-se da frase de Salazar: “Sós, orgulhosamente sós!”?
Dizer em 2007 que “as eleições em França não lhe dizem nada” acaba por ser a mesma coisa!
Como pode dizer uma coisa dessas sabendo que a França (país da Europa também!) fica apenas a uns 1000 kms de Portugal? Não é a lua a França!
Não é lá que residem também 800 000 compatriotas seus? Ou acha que é pouco, pouquíssimo (sem importância!) sabendo no entanto que é um dos países do mundo onde vivem mais Portugueses fora de Portugal? Não tem importância isso? Também não deve ter importância certamente o facto de a França continuar ainda a ser o país onde os emigrantes portugueses continuam a mandar mais remessas para Portugal?
Com toda a sinceridade, não acha que estes dados não são razões suficientes para esperar outra opinião (e sobretudo mais consideração) da sua parte, como de outra pessoa qualquer, em relação a esse país que continua a acolher, quer queira quer não, tantos compatriotas seus?
Não comece por dizer preto para acabar depois para dizer branco. O seu discurso acaba por não ser coerente.
A mim, tudo me interessa: Portugal, Espanha, França... Europa, América, África... o Mundo inteiro!
O que queremos? Viver sempre num buraquito “Sós, orgulhosamente sós” ou pelo contrário começar finalmente (Já não é sem tempo!) a ter uma visão mais moderna e progressista das coisas?
E para voltar a Segolene Royal...
Numa entrevista que deu hoje na televisão, falou também de imigração e da miséria que há particularmente em muitos países de África...
São as ideias e os ideais que ela defende que a mim me interessam mais que a pessoa. E por acaso, noto que não tem medo nenhum de dizer que é de esquerda da mesma maneira que o candidato de direita também não tem medo de dizer que é de direita. Os eleitores até apreciam essa honestidade e acabam por se apaixonar por estas eleições.
Ou será que na sua opinião a honestidade também passou de moda e é dialéctica do século passado?
De facto, notamos que nem toda a gente tem a coragem de dizer afinal se é de esquerda ou então de direita... Talvez seja por isso que o mundo anda tão mal!
2giga 26 de abril de 2007
Squirda, dreita, centro? mas que ye esso? Ua strada? nunca cheguei a antender, alguien que me splique.
Oubrigado
almendra 26 de abril de 2007
Mas quem diz que Segolene ou Sarkosi ou lá como se chama são mais que eu?
Mas se eles ainda pensam em esquerda e direita é porque vivem num mundo irreal.
Daí eu não acreditar na sua política.
E as eleições não vão resolver nada.
Que se importa um francês com as nossas eleições?
Sejamos realistas, o mundo é global e a França não ensina nada.
Era a 7ª. potência e isso de esquerda direita fez dela a 17ª.
E vai acabar como em 1914 e em 1939.
Sou muito coerente e ninguém me obriga a ser de lado nenhum.
Eu sou do povo, vivi com o povo, vivo com o povo e quero viver como povo.
Isso de intelectuais de não sei quê e para quê já passou de moda.
2giga 26 de abril de 2007
Ora pus tá claro. Porque se sou lhibre, tamin l tengo que ser an eideias. I se hoije me chalda tener o ser de un cierto eidial manhana puode-me apetecer ser de outro. Naide manda an naide i esso de birar la casaca son eideias de cabeças retrogadas. Las cousas demudan cumo l bento i quein nun quir acreditar nesso anda noutro mundo.
Todo son dicotomies, fui assie que Dius fizo las cousas. L mal-l bien, alto-baixo, gordo-magro, rico-pobre. Nós somos l que quieremos i l que sculhemos. Hoije puodo star mal, mas manhana puodo star bien i esso de mal i bien nun eisiste, son apenas nomes que l home ambentou para poder çfrenciar l lhado an q se ancuntraba, para poder acumparar, doutra maneira nunca poderie saber l que era malo sin star malo i sin saber l que era l cuntrario, star bien.
La fame poderie acabar manhana, bastaba para esso que l home quejisse.
almendra 26 de abril de 2007
E isso de Salazar, sempre Salazar, mas não sabem falar de mais nada?
E agora?
Há porventura liberdade?
O sistema é o mesmo.
Mandam os que lá estão e o resto cala o bico.
Por isso eu digo que tem que mudar.
Salazar não volta está descansada o que temos é que lutar contra quem nos escraviza todos os dias.
Quem mantém a miséria no mundo.
Se os franceses vivem bem é porque muitros povos não têm que comer.
Acabem com os nacionalismos doentios.
O mundo é de todos.
Mas parece que tens uma ideia formada sobre as pessoas.
Eu nunca fui nem serei de direita nem esquerda, pois nunca soube o que era isso.
Sou inteligente, penso por mim e não vou a reboque de pensadores ou filosofos, que por muito bons que tenham sido, são passado.
2giga 26 de abril de 2007
Se nenhue grupo ou pensamiento te chalda, faç tu un grupo, cria tu un pensamiento nuobo.
Quaije pareço un padre lol, mas essa ye la mie berdadeira filosofie.
Ana Maria F 26 de abril de 2007
Parece que ficaram nervosos de repente…
Debater ideias incomoda sempre. Por que será?
almendra 26 de abril de 2007
Ninguém fica nervoso, o que penso é que, discutir essas ideias é como se hoje estivessemos a discutir se deviamos usar um machado de pedra lascada ou um de pedra polida.
Discutir esquerda e direita hoje em dia é igual, já não faz sentido.
Será que não estamos no SEC.XXI?
Vamos discutir a politica dos faraós?
Se é num contexto histórico muito bem, agora com vista ao nosso futuro, não.
Aconselho a ler "LES GOULAGS DE LA DÉMOCRATIE" de Angela Davis.
Um abraço
Almendra
francisco 26 de abril de 2007
Em certos países uns são democratas outros são liberais, em outros uns são outros conservadores outros radicais, em outros uns são de direita outros são de esquerda e outras centristas, no fim é tudo igual só muda o nome, e muitos não contribuíram em nada para o melhorar a distribuição das riqueza, pelo contrário contribuíram para um aumento das clivagens.
Em França eu se calhar fazia como faço em Portugal, dobrava o papel e vinha-me embora.
Mas Ségolène parece-me ser a pessoa mais acertada, embora já lê-se que é uma pessoa demasiado feminista, e meteu o pai em tribunal.
Li no Público de ontem, que os ricos da alta costura que estabelecidos junto ao Eliseu lhe têm medo porque vai aumentar a carga de impostos sobre o património, ora por isso acho que deve ser eleita.
Cada um dos candidatos têm um bom padrinho, o de Ségolène é Jaques Delors, ex -Presidente da União Europeia que teve o seguinte elogio do nosso presidente da República "ainda esta para nascer o próximo líder europeu" quando ele abandonou Presidência, portanto se lhe seguir o exemplo talvez seja um bom líder.
zé mailito
Ana Maria F 26 de abril de 2007
Olha, Zé: a propósito da personalidade da candidata Segolene Royal (a única, neste momento, a representar as forças e sensibilidades da Esquerda nestas eleições presidenciais em França)...
Mas antes uma informação importante: sempre ouvi dizer que a constituição francesa atribui à/ao presidente da República mais poderes do que em Portugal por exemplo e talvez também noutros países. Daí a forte participação dos eleitores franceses que sabem que estas eleições são da maior importância.
E agora para voltar à Segolene...
Ainda nunca ouvi ninguém aqui em França queixar-se e dizer que ela é “demasiado feminista”. O que é que te surpreende: o facto de ela nunca ter casado mas ter quatro filhos (entre 23 e 14 anos) com o mesmo homem que é o actual primeiro secretário do Partido Socialista em França...?
Cada vez mais, vamos ter que nos habituar a situações fora do vulgar como esta; em França como em Portugal, estou convencida!
“Meteu o pai em tribunal” disseste Zé. É qualquer coisa que aparece em todas as biografias: Tinha 25 anos e o pai, militar de carreira muito autoritário e tradicionalista, recusava financiar os estudos dos filhos.
Sabes o que penso? É um bom exemplo! Há pais tiranos também que não assumem plenamente os seus deveres e que no entanto por vezes têm a possibilidade de ajudar. Neste caso, o dever da justiça é intervir também e defender quem precisa mesmo quando são os filhos que reclamam aos pais.
E para acabar: o facto de ela ter nascido e vivido em Dakar, a capital do Senegal, assim como nas Antilhas também contribui para tornar a personalidade dela interessante.
E depois o que mais interessa é isto: as ideias e os ideais que ela defende... !
Que meu primo Zé Almendra não desespere! Também havemos de falar de Ângela Davis e de democracia; mas que não haja equívoco: é o sistema americano que ela põe sobretudo em causa. Sistema que no entanto serve de modelo para certos partidos da Direita aqui na Europa.
A estrada existe evidentemente mas há-os que mesmo adultos afirmam continuar a não saber onde está a Direita e onde está a Esquerda... Pretendem assim ser filósofos! Esperemos simplesmente que tiraram a carta em boas condições. Nunca se sabe!
francisco 26 de abril de 2007
Nada disso me precupa Ségolène até podia ser casada com uma mulher, e Sarkozy com um homem, desde que não possam aceder a adpção, que aí a minha mentalidade ainda não chegou, mas posso um dia mudar. Por acaso na pesquisa que fiz confirma o que voçe disse acerca dela. Mas para ocupar deerminados lugares as pessoas devem ser muderadas e não muito radicais, mas nem deus que foi deus agradou a todos, quanto mais Ségoléne.
Abraços
zé mailito
telmo 27 de abril de 2007
Antes de mais peço desculpa à malta residente do blog Sendinês, pelo facto de nestes últimos tempos, não ter intervido com regularidade sobre os temas lançados, que por sinal são muito oportunos e interessantes para Sendim.
Excepto este tema, que até parecia um bom tema, eis que aparece mas mais uma vez a Senhora Ana Maria a estragar tudo, pois levou-o para o campo que ela mais gosta, trata-se da Plitiquice Filosófica, mas desta vez Francesa.
Na minha opinião, o que vai acabar por acontecer em França, (ainda ontem falava com o meu tio que está em Paris de França) vai acabar por vencer o candidato da “Farinha Sarkosi” contra a candidata do “Fermento Royal”, pois com um ainda se fazem fogaças com o outro só se acrescenta o tamanho da fogaça.
São João Faça bom pão
São Vicente o acrescente
1 abraço, e vive la france
francisco 27 de abril de 2007
Dius, bós de bunas tardes senhor Valtér Deusdado yá bós bia a la jinela de les outelizadores!
Então a operação correu bem, espero eu?
Olhe que temos que contribuir para o aumento da riqueza e para melhorar a sua distribuição como peesoas destes mundo.
Abraços e as melhoras...
zé mailito
francisco 27 de abril de 2007
Dius, bós de bunas tardes senhor Valtér Deusdado yá bós bia a la jinela de les outelizadores!
Então a operação correu bem, espero eu?
Olhe que temos que contribuir para o aumento da riqueza e para melhorar a sua distribuição como peesoas destes mundo.
Abraços e as melhoras...
zé mailito
Ana Maria F 27 de abril de 2007
Há muito respeito na sua maneira de falar, Sr Telmo !
Lembra muito aquela que usam certas pessoas e partidos mais à direita dessa Direita de que fala e que compara com fogaças…
Fez bem também de mencionar aos analfabetos que somos de que Paris se trata ; Ainda há tanta gente ignorante neste SAL que nem sabe onde se situa Paris e quem sabe : até a França !
(france, sem maiúscula !)
A receita para fazer fogaças também não a conhecíamos : essas fogaças abençoadas por esses dois santos padroeiros de que não conhecíamos a existência… perdão : padeiros !
Dê-nos agora a receita milagrosa que poderia matar a fome neste mundo de Cristo. É esse o tema essencial que foi proposto pelo Sr Válter. Vai-nos aprender uma quantidade de coisas que ignoramos, tenho a certeza !
telmo 27 de abril de 2007
Era o que fazia falta, agora ter de a aturar Senhora Ana Maria.
Gosto mais de fazer do que gosto de falar ou mesmo escrever, mas acredito que seja apenas uma questão de gostos.
Se não tiver mais que fazer, continue a despejar aqui as suas azias, pois com elas acaba sempre por nos (aprender?) algo…
Na melhor nódoa cai o pano!!!
Ana Maria F 27 de abril de 2007
Depois de nos ter dado o seu parecer politico-religioso sobre os processos de panificação, quer então agora levar-nos visitar uma lavandaria?
Mas esquece o essencial: o tema da dissertação é a pobreza no mundo e a distribuição das riquezas!
Parece que está constantemente a fugir ao tema... Porquê?
Ana Maria F 28 de abril de 2007
E aqui vai para todos aqueles que lutam pela liberdade o canto da Resistência, em francês, (criado durante a Segunda Guerra Mundial para servir de sinal de reconhecimento contra as tropas da ocupação alemã)
Podem também ouvir o canto on line: há mil e uma versão musical; umas mais modernas e actuais que outras...
Façam assim :
Procurem « Le chant des partisans » na Wikipédia, versão francesa. No fim da página, está indicada a possibilidade de ouvir diferentes versões: “différentes interprètations du chant des partisans”; Pessoalmente, aquela que eu prefiro é a de Marc Ogeret. Logo acima, está mencionada a versão também interessante de Catherine Ribeiro, cantora de origem portuguesa; uma das versões mais modernas e actuais é a do grupo Zebda.
A wikipédia não menciona o seguinte que é importante no entanto. A letra dessa canção foi imprimida pela primeira vez numa tipografia, em Auch, cidade do Sul da França onde residem ainda hoje muitos Sendineses. Foi por causa desse texto ter sido imprimido que a directora da tipografia foi condenada à deportação...
Eis a letra:
Ami, entends-tu le vol noir des corbeaux sur nos plaines ?
Ami, entends-tu les cris sourds du pays qu'on enchaîne ?
Ohé partisans, ouvriers et paysans, c'est l'alarme !
Ce soir l'ennemi connaîtra le prix du sang et des larmes.
Montez de la mine, descendez des collines, camarades,
Sortez de la paille les fusils, la mitraille, les grenades;
Ohé les tueurs, à la balle et au couteau, tuez vite !
Ohé saboteur, attention à ton fardeau : dynamite ...
C'est nous qui brisons les barreaux des prisons, pour nos frères,
La haine à nos trousses, et la faim qui nous pousse, la misère.
Il y a des pays où les gens aux creux des lits font des rêves
Ici, nous, vois-tu, nous on marche et nous on tue, nous on crève...
Ici chacun sait ce qu'il veut, ce qu'il fait quand il passe ;
Ami, si tu tombes, un ami sort de l'ombre à ta place.
Demain du sang noir séchera au grand soleil sur les routes
Sifflez, compagnons, dans la nuit la liberté nous écoute...
Que ninguém diga que este texto não tem nada a ver com o tema que propôs o Sr Válter; se alguém ainda duvidar, que leia! Que leia melhor!
amadeu 28 de abril de 2007
Oubrigado Aninhas, pul hino que you nun coincie i muito menos la stória que ten a ber cula sue ampresson.
Ampressiona lhougo l'eimaige al ampeço, de ls cuorbos alredror com sou bolo negro na prainada.
Nun sei se to la giente antende l francés: podie ser antressante traduzi-lo.
Anquanto houbir quien lhuite pul que ye justo l mundo bai palantre, nien que seia mui debagarico.
almendra 28 de abril de 2007
Aí vai a tradução:
1
Avante,filhos da Pátria,
O dia da glória chegou.
O estandarte ensanguentado da tirania
Contra nós se levanta.
Ouvís nesses campos rugírem
Esses ferozes soldados?
Vêm eles até nósDegolar nossos filhos, nossas mulheres.
Às armas cidadãos!
Formai vossos batalhões!
Marchemos, marchemos!
Nossa terra de sangue impuro se saciará!
2
O que deseja essa horda de escravos
de traidores, de reis conjurados?
Para quem (são) esses ignóbeis entraves
Esses grilhões há muito tempo preparados?(bis)
Franceses! Para vocês ah! que ultraje!
Que elans deve ele suscitar!
Somos nós que se ousa criticar
sobre voltar à antiga escravidão!
3
Que! essas multidões estrangeiras
Fariam a lei em nossos lares!
Que! as falanges mercenárias
Arrasariam nossos fiéis guerreiros(bis)
Grande Deus! por mãos acorrentadas
Nossas frontes sob o jugo se curvariam
E déspotasvís tornar-se-iam
Mestres de nossos destinos!
4
Estremeçam, tiranos! e vocês pérfidos,
Injúria de todos os partidos,
Tremei! seus projetos parricidas
Vão enfim receber seu preço!(bis)
Somos todos soldados para combate-los,
Se nossos jovensheróis caiem,
A França outros produz
Contra vocês, totalmente prontos para combate-los!
5
Franceses, em guerreiros magnânimes,
Levem/carreguemou suspendam seus tiros!
Poupem essas tristes vítimas,
que contra vocês se armam a contragosto.(bis)
Mas esses déspotas sanguinários
Mas esses cúmplices de Bouillé,
Todos esses tigres que, sem piedade,
Rasgam o seio de suas mães!...
6
Entraremos na batalha
Quando nossos antecessores não mais lá estarão.
Lá encontraremos suas marcas
E o traço de suas virtudes.(bis)
Bem menos ciumentos de suas sepulturas
Teremos o sublime orgulho
De vingá-los ou segui-los.
7
Amor sagrado pela pátria
Conduza, sustente nossos braços vingativos.
Liberdade, querida liberdade
Combata com teus defensores!
Sob nossas bandeiras, que a vitória
Chegue logo às tuas vozes viris!
Que teus inimigos agonizantes
Vejam teu triunfo e nossa glória.
Fonte: Embaixada da França no Brasil
almendra 28 de abril de 2007
Esta é a marselhesa que o oficial Claude Josephe Rouget de Lisle, da divisão de Strasburgo, compôs em 1792.
Foi a Convensão da Revolução Francesa que declarou a canção como hino nacional de França em 14 de Julho de 1795.
E já agora como curiosidade, foi na noite de 25 para 26 de Abril que foi feita a canção, em colaboração com o perfeito de Dietrich.
Intitulava-se "Canto de Guerra para o exército do Reno"
amadeu 28 de abril de 2007
Oubrigado Zé Chico, mas l que poniste cuido que ye la Marselhesa (?? i nó l hino de ls partisanes que puso Aninhas. Se mirares bien, berás que nun bate...
almendra 28 de abril de 2007
You eimendei lhougo a seguir.
Tenes rezon.
Ana Maria F 28 de abril de 2007
Enganou-se de facto, Zé. A tradução que chegou a pôr em linha não é, de forma nenhuma, como também lhe chamou a atenção Amadeu Ferreira, a tradução do “Chant des Partisans” (O Canto dos Partidários).
Este canto (composto em 1943) que serviu (Repito!) de sinal de reconhecimento contra as tropas de ocupação alemã durante a Segunda Guerra Mundial e o Nazismo não tem nada a ver com o hino nacional francês (composto em 1792), “A Marselhesa”...
Não vamos nós agora fazer anacronismos!
Ainda bem que corrigiu... !
Mas quer saber mais uma coisa? Em França, nem toda a gente aprecia esse hino longo e complicado; no entanto, parece que até influenciou “A Portuguesa”, o hino nacional português: “Nota-se na música (do hino português) uma influência clara do hino nacional francês...” indica a Wikipédia. E se prestarmos atenção, na letra também, podemos encontrar semelhanças, principalmente com as seguintes palavras:
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar
Contra os canhões marchar, marchar!
Repare também que a Embaixada de França em Brasília não coloca, no seu site, o hino francês de maneira ostensiva ou flagrante. É necessário pesquisar durante alguns segundos para atingir o dito hino (também traduzido para Português, é verdade! ).
Mas veja bem, Zé! Nesse site, não parece que seja o hino que mais interessa os Franceses afinal: Isso já é como uma peça de museu; qualquer coisa que só serve quase, hoje em dia, para aquecer o ambiente no início dos jogos de futebol! O que parece evidente e que salta à vista é o interesse económico que os Franceses podem ter (Isso sim!) por esse gigante da América Latina que representa o Brasil. Mas disso também se deu conta, tenho a certeza, quando foi ver o tal site em pormenor...
Pois é! Mas nada disto tem a ver com “O Canto dos Partidários” e tão pouco, a priori, com o tema que propôs o Sr Válter...
Até pensei que tivesse sido esse texto de 1943 que tivesse chegado a traduzir; no entanto, por que não o traduz, já agora? Não me diga (porque não vou acreditar!) que não tem tempo!
amadeu 29 de abril de 2007
Esse hino ye mui guapo.
L purmeiro berso, amostra ua grande zgrácia, de muortes sien fin: «Amigo, oubes l bolo negro de ls cuorbos porriba las nuossas prainadas?». El faç-me lhembrar l grande trágico griego Eurípedes, que na sue tragédia «Las Troianas», pon Andrómaca a dezir, delantre de l sbarrulho de Troia i de la grande mortandade de ls sous filhos: «Ansangrados, sténden-se delante de la capielha de la diusa Atena ls cadabres de ls muortos, para que ls cuorbos ls lhieben.»
Mas la repuosta ye bien defrente. Ne l causo de Troia, Andrómaca diç, al ber essa situacion: «Fui essa la sue muorte [de Policena]. Mas l çtino que eilha tubo, assi i todo, ye bien melhor do que l miu, que stou biba». Eiqui Andrómaca stá cun ua postura de muorte, aqueilha que dá pástio als cuorbos. Mas la mai, Hécuba, abisa-la lhougo a seguir que eilha nun pensa bien, i diç: «Nun ye la mesma cousa, filha, morrer-se un ou ber la lhuç de l die. Ua cousa ye nada; na outra stá la sprança». Ora l hino de ls partisanos acaba tal i qual cumo l cunseilho de Hécuba: «... dans la nuit la liberté nous écoute...».
Todo esto para dezir que ye mui amportante la eideia que se ten de las cousas, mesmo quando stamos a falar de la çtribuiçon de la riqueza a nible mundial. I las eideias que se ténen de las cousas, esso ten un nome: política, eidiologie. Fuora desso ye nun chamar ls buis puls nomes.
Tamien tengo que dezir que tengo algues eideias, mui probes pula cierta, mas nun tengo soluçones defenitibas pa l porblema que Válter apersenta. Cuido que hai que ampeçar por querer resolber l porblema, tener ua atitude, las pessonas i ls gobernos. Apuis, ye ua lhuita para muitos anhos.
Á Válter, anton apareces ou nó? Stás bibo i recomendable? Un abraço.
almendra 29 de abril de 2007
Claro que teria muito gosto em traduzir "Le chant des partizans", mas não traduziria por "O canto dos partidários". Este canto foi feito para incentivar a luta dos resistentes contra a ocupação Alemã. E resistente era todo um povo que lutava pela liberdade, nada tinha a ver com tomar partido por nada. A liberdade é um direito de todos e não confundamos as coisas.
Mas quanto à tradução não vejo que seja necessária depois daquilo que escreveu o Amadeu.
Ele traduziu já o essencial.
almendra 29 de abril de 2007
Quanto ao que Amadeu quiz dizer no final e a respeito das ideias que temos sobre as coisas, vem com o velho e relho slogan das ideologias e da política.
Os povos lutam antes do mais pela sobrevivência e pela perservação da espécie. Esta é que é a luta dos povos.
As ideologias vieram mais tarde como ideias, não dos povos, mas de intelectuais que se arrogaram em fachos que os povos deviam seguir já que eles pensavam ter o dom de os alumiar.
A politica e como o nome indica vem de "polis", cidade. A politica é a forma de governar.
Estou a tentar dizer o mínimo para que a maioria melhor entenda.
Ora nós, devemos, cada vez mais, ser povo e pensar como povo e não segundo ideologias e concepções politicas.
Nós sabemos o que queremos e o que nos faz falta.
Doutrinadores para quê?
O governo deve governar e não, mandar.
Chefe não é aquele que se impõe, mas aquele que é aceite.
Quanto à criação de riqueza versus distribuição, só é problema porque as sociedades e os estados subvertem a razão da sua própria existência.
Que cada um de nós saiba produzir mais e melhor e não queira mais do que o que precisa e pouco a pouco o mundo melhorará.
Mas temos que lutar contra os ditadores, os corruptos, os oportunistas, os partidários, os que vivem à sombra do trabalho dos outros...
amadeu 29 de abril de 2007
Oulá Zé Chico,
Fazes-me rir cun essas tues tiradas contra la política i la eidiologiie. Tu sós l mais grande político i eidiólogo de todos, bonda ler l que scribes eiqui. Mira que nun falei an partidos, anque ende you tenga eideias defrentes de las tues: nun tengo partido zde 1982 i nun tornarei a tener, mas ls partidos fázen faltan anquanto nun se ambentar algo melhor. Falas-me an «pólis» i apuis benes-me contra la política, que ye la arte de gobernar la «polis»? Esses chabones que botas para fuora pensas que ban a antusiasmar a quien ou stás mesmo cumbencido que ban a resolber un solo porblema que seia, seia de Sendin seia de l Mundo? Se stás cumbencido desso, anton arreia-le cun fuorça i nun pares...
L que me custa a antender ye cumo tu t'antendes a ti mesmo, de tan cuntraditório ser l que dizes...
I quedo-me porqui, que acho que yá falei mais do que debie, que estas cumbersas nun mos lhieban a lhado nanhun. Inda me puode dar para atacar pessonas an beç de eideias i esso serie cousa que nunca me perdonarie.
Un grande abraço Zé Chico, cun muita salude para ti i para ls tous.
Amadeu
almendra 29 de abril de 2007
Mas eu não quero convencer ninguém, apenas alerto para que se não deixem convencer pelo que os outros dizem, mas que pensem.
Quanto a contradições não vejo onde?
Politica é a arte de governar, pois é isso mesmo que eu quero que as pessoas vejam. Que governar é uma arte. Mas nem todos podem ser artistas desses.
Quanto a mudar o mundo isso não é com as minhas ideias porque eu não quero mudar nada. Quero é que deixem o mundo seguir o se normal caminhar.
E isso de atacar pessoas bota-le, pode ser que se faça luz. A luz que tem andado escondida.
Um abraço
Zé Chico
Nota:
Vale sempre a pena discutir ideias ainda que sejam as mais disparatadas.
E não te zangues.
Ana Maria F 29 de abril de 2007
Complica inutilmente as coisas, Zé Almendra !
Já andei à procura de informações em relação à palavra “partisans” (com “-s-“!)... Procure também (na Web por exemplo) e vai ver que a tradução que é dada é sempre “Canto dos Partidários”.
Irrita-o a palavra “Partidários”? A mim não me irrita nada!
Olhe, como somos ambos professores, vou-lhe contar apenas o seguinte:
Um dia, tinha eu à volta de quinze anos (Estávamos mais ou menos em 1976), aconteceu em plena aula que a professora de História que tínhamos (casada com o então Presidente da Câmara de Auch, antigo resistente) saiu da sala porque de repente lhe vieram as lágrimas aos olhos...
Estávamos a ouvir a gravação do discurso de homenagem a um dos maiores resistentes e herói da Resistência em França (falecido em Julho de 1943, depois de ter sido torturado pela Gestapo), Jean Moulin, proferido em dezembro de 1964, aquando da transladação das cinzas para o Panthéon, por um dos ministros mais célebres (até hoje penso até!) do tempo do General De Gaulle: André Malraux... (*)
A voz do ministro era muito solene e comovente e acabámos por saber que a nossa professora, Madame Laborde, ela também tinha vivido de perto a Resistência e o marido também...
Hoje cada um de nós pode em poucos segundos encontrar dados (inúmeros!) sobre Malraux e Jean Moulin; até o discurso de homenagem de 1964 podemos lê-lo e até vê-lo e ouvi-lo proferido (no youTube, passando por exemplo pela Wikipédia)...
O que me interessa a mim, Zé Almendra, saber qual a tradução exacta da palavra “partisans”, ao fim e ao cabo?! Não é isso que mais interessa ou outras coisas ainda que não levam a lado nenhum...
A mim o que mais me interessa, com toda a sinceridade, é a lembrança inapagável dessa aula de História em 1976 e dessa professora, há já trinta anos, que de repente teve que sair da aula porque a emoção que ele sentiu era forte demais... forte porque a História dos Homens é terrível por vezes! E eu para lhe dizer a verdade, acho que essa emoção também a sinto (Talvez menos...); para me dar conta disso, bastou outra vez ouvir, como há trinta anos, durante alguns segundos, no YouTube, o discurso (terrível também!) de homenagem a Jean Moulin ...!
(*) André Malraux: também escritor, filósofo e resistente; participou também, durante um certo tempo ao lado dos Republicanos, na luta contra os Franquistas, durante a Guerra Civil Espanhola. Se quiser saber mais coisas sobre André Malraux, Zé, fale com a nossa prima Elisa. A tese dela de Literatura Comparada levou-a a estudar e a analisar de perto as obras de Vergílio Ferreira e André Malraux precisamente. Sabia?
almendra 29 de abril de 2007
De facto não interessa a tradução nem isso é o mais importante.
Também sei muito bem tudo sobre esses intelectuais de que fala a Ana Maria, mas eu quero que as pessoas sejam livres e para isso não devemos estar sempre a massacrá-las com teorias e fantasmas.
Quase toda a gente, mas quase toda, fique sabendo, abomina o nazismo e as ditaduras. Eu não fujo à regra.
Mas por amor de Deus, se é que existe, chega de pensarem que só os iluminados como você são contra.
Quanto a esse exemplo da escola é mais uma forma de querer ver um lado só.
Eu dou-lhe muitos exemplos que vivi como professor antes e depois do 25 de Abril e por isso sei talvez mais que a Ana Maria.
Eu concorri e ganhei eleições contra o anterior regime.
Fui, se não o primeiro, pelo menos, deixem-me dizer, um dos primeiros a ganhar eleições pelo PS em Trás-os-Montes. Mas isso não me dá o direito de querer ser mais que os outros.
Quanto a problemas sociais, que é que a Ana Maria sabe?
Eu tive turmas em que 90% dos pais dos alunos estavam presos.
Vi jovens mortos com overdose.
Lidei com muita miséria humana.
Fiz de psicólogo e de enfermeiro além de professor.
Crianças violadas, sabe o que é te-las na sala de aula?
E tudo isto depois duma revolução que ajudei a fazer. Se não sabia fique sabendo. Sabia que muitos são hoje do partido socialista por acaso.
É por isso que me revolto, ver mandar neste país pessoas que só pensam neles.
Pensam que sou o quê?
Fico por aqui.
metalian 29 de abril de 2007
Que mais não é a política que não a discussão de ideias e a sua prática ao serviço do povo, não ao serviço dos partidos e dos governantes, e muito menos ao serviço de Estados. Estado e Povo são conceitos diferentes, que algumas ideologias políticas teimam em fazer coincidir. O Estado deve servir o Povo, deve proteger o Povo, deve manter a ordem, deve garantir que cada um dos seus cidadãos tenha o mesmo direito face à lei, e face à sua natureza humana.
Se é Partizans, ou Partisan, não sei. Mas que a origem da palavra foi para designar os combatentes que estavam do mesmo lado da barricada, foi. Nos Países Bálticos também era usada essa palavra para descrever os que lutavam contra os Nazis. O General Tito ao unificar esses países na Jugoslávia usou esse mote como sendo um dos motivos de união entre Croatas, Sérvios, Montenegrinos, Bósnios e Eslovenos. Partizan quer antes de tudo, dizer camarada de armas e não camarada de partido, pois duvido muito que a resistencia nazi passasse por uma só ideologia política. Talvez o revisionismo socialista apregoado por Staline ou Mao Tsé Tung tenha influenciado muita gente e agora queira conotar toda e qualquer resistencia anti-fascista com o socialismo marxista - maoísta. É o que está acontecer também em Portugal, por acaso, mas isso é outra conversa.
Política é discutir ideias, e aplicar essas ideias ao serviço do Povo. Por muito apartidários que nos consideremos, as nossas ideias podem ser defendidas por um qualquer partido político, e aí, as nossas ideias são políticas e estão conotadas com um partido, por muito que tentemos esconder que pensamos o mesmo que eles. Ter cartão não interessa, o que interassa são as ideias que defendemos, e no momento do voto, metemos a cruz em quem tem as mesmas ideias que nós. A não ser quem vota com interesses em tachos, em interesses materiais, ou outros interesses obscuros. Mas quem faz isso, mais não faz do que renegar-se a ele próprio, renegando os seus valores e os seus ideais por uma qualquer retribuição, monetária ou não. Por acaso é o que fazem as prostitutas, por uma retribuição renegam a sua própria condição de mulher, ou homem.
Depois os Repúblicanos em Espanha não lutaram contra os Franquistas, lutaram contra os Monárquicos. A ditadura de Franco foi posterior à Guerra, e não anteior. Franco era apenas o General que jurou defender a Coroa Espanhola, e que por causa da fuga do Rei para Portugal ficou com o poder todo em Espanha.
adeusdado outor 29 de abril de 2007
Caros amigos(as).
Depois de uma intervenção cirurgica, regressei a casa para recuperação.
Estou muito satisfeito, e desculpar-me-ão entusismado pelo tema proposto, que tem merecido de tanta gente, outras tantas opiniões. Quem sabe se não passa por aqui uma tomada de consciência de que os cidadãos, podem e devem indignar-se com tanta desigualdade. Parecia quase evidente, que a forma quase global e instantânea da informação, permitisse essa denuncia, e logo potenciaria a mudança. Eu creio que sim, que a informação contribuirá, denunciando; desrespeito pelo direitos humanos, pela miséria, pela intolerância, irá depois de percorrer o seu caminho dar um contributo, que irá potenciar energias para as mudanças, que visam um homem mais solidário. Alguma coisa melhorou, mas falta muito. As Nacões Unidas (ONU) perderam fôlego, e indexaram-se a outros poderes. A Europa, poderá se assim for capaz, ser um parceiro com voz, junto do único poder que neste momento influencia toda a politica Mundial (a América).
Válter Deusdado
almendra 6 de maio de 2007
Pareceu-me ler aqui que a Marselhesa é uma peça de museu e só se canta para animar antes de um jogo de futebol.
Assisti à chegada do vencedor das eleições em França junto dos milhares de franceses que o aguardavam para o seu discurso de vitória.
Sabem como foi recebido? Com todos a canfar o hino da França.
E sabem como se despediram depois do discurso?
Com o hino da França.
Ana Maria F 6 de maio de 2007
[…] Marchons, marchons !
Qu’un sang impur
Abreuve nos sillons !
[…]
(Tradução on line no site da embaixada de França no Brasil:)
[...] Marchemos, marchemos!
Nossa terra do sangue impuro se saciará!
[...]
Mesmo que muitos ainda cantem (por vezes!) com toda a força essa Marselhesa, o que esquece de dizer, Sr Moderador, é que no entanto já quase ninguém acredita e dá valor (ainda bem!) ao sentido exacto (repito: ao sentido exacto!) que exprimem certas palavras desse hino (que inicialmente era um canto de guerra). Mantém-se por pura tradição. Pura... ou talvez impura como “o sangue impuro” de que essa terra “se saciará”?
Mas como sabe, há museus de arte antiga e outros de arte moderna... Pessoalmente, não denigro nenhum... Observo (com os dois olhos!), analiso e também me informo. Depois decido!
A minha convicção é simples: já agora, uma vitória para ser total não pode ser “impura”! Depois dessa (transitória e passageira, como manda a democracia), haverá outras; talvez puras, desta vez...!
almendra 8 de maio de 2007
Mas que vitória?
Queimar carros?
Não aceitar o voto de mais de 80% dos franceses?
Ou será que a França já não existe?
telmo 9 de maio de 2007
Afinal veio a verificar-se o que (quase) toda a gente previa nas eleições em França de Paris, Acabou por ganhar o da Fogaça.
Fiquei muito decepcionado com a Dona Ana Maria, pois pensei que estava ao lado do Sr. Le Pen, mas pronto.
Fiquei ainda mais decepcionado quando me diz que não conhece esta parte da reza que todas as padeiras sendinesas fazem depois de meter o pão no forno:
São João Faça bom pão
São Vicente o acrescente
Será que nunca meteu o pão no forno?
E quanto ao tema, estes dois versos estão muito bem “apanhados”, pois se reflectirmos bem, o fazer bom pão, aumenta a Riqueza, se for acrescentado poderá fazer-se a sua racional distribuição da riqueza. Tá tudo dito.
Se bem que em terra (caso de Portugal) onde não há pão, todos ralham e ninguém tem razão.
1 abraço, e vive la france
Ana Maria F 9 de maio de 2007
Diz asneiras sobre asneiras!
Onde é que há riqueza apenas com fogaças, Sr futuro mordomo da fogueira de Natal ?
Ponha, mas é, na mesa, chouriços, pipas de vinho e “uas buonas guindilhas para curar maleitas” !
Quanto a Le Pen, com 79 anos de idade, pode ter a certeza que está mais do que pronto para ir gozar (enfim!) umas feriazitas num lar para a terceira idade.
Eu não estou desse lado!
Já o meu avô, avô de todos os Paixareiros, gostava de dar saltos na rua e dizer bem alto: “Tche, Anguila!”
Nunca imaginou donde podia vir essa expressão ?
Então vá pensando e não fique assim tão decepcionado!
adeusdado outor 9 de maio de 2007
Decorridas as eleições francesas, com o vencedor conhecido, acredito, que como País democrático e defensor dos valores e direitos humanos, a França como grande Páis que é, encontre a formula de internamrnte unir todos os Franceses. Do ponto de vista politico, a França como País fundador da U.E., saberá assim espero, contribuir para que a Europa avançe, que o tratado da União"constituição europeia", dé um passo em frente. A visão Atlantista do novo presidente tem no meu entender um registo positivo, uma vez que a Europa não deve estar de costas voltadas com a América, podendo desse modo influenciar a politica Americana que se tem revelado um desastre. Deve a França e a Europa pugnar para recentrar as decisões mundiais no único organismo que arbitrará com mais justiça os conflitos mundiais. Refiro-me naturalmente as Nacões Unidas. Só assim será mais fácil, combater o fundamentalismo religioso no medio Oriente e o fundamentalismo politico na Améric aLatina. Isto enquadra-se no tema proposto - distribuiçõ da riqueza -, uma vez que a ONU, tem as estrutura e a força moral para promover esse bem estar.
Válter Deusdado
telmo 11 de maio de 2007
Só vou enviar esta mensagem para me certificar daquilo que já todos temos quase a certeza.
È que esta senhora joga apenas com um baralho de 37 cartas, é mal intencionada, faz deste blog uma mesa de intempestivos ataques a tudo e todos, sem sequer os conhecer.
Eu a si não a conheço e espero nunca a ter de vir a conhecer, para bem da minha e da sua saúde.
Penso que fica agora bem claro, até pelo seu armanço em poetisa, o porquê da sua vinda aqui, basta ver quem são os seus padrinhos no SAL.
Passe bem, e olhe que de mim nunca ouviu nem há-de ouvir asneira alguma. Tenho muita mais educação e elevação que você.
As melhoras.
PS: Quem se mete com fogueiras poderá sair queimado!!!!
Ana Maria F 11 de maio de 2007
É Inquisidor, Amigo ?
Precisa de fogueiras também para queimar libre-pensadores ?
Se tem dores de dentes, coma uma guindilha e ponha-se a ler… Gil Vicente, por exemplo !
Farsas, comédias… ! Vai rir ! Vai rir muito !
Ana Maria F 11 de maio de 2007
Livres-pensadores !
telmo 11 de maio de 2007
Aqui está a prova provada do que eu disse antes...
Continua com baixo nível. Força!!!
Sabe lá você quem foi Gil Vicente, e já agora sabe quem é o Gil Ferreira?
Ana Maria F 11 de maio de 2007
Calha bem !
Outro poeta quinhentista português tinha por alcunha Bandarra !
No site oficial da cidade Trancoso onde « terá nascido” esse Bandarra, podemos ler o seguinte:
“Conhece-se a assinatura do Profeta nos autos do Santo Ofício e por esta finada instituição de martírio, todos os passos do sapateiro e profeta entre 1538 e 1541.Bandarra faleceu em Trancoso, onde foi sepultado, estando o seu túmulo na Igreja de S. Pedro em Trancoso. Crítico de Costumes, poeta, profeta, Bandarra foi lido, temido e perseguido pela Inquisição.
Bandarra profetizou em termos bíblicos o Quinto Império, interpretado e comentado pelo Padre António Vieira e Fernando Pessoa.
O Padre António Vieira viria a escrever: “Bandarra foi verdadeiro profeta, pois profetizou e escreveu tantos anos antes tantas cousas, tão exactas, tão miúdas e tão particulares, que vemos todos cumpridas com os nossos olhos”. »
É evidente, Amigo, que vamos ler também (e temer ! ) a obra excepcional desse ilustre Bandarra.
Bandarra : um precursor !
Abra os olhos, Amigo!
http://trancoso.pt.vu/
Ana Maria F 11 de maio de 2007
trancosocidade.no.sapo.pt/bandarra.htm
telmo 11 de maio de 2007
Espero que essa do "Amigo" não seja para mim...
E a do "abra os olhos" muito menos!!
Tá visto quem são os Padrinhos!!!
Ana Maria F 11 de maio de 2007
Entre filhos de sapareiros há solidariedade, Amigo !
E sabe bem: A união faz a força !
Tem ciúmes ?
Ana Maria F 11 de maio de 2007
Filhos de sapateiros !
adeusdado outor 15 de maio de 2007
No sentido de recentrar novamente o tema da distribuição da riqueza, atrevo-me a introduzir a comunicação social, "media", como uma componente muito forte, que cada vez mais influenciará todas as decisões. A globalização é uma realidade actual, que traz coisas boas e outras más. Eu acredito que o saldo é positivo, e temos seguramente dados objectivos que atestam isso mesmo. Ana Maria descreveu com muita seriedade o que se passa em África nomeadamente no Sudão Darfur. São acontecimentos que nos deixam a todos sem palavras. Um pouco por toda a África e Médio Oriente , passando pela América Latina, são muitos os exemplos que nos entristecem. A comunicação social tem vindo a desempenhar um papel decisivo em muitas destas materias denunciando, mostrando imagens. Julgo que o Mundo tem um longo percurso a percorrer, mas se forem encontradas formulas que amenizem tanto sofrimento, esse, será por si, mesmo um bom contributo.
Válter Deusdado