SENDIM EM LINHA SENDIN
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IMPLICAÇÕES DO NOVO SISTEMA NACIONAL DE SAÚDE…

francisco · 16 de abril de 2007

No passado dia 12/04, houve uma reunião entre o ministro da saúde com os presidentes de câmara de todo o distrito de Bragança. o Presidente da Câmara de Miranda apresentou-se com uma gravata preta em sinal de protesto. Será que esta forma de demonstração de descontentamento é suficiente, será que foi atempado ou ainda haverá mais algumas forma de protesto.

Será que está reforma é justa para a nossa região? Será que a nova forma de socorrer as populações é suficiente? Será que é adequado o novo mapa de Urgências a todas realidades do país? Ou deverá haver uma forma adequada aos determinados pontos do país?

Acho que estas questões, e mais algumas era importante serem debatidas neste BLOG. Para haver fixação de populações as condições de saúde também são essenciais.

A bíblia diz que: “no mundo nada se perde, tudo se transforma” eu diria "no mundo nada se dá, tudo se paga".

José Manuel Carção Angélico

569 besitas ne l sítio de anton


32 repuostas

Ana Maria F 16 de abril de 2007

Apenas um pormenor, Zé:

Sempre me lembro de os professores que tive no liceu nas aulas de química dizerem que a célebre frase « Nada se perde, tudo se transforma » (Rien ne se perd, tout se transforme!) era da autoria de Antoine Laurent Lavoisier, considerado como o fundador da Química moderna e que foi no entanto guilhotinado em Paris em 1794. É a primeira vez, Zé, que ouço agora dizer que a frase também aparece na Bíblia …

francisco outor 16 de abril de 2007

Mas eu não disse que "bíblia" era!(risos) Mas fica outra frase parecida, e está sim é da bíblia.
" O pó tu és pó, e ao pó vais voltar", o significado para mim é o mesmo. Obrigado pela correcção, e eu quando falei em Bíblia foi no seu verdadeiro sentido, já não é a primeira vez que cometo essa "erro", mas aqui o importnate não é isso.
Mas já agora poderiamos dar a sua opinião Ana Maria sobre o sistema de saúde de Portugal, sobre aquilo que acha aquilo que sente e o que lhe contam.

Abraços

zé mialito

Ana Maria F 17 de abril de 2007

A frase de Lavoisier mais precisamente era a seguinte: “ Nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”; mas não é de química, de facto, que interessa falar aqui, mas do sistema de saúde pública existente aí em Portugal.

Não serei a pessoa mais indicada ou a mais competente para falar sobre esse assunto que acho no entanto, como toda a gente, da primeira importância. Também a nós, Portugueses radicados no estrangeiro mas que passam férias em Portugal, Emigrantes ou turistas estrangeiros, pode calhar termos que recorrer aos médicos e aos hospitais portugueses...
Foi aliás o que me aconteceu a mim também, em 1996 (há vinte anos por conseguinte) quando, no dia mesmo de irmos embora para a França, no final do mês de Agosto, tive de ser hospitalizada para ser operada ao apêndice (operação certamente muito banal) no hospital de Bragança.
Talvez valha a pena dar o meu parecer então sobre essa experiência que obrigatoriamente me levou e ainda leva a fazer comparações com outras que tive em França.
O aspecto mais positivo foi que a operação correu bem e que não houve a mínima complicação. E é isso que mais conta evidentemente.
Mas nem tudo foi um mar de rosas durante a semana ou os 10 dias (Já não me lembro) em que lá fiquei internada.
Nunca na minha vida me lembro de ter dormido numa cama com colchão tão péssimo de esponja já muito usada. Óptimo para que o corpo doesse ainda mais! Até acho que os colchões de palha que ainda conhecemos em Sendim na nossa infância eram afinal mais confortáveis do que aquele.
A comida: péssima também! Até nas cantinas escolares e universitárias me lembro de sempre ter comido melhor do que ali naquela altura. Então uma alimentação correcta e apetitosa não ajuda também a curar mais depressa e a manter o moral?
A atitude dos enfermeiros (as) e dos médicos (as) em relação aos doentes: muito variável dum para outro; uns atenciosos; outros pelo contrário mais distantes e por vezes até arrogantes (o que era mais chocante e bem desnecessário!)
Há outras coisas não muito positivas também que poderia ainda acrescentar mas estes exemplos que dei são suficientes para chegar à ideia seguinte: se tivesse tido a possibilidade de escolher entre ser operada em Portugal ou em França (até cheguei a fazer a pergunta na altura mas não foi possível escolher porque a operação tinha que ser feita o mais rapidamente possível), sem hesitação nenhuma posso dizer que a minha preferência teria sido ser operada em França.
Não me engano também se disser a mesma coisa, penso, que aquilo que dizem certamente todos os emigrantes radicados em França por exemplo: A França tem certamente um dos melhores sistemas de saúde no mundo. Comparativamente, mesmo vinte anos mais tarde, tenho a impressão que ainda há em Portugal uma medicina para os pobres e outra para os ricos. Isso constitui uma injustiça que não permite ao País evoluir como desejaríamos e que explica, entre outras coisas, que muitos (?) emigrantes não queiram ou tenham medo até de regressar definitivamente a Portugal. É o caso dos meus pais por exemplo que estão convencidos que em Portugal nunca serão tratados nos hospitais e até nos centros de saúde em Portugal como são aqui em França.
Por isso, concordo totalmente contigo quando dizes, Zé: “ Para haver fixação de populações, as condições de saúde também são essenciais.” Isto é válido para todos os Portugueses, vivam eles dentro ou fora do País.

Ana Maria F 17 de abril de 2007

1996-2006: dez anos e não vinte! Também ando doente da cabeça, agora!

2giga 18 de abril de 2007

You cuncordo que las mudanças tenien de ser feitas.. L Sap de miranda nun oufrece cundiçones de urgencia satisfatorias, nin l de bregancia quanto mais l de miranda.

Puodo-bos citar barios eisemplos riales para bos aperceberdes cumo las cousas nun funcionan cumo debien.

1º An Bregancia hai un spital que sirbe a quaije todo l çtrito, an que Macedo tenga algues balencias, ya las stan a ajuntar. L spital q sta bien eiquipado, precisaba ser totalmiente reformado. Ten anstalaçones que ya fuoran feitas hai mais de 20 anhos, you que trabalho nun spital nuobo, ya noto onde trabalho hai que fazer nuobas adaptaçones, etc etc..

Mas arreparai, l spital de Bregancia eiquipado cun TAC, nun ten radiologista, queda mais barato mandar las TAC para l Porto para q un radiologista de l San Joan ls relate.

MIranda i Mogadouro que cundiçones?

Arreparai l q se passou un die destes cun un rapaç de Mogadouro que tube um acidente i anfeliçmiente murriu. Esse rapaç tube toda la assistencia necessaria de ls bumbeiros, deilhes tenemos que mos gabar, stan bien treinados i capazes de socorrer qualquira acidente, mas l problema sta an que quando se chega als SAP mogadouro o miranda, nun hai suporte, i apuis l INEM que ten quebenir de bregancia, ya solo ben a atestar l obito. Anfelisçmiente ye assie.

L que fazer?

Fala-se tanto an acessiblidades, ne l heipotetico IC5, mas naide se lembra que tenemos Spanha al lhado i que mos puode serbir melhor, cun melhores acessos i melhor assistencia an cuidados de salude.

Las frunteiras ya abrirun hai mais de 10 anhos, mas fuoran solo las terrestres, porque las outras inda nó, o anton abran als poucos. La frunteira de la salude ten que abrir ya.

almendra 18 de abril de 2007

Pedro, falaste bem.
Mais palavras para quê?

Almendra

Carlosferreira 18 de abril de 2007

Stou completamente d’acordo cun Pedro i puls bistos tamien cun Zé Chico: nunca nas ourgéncias de Miranda ó Mogadouro se tratou fusse l que fusse. Se se tratasse sabie-se.
Hoije ls médicos percísan de muitos meios oussiliares de diagóstico i alhi nien hai esses meios, i quando ls hai nun ténen quien saba trabalhar culhes. 95 % de ls malos que recuorren a las ourgéncias de Miranda son recambiados para Bergáncia, mesmo cun ua simples gripe. Resultado inda se perde muito mais tiempo. Perguntai-le als bumbeiros de Sendin que lieban ls malos nas ambuláncias i apuis yá quedais a saber la berdade. Sabeis para quien era buono la cousa, pa ls médicos que trabálhan alhá. Cada fin de sumana d’ourgénça recében mais de 200 contos. Inda outordie an cumbersa cun un derigente de la Region de salude de Bergáncia me dixo que ne l çtrito qualquiera médico ganha 2000 contos por més, sobretodo grácias a las nuite i fins de sumana de ourgénça i muitas bezes a dromíren na cama. Parece-me que algo stá mal, mas stou a falar de cor.
Quantos a las stradas i bias de comunicaçon, eilicotaros i protocolos cun Spanha stou plenamente d’acordo cun Pedro: percísan-se ourgentemente. Ne l paiç l goberno nun ten que mantener l que stá podre i nun funciona. Hai que tener la coraige de mudar l que stá mal. Ye la mesma cousa que las scuolas de las aldés que fechórun, habie que tener la coraige pa las fechar.
Ye la mesma cousa que la restruturaçon de ls cunceilhos an Pertual. Ten que fazer-se, mas que bai a doler i a sangrar bai, hai se bai!

almendra 18 de abril de 2007

Tenho muita pena mas não concordo com Carlos Ferreira com o que diz na parte final. Já me cheira a defesa de uma política. Não vamos por aí. Ninguém manda tudo e ninguém manda sempre. Quanto a pensar só em números esquecendo as pessoas, nada se consegue. O mundo é concreto e se algo está mesmo podre é o Estado que alimenta montes de parasitas.
Esse mundo de poupança nada difere do que fez Salazar.
Iluminados sempre houve, mas o mundo é real e concreto e as pessoas têm que viver e comer. Prometer o céu a quem passa fome é ridículo.
De comentadores, economistas e políticos falhados estamos fartos.
" Ah! mas é assim que queres". Dizia um meu amigo.

Almendra

Carlosferreira 18 de abril de 2007

Quieres que te diga ua cousa cun to la cinceridade i amisade ah Zé Chico: Bai a cagar dun carro abaixo a ber se zanubias.
Un abraço

almendra 18 de abril de 2007

Palavras para quê?
Quem não pode arreia.

Um abraço

francisco outor 18 de abril de 2007

OU! OU! OU! OU!Então Então........

amadeu 18 de abril de 2007

Bamos a cuntinar la çcuçon. A las bezes quien ten piedras na mano, bai-las atirando i al modo que las atira yá eilhas nun stróban la çcuçon. Nun hai que tener miedo nien stranhar. Nien tenemos que quedar ambufados cun algun quelorido.

Agora stou cun pouco tiempo, mas quiero eiqui dar todo l miu apoio a las eideias de Pedro. Bien falado. Tornarei a splicar melhor l que penso.

francisco outor 19 de abril de 2007

Eu quanto a este assunto, penso que o presidente da Câmara fez bem em se apresentar de gravata preta em sinal de protesto, mas deveriam ter começado a protestar mais cedo. Penso que a cada ponto do país deve-lhe ser aplicada uma determinada situação, porque as realidades são distintas. Penso que deveria haver este reagrupamentos de unidades de Centros de Saúde, porque em determinados pontos não há pessoas para consultar, e em outros casos não há condições de trabalho.
Mas também penso que o sistema que querem implantar no Distrito de Bragança em nada vai servir as populações, pelo contrário, e acho que só não vê quem não quer.

Há um ponto que a mim me faz pensar, eliminam uma série de serviços tais como Escolas, Notários, Centros de Saúde e outros serviços que demoram anos a ser colocados a disposição das populações, e ficando o estado com o mesmo pessoal que existia na situação anterior, e ainda se aumenta o salário a alguns.

Onde eu trabalho, o Cartório Notarial encerrou e foi privatizado como foram por esse país fora, passou tudo a trabalhar para a Conservatória do Registo Predial e Comercial. Neste Cartório vi 12 pessoas a trabalhar, onde teriam condições normais de trabalho 4, mas também só contei 6 cadeiras para se sentarem assim como 6 computadores.

Como é que pode funcionar uma escola, em que no primeiro ano(1ª classe) tenha dentro de uma sala de aula 20 alunos e mais. Pergunto que condições de trabalho terá o professor, que homens serão estes alunos no futuro?

Ouve-se falar muitas vezes que encerram fábricas, eu pergunto qual é do destino de todos os trabalhadores quando isso acontece? E agora pergunto qual é o destino de todos os funcionários do estado quando são instintos os serviços do Estado onde eles travalhavam? Por isso é que o sol não nasce igual para todos, e andam e andaram por aí muitos parasitas com boa vida que em nada contribuíram para o bem da sociedade.

Eu não ponho em causa as reformas que agora estão a ser postas em prática, a não ser por ser tarde. Também não sou contra funcionários do estado porque existindo emprego do estado à diminuição do desemprego, e faz rolar a economia, mas deveria ser com condições iguais e direitos iguais.

Também não concordo com a solução do Pedro, simplesmente porque isso não vai acontecer da maneira como as coisas caminham, nunca foi posta em prática nem através de cooperação entre estados, nem para todos os cidadãos desses estados que cooperam a não ser em condições específicas. As ferramentas que os estados têm depois de perder o instrumentos das políticas Monetárias, são as politica Fiscais e Orçamentais para o controlo do defice, e não estou a ver um estado a arrecadar impostos e outro a prestar cuidados de saúde. E com países a ficarem com anos de atraso, e a contribuírem em quase nada para o Orçamento Europeu. A teta da União Europeia vai secar um dia. E nós em Portugal temos que ser exigentes em pagar impostos e exigir ao estado que preste serviços de qualidade e iguais para o rico e para o pobre. O que hoje se quer implantar peca por ser tarde, mas peca também por não ser adequado a cada situação específica, em meu entender.

Abraços

zé mialto

gaiteiro 19 de abril de 2007

bunos dies a todos! ma para mi habi que fazer um grande hospital, an sendin alhi na zona da estação que queda mui terreira! cum todas la condiçones para serbir als tres cunselhos! senó mirai: strada buna para miranda e mogadouro, e cum al nubo tapete que bai de sendim teixeira val d´algoso alhi ou bira pra vila de bimioso ou para aldei de algoso! debi ser al ampreendimento mas bunos de la regione!

miranda sta melhor que bragança so pela anfrastruturas son mas nuobas!

agora la berdade sabeis los todos eilhes la pra lisboa stan a c.... ou nas tintas para al nusso cachico aqui dal planalto! anteressa mais als votos e pagaram al impostos! you ya nu sei se al que hei-de de dezir desso todo!

ieu digo-vos e sabeis que num posso muito que dezir debido a certa cousa que me limitam! mas yeu na mi profisson tengo varias funçones! naide me paga por cada uma deilhas! mudei a di de gabinete nu beniu neguno decorador ou decoradora a fazer um orçamento para modificar al gabinete esse!

a dies mudei de comandante no trocou de carro! e al gabinete deilhe quedou igual! ai que mirar para al paises nordicos! e bé se alha num ai tantas mordomies

las ampresas nacionais lhegam al final dal anho cum prejuizo!

etc...etc...etc...etc... tanta cousa als medicos so pudi trabalhar num solo posto cumo al anfermeiros cumo al professores, arquitetos! ieu num sou cuntra eilhe pk las leis e al sitema sta assim! num me bene atirar cum areia pla oulhos! cum la desculpa de la funcone publica! muito nesse pais stan a ganhar dinheiros si justifica-lo! solo porque ié tiu angenheiro, doutor pk ié berddade an portugal ieu nunca bi tantos doutores! e esse quando chegam alha nu quiram que portugal bai pra delantre mas si la cunta no banco!!!!

mais la gente sta mismo cega cumo la piramide de uma grupo pude star ambertida! num pude ser

mas olhai de todos ande benir eileiçones e hade tudo votar pk se habisse uma abstenção geral! lo nusso politico pensaban milhor! teniamos muito que falar!

ié cumo als talibã todos saabam quim los ansenhou a ser al que son furam als americano! mas naide culpa al americanos! ielhes até son als libertadores de todo e de naide! al maiores puluidores dla planetas son al americanos! todos se forçam para reduzir todo! nu tratado de kioto naide fai frente a eilhe! ié cumo an portugal al nusso politico naide ié chamado ala responsabilidade de naide! por esso teniamos muito que falar nessa cousas todas!

bom! biba al desanbulbimento no cunselho de sendin! bunos dies para todos e fagam fabor de seres felizes!!

anrique gaiteiro

almendra 19 de abril de 2007

Zé Mealito e Henrique Gaiteiro, tendes muita razão em muita coisa. Nem todos sabemos tudo e nem todos somos donos da verdade. Mas vós emanais do povo e ainda não fostes adulterados pelos partidos e pelas ideologias. São pessoas como vós que devem falar mais.
Deixai de ter medo e escrevei e falai. Os iluminados nunca fizeram nada a não ser dar opiniões e conselhos.
Mas quem são eles afinal?
Se ouvem verdades, ofendem-se, insultam.

Um abraço sincero

Almendra

2giga 19 de abril de 2007

L que poderemos anton eixegir de l goberno? I cumo l poderemos eixegir?

Cuido que la soluçon que Anrique apunta ye la melhor, era berlos a tremer la paxarina. Nun bedes que eilhes solo se lembar de nós quandoprecisan de l boto. Solo nesse die ye que l oupinion de un "sendines" ten l mismo peso que por eisemplo de un "Lisboeta".

Para mie la politica debie acabar, ye pena que muitos fagan de la politica ua profisson, se acabasse cuitados nun sabien l que fazer. Agora fazei cumo you: botar? solo se fur pa la junta porque ye para la mie tierra, porque se no nun bou.

Abraços

almendra 19 de abril de 2007

Baliente Pedro.
Mas quien pensan que son por stáren ne l goberno?
Cuidan que meten miedo?
You fui a falar cun un de ls tales que stubíran acá, nó para fazer pedidos mas par ber en que podien ajudar Sendin en termos de apoio tecnico.
Sabes la respousta?
Nós nun damos denheiro.
You solo respondi i quien l pediu denheiro?
I l denheiro ye sou?
Quiero apoio tecnico i saber l que bán a fazer para mos porpararmos.
Mas hai anformçon solo para amigos i antes de todos saberen.
En Sendin yá hai quien saba l que se bai a fazer cun ls projetos i cun l denheiro de la UE.
Bán a dezir muita cousa, que ye mintira, que tengo que probar i se calhar prendan-me.
Ai Jasus que miedo.
Esso ye un crime. Amadeu que l defina.

Zé Chico

metalian 20 de abril de 2007

Eu acho que a atitude do Presidente da Camara só pecou por insuficiente. Se estava contra, se pretendia ouvir as Juntas e a Assembleia Municipal, tinha recusado assinar o protocolo com o Minsitro da Saúde, desculpem, Ministro dos Saudáveis, que ele está-se a marimbar para os doentes.
É evidente que o SAP de Miranda não tem condições. Todos sabemos que é impossível ter uma Urgência altamente qualificada à porta de todos nós, mas por favor não nos tratem como números.
" Ah e tal, só 10% da população fica a mais de 50 minutos de uma Urgência..."

Pois, só que alguns episódios que levam as pessoas a recorrer à Urgência se não chegar lá em 10 minutos, a pessoa vai mas é para a pedra de mármore...

A questão é mesmo essa, "só são meia dúzia", como se salvar uma vida apenas fosse irrelevante!!! Já Deus havia prometido a Abraão que se houvesse apenas um justo em Sodoma e Gomorra não destruiria as duas cidades!

O Governo pensa em poupar por causa do defice do Estado, do qual nós não temos culpa. Não temos culpa do dinheiro mal gasto pelo Estado. Mas já que nos fazem pagar por ele, e nos querem tirar, ou diminuir os nossos direitos garntidos, não só pela Constituição, mas também pela declaração Universal dos Direitos do Homem, ao menos que compensem as populações mais desfavorecidas noutros campos: melhores acessibilidades, incentivos à fixação, e novas politicas fiscais, de modo que pelo menos, ao sermos obrigados a abdicar de certos direitos tenhamos outros reforçados. Ou existe Estado Social, ou então mudamos de rumo.

Se é uma reforma justa, é claro que não é! Estão a afastar os cuidados de saúde das pessoas! Especialmente numa região com más acessibilidades, e muito envelhecida!

O que está mal é a justificação e a forma como é feita a reforma, não a reforma em si, e por isso é que é injusta.

metalian 20 de abril de 2007

Só outra coisa:

"Na natureza nada se perde, tudo se transforma." nada tem a ver, nem tem o mesmo significado com a expressão biblica "Tu és pó, e ao pós hás-de tornar".

A primeira pressupõe que temos de evoluir, nos vamos transformando, e não fica nada perdido. Quando morremos o nosso corpo é transformado em fertelizante e comida dos vermes.

A segunda quer apenas dizer-nos isto: de que bastam os estudos, as riquezas, os bens materiais, os louvores, se no final morremos, e nos transformamos em pó? Que adianta ter tudo e no final ninguém se lembrar de nós? Queremos ser recordados pelo bonito enterro, ou pela vida que levamos? Ou queremos ser lembrados pelo legado que deixamos?

francisco outor 23 de abril de 2007

E retorquiu Pilatos, ora para mim o significado das duas frases é e pode ser:
"Quando morremos o nosso corpo é transformado em fertilizante e comida dos vermes."
A parte final da tua explicação têm muita flor. E em sentido figurado até me dás razão, embora uma seja mais usada para matérias e outra para corpos com vida, mas isto é como discutir o sexo dos anjos!
Mas o tema nem é esse!

Abraços

Zé mialito

almendra 24 de abril de 2007

Mira jesé, todo tén a ber.

Se morremos i todo acaba para que habemos de passar mal?
Uns cun todo i outros cun nada?
L que ha-de benir lougo se berá. Hoije tenemos que lhutar por aqueilho que mos faç falta.
Eilhes lhutan por l sou "tacho" i nós calhados?

You sei que tu pensas cumo you, tenemos que falar.
Quanto a esso de las frases nun fagas caso, faç parte para animar la descuçon.

Quando se descute ua cousa sin un pouco de floriado lougo se anfada la gente i todo queda a meio.

Un abraço

Zé Chico

francisco outor 28 de abril de 2007

Venho aqui fazer meia culpa. Existe um Cartão Europeu de Saúde nada que eu não soube-se, porque trabalho numa empresa em que quase todos os trabalhadores se deslocam pela UE, e têm esse cartão.
Vi uma reportagem ontem (26/04/2007) na TVI, em que os habitantes de Valença se deslocam a Tui para obterem os cuidados de Saúde. Mas continuo com a mesma opinião não vejo Portugal arrecadar os impostos, e Espanha a prestar serviços de saúde. E vai ter que prestar serviços de saúde a toda a região do Interior? Sim, porque na maioria dos SAP`s do interior vão ser eliminados.

zé mialito

david 28 de abril de 2007

Portugal arrecada os impostos, mas depois paga os serviços de saúde prestados por Espanha, de acordo com uma tabela de preços pré-defenida.

Por esse motivo existe o Cartão Europeu de Saúde que é para após termos recebido assistência num dos estados membros, o prestador do serviço seja rembolsado do serviço prestado.

O Cartão Nacional de Saúde deveria ter o mesmo efeito, qualquer cidadão deveria poder escolher receber cuidados médicos entre o serviço Público ou Privado e depois de acordo com as tabelas pré-definidas o estado pagava ao prestador dos serviços, quer fosse num Hospital/Médico público ou privado, sendo aplicadas as mesmas taxas moderadoras quer no privado quer no público.

2giga 28 de abril de 2007

Ora, muito bien falado por dabid. Mais palabras para quei?

Abraços

metalian 29 de abril de 2007

Não acho que essa seja uma boa proposta, pois iria levantar muitas questões, e mais suspeitas sobre o SNS, além de fomentar ilegalidades e chico-espertismos. Não nos podemos esquecer que o privado pratica preços muito superiores ao público, pelo que "taxas" iguais vai ser muito díficil. E depois o privado recebe do Estado a diferença? Aí acaba-se com a razão de ser do privado. Além das inúmeras suspeitas que poderia levantar o médico da esquina com mais doentes que o Hospital do meio da Avenida....

david 30 de abril de 2007

risos.. compreendo onde o Filipe quer chegar..O privado pratica preços superiores por falta de regulação, se formos ver os preços do privado aquando da cobrança de consultas para as várias seguradoras ou os vários subsistemas de saúde os preços são idênticos, porque ai as consultas são negociadas. Em regra uma consulta de um médico de uma especialidade privado para um subsistema ou seguradora anda entre os 15 e 25 euros, o mesmo médico se der uma consulta a qualquer pessoa que não tenha um seguro de saúde ou subsistema de saúde a consulta passa em média dos 60 a 80 euros, preço muito superior a países com melhor nível de vida. Este ex. Eu vou ao privado pago a taxa moderadora (2 ou 3 €) e depois o meu subsistema dá-lhe o restante (entre 12 ou 22€), preços muito abaixo dos de mercado, se vou ao público é igual pago a taxa moderadora e o restante é cobrado ao meu subsistema.

Como já disse, eu pertenço a um subsistema de saúde o qual me permite optar entre o público e o privado e a minha esposa pertence ao S N S e quando comparo os dois sistemas não tenho dúvida que o primeiro beneficia melhor o cidadão. E a criar uma harmonização, deve ir-se no sentido do que é mais benéfico para todos.

Podia-me referir só a este exemplo, mas como é sabido também conheço outros sistemas de saúde além do português em que existe a liberdade de escolha entre o público e o privado, e as pessoas que se servem desses sistemas de saúde sentem-se muito mais bem servidas do que os portugueses, e não se fala em chico-espertos e ninguém põe em causa o sistema público de saúde desses paises, antes pelo contrário o sitema de saúde nesses paises é uma autêntica bandeira a defender, talvez mais do que a do próprio país.

Quanto a ilegalidades (se existem?) isso para mim não é preocupação, pois só é necessário criar as devidas adptações para terminar com elas, a mim preocupa-me mais o que é justo e moral para todos e qual a solução que serve melhor os portugueses e ai não tenho dúvida que a melhor solução é que actualmente se aplica a mim.

Actualmente no SNS é-nos incubido um médico de família na nossa área de residência e caso nos não tenhámos confiança nele ou tenhámos algum incompatibilidade com ele (nalguns locais só existe um médico de família) não nos é dado outra opção de recorrer ao médico no qual não confiámos, ou de recorrer ao privado, pagando, porque não temos outra solução ou porque necessitamos de uma 2.ª opinião.

Para mim, havendo uma harmonização no sistema de saúde e pela experiência que tenho optava pela posição que defendo, também não duvido que diminuiam os preços dos actos médicos e o "chico-expertismo" e independente dos sistemas esses existem sempre é questão de ir mudando mentalidas e culturas.

Mas em questão de ilegalidades, considero ser ilegal é a situação que existe actualmente em Portugal, uns a serem melhor servidos que outros em termos de saúde, para não falar na constituição... mas essas questões ai O Filipe poderá aflorar, não como mera opinião (que é o que eu estou a dar), mas com conhecimento de causa e conhecimento mais cabal da lei.

2giga 30 de abril de 2007

You cumo tecnico de salude, bou-bos a amostrar un cachico de l panorama publico/pribado de la salude na cidade de l Porto pul menos.

Tanto médicos, anfermeiros i auxiliares de açon médica (anpregadas), que trabalhan an anstituciones pribadas, l mais deilhes trabalhan o tenen cumo principal trabalho spitales publicos.

An questones de tratamiento, hoije an die ls spitales publicos tenen mais cundiçones i mais aparatos que ls pribados an que ya haba muito pribado que tamin ya tenga aparatos de topo, mas las pessonas que tratan nun lado tamin tratan ne l outro, son las mismas, por esso an que pareça que somos melhor atendidos, aparientemiente poderemos ser, mas nun acreditaiades nesso. You que ya trabalhei ne ls dous lados fazie l mismo i trataba de la misma maneira las pessonas nun lado i ne l outro i nun acredito que un cirurgion opere melhor ne l pribado que ne l publico.

Apuis hai muitas lacunas. L mismo medico puode operar-te manhana ne l particular, mas ne l publico tenes ua lista de spera mui grande, l que te faç muitas bezes recorer al particular. Porquei? quim faç las listas de spera?
L que puodan ganhar eilhes ls médicos i ls spitales pribados cun las listas de spera?

Apuis, quando ne l pribado ya nun hai cundiçones pa resulber l problema que s´agrabou, ala, tranfere l malo pal publico.

Nun quiro star a defender nin a acusar nada, mas sendo esta ua parte de la realidade, hai muito denheiro que ronda ls pribados an Pertual i pur esso la salude sta cumo sta.

Por esso defendo que se deba pagar ls cuidados de salude, mas cun atençon a las pessonas çfaborecidas, claro. I porquei pagar? porque quando se paga al menos puode eisejir. I las mentalidades an Pertual an relaçon a la salude inda stan muito atrasadas. Inda hai un steriotipo al redor de l "Sr. Dr." que nun ajuda an nada la salude. You que cumbibo cun eilhes to ls dies, sei bien l q se passa, an que agora ya haba muitos que ya ban bendo las cousas d´outra maneira, muitas pessonas inda nun antenden que un médico ye un tecnico cumo outro qualquira i que sta alhi para ajudar i para fazer "bien" l trabalho que ten a fazer. Nun ye l detentor de to la sabedorie, i you ya l diche a muitos na cara que l que eilhes saben de medicina acumparado al que inda hai por çcubrir, nun ye nada.

A las pessonas tamin l digo, se quir anformaçones nun tenga bergonha, bai alhi i pergunte-le al sau médico o al medico respunsable por l sou familiar, ye para esso que eilhes stan aqui i teneis l dreito de saber l que se passa.

Por esso i cumo diç dabid, hai muita mentalidade a mudar.

Abraços

francisco outor 30 de abril de 2007

Semprie bi que Dabid i Pedro i Felipe erán finos, mas cada beç mais tengo la certeza. Dabid yá l sabi, zde l tiempo de scoula, i nunca naide debi tener passado en Sendin de la Terceira Classe pal Ciclo sendo reprobado pol porsor na Terceira(lol risa risos). Pedro tamin nunca me anganhou, Felipe yé l que conheco menos. Mas l que eiqui deixestes esta nuite nun hai nada mais simples i razanoble i praticable, i todos serin mais eiguales.

Abraços

zé mailito

juan 8 de maio de 2007

Fonte: JN de 08/05/2007

OZONO NO MUNDO RURAL PERMITE ESTUDO SOBRE O ASMA

As zonas mais poluídas são, em muitos casos, rurais. Lugares perfeitos para estudos deste tipo

Uma equipa de investigadores da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP) está a avaliar os efeitos do ozono no agravamento da asma infantil, um estudo único no mundo. Para tal estão a fazer medições de ozono em Moncorvo e Mogadouro e a monitorizar a informação médica das crianças dessas localidades.

A investigação teve início no ano passado e permitiu a escolha destas duas localidades por serem as que apresentavam as maiores concentrações de ozono. Estranha explicação, quando se associa o ozono à poluição, mas facilmente explicável, como o fez ao JN, Conceição Alvim, uma das coordenadoras do projecto.

"O ozono na troposfera, o mais superficial, não é um poluente primário, mas sim secundário. Forma-se por reacção com outros poluentes, essencialmente os que são libertados pelos veículos automóveis, que entram em transformações fotoquimicas. Daí se notarem as mais elevadas concentrações nos meses mais quentes, a partir de Maio", disse.

Por outro lado, sublinhou, "como este é um poluente secundário, não se forma nos locais onde são emitidos os percursores. Daí que seja transportado para outros locais, acumulando-se e não se degradando onde quase não existem poluentes", referiu a professora, acrescentando, que por essa razão as mais elevadas concentrações de ozono são verificadas fora das zonas urbanas.

Uma das questões levantadas por este projecto é avaliar em particular o efeito do ozono no agravamento da asma, "especialmente nas crianças, para que não haja um passado tabágico", afirmou Conceição Alvim.

O que até agora está comprovado "são os efeitos dos poluentes na saúde, especialmente a nível pulmonar, mas não o efeito de cada um deles. E o que temos é um laboratório natural, com efeitos cruzados e não identificados individualmente".

O que se sabe de facto, e já largamente comprovado, "é que o ozono é um poluente por excelência e que existe em locais onde não há outros poluentes", sublinhou a investigadora.

Partindo deste pressuposto a equipa avaliou os níveis de concentração no Porto, em Bragança, Miranda do Douro, Vimioso, Moncorvo e Macedo de Cavaleiros e optou por Moncorvo e Mogadouro, que dentro da região eram as que apresentavam as maiores concentrações. "Nesta última, tivemos a inteira colaboração do presidente da autarquia", disse Conceição Alvim.

A investigadora quis ainda realçar que "é importante não alarmar as populações. O facto de se estarem a realizar medições e a monitorizar o historial médico não significa que haja um problema. Ainda estamos a averiguar qual a ligação directa entre ozono e possíveis efeitos no agravamento da asma".

Assim, a partir da segunda quinzena deste mês iniciam-se as medições de ozono, óxidos de azoto e hidrocarbonetos, usando tubos de difusão passiva e medidores contínuos.

Nas escolas terá início a parte médica do projecto, com os questionários às crianças. Estes serão validados e rastreadas as crianças que apresentem sintomatologia asmática. Posteriormente serão feitos exames médicos para a sua confirmação. Participam no trabalho o Hospital de Bragança, o de Vila Real e o Hospital de S. João, no Porto.
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D. JUAN

gaiteiro 16 de maio de 2007

olhaide ieu quedei paspalhado cum esto que bos dezis! acredito que mocidade portuguesa tene conhecimento de la realidade cumo nos aqui! mas cada beç ié mais amportante la ota, al tgv le mundial 2008 pois esso bai a desanbulber todo l´anterior! mirai la pista de la ota bai de miranda a bila real st antonio! bai anternacional, puis ya todo vai ir aqualquir parte dal paise! tgv tene que ser seno cum fagam las que benam de abião para la ota! camboio rapido al estilo de metro para chegar als grande centros! pois se tenermos que organizar al mundial ai que pruparar al cubero no estadio valentim guerra e cumo esse al longo de l´anterior todo!
andais mismo tapadicos esso ié amportente e se bistes teneis que fazer la lincienciatura na independente! na scula an sendim nun pude ser aiaiiaaiaiiaai!
ba ira um pouco de la mi graça!

num antendo uma cousa da me la sensação que andamos a debater varios assuntos que roda todo a volta de al mismo fundamento!

bunos dies

francisco outor 21 de maio de 2007

Um dia destes falou-se dos lobi entre o eixo norte dos concelhos do Distritos de Bragança e os do sul do Distrito.
Veio a público uma situação em que esse lobi está a vista de todos, e exerce o seu poder de influência.

Então uma das ambulâncias SIV vai ficar localizada em Mirandela provisoriamente, local onde nunca esteve previsto ficar nenhuma dessas ambulâncias.

Era bom que as pessoas que andam adormecidas à muitos anos, e que têm comandado os destinos da Terra Fria e Terra Quente, deixem de se preocupar em juntar votos, e de se preocupar com quem os atacam quando os fazem ver certos problemas, e trabalhem em prol da região, que façam de David´s contra os Golias.
E passem eles a juntar esforços para reivindicar aquilo que levou anos a ser colocado junto das populações, e fazer com que novos serviços e investimentos passem dos projectos palavra que enerva, e passem a curto prazo à prática.
Sei que muita gente quer que essas terras fiquem áridas de pessoas para passar a ser uma coutada de férias para turistas endinheirados. Onde só alguns possam sobreviver daqui a alguns anos.

Ação concluída.
Antrar

Para screbires ne l sítio, diç-mos quien sós. Ye ua beç — depuis quedas antrado.

ó