Preciso de algem que me ajude a fazer uma tradução dum texto corto para o potuguês (o meu é muito mão) e para o Mirandês. Sou de Zamora e é para facer um jogo e que participem tambem os portugueses. Obrigado
10 repuostas
Sonia P 22 de julho de 2006
Que tipo de texto é? Talvez possa ser aqui colocado: não hà de faltar gente por aqui para dar uma ajudinha... ou estarei errada?
Aliste outor 23 de julho de 2006
Antes de nada desculpem por o meu Portuñol é por isso que preciso de ajuda.
O texto é sobre o "geocaching" um jogo que consiste em esconder um "cache" com coisas para logo ir a sua procura. Para jogar é preciso ter um gps. Para mais informação sobre o geocaching visitem http://www.geocaching.com or em português www.geocaching-pt.net. Eu quer esconder um cache na mesma froteira. Para ir a procura do "cache" tenho de pôr indicações, esse texto o quero em mirandes, português e espanhol. Se algem quere ajudar eu posso mandarlhe o texto por e-mail. Obrigado
Ha ja um cache perto de Sendim se querem ir a sua procura visitem: http://www.geocaching.com/seek/cache_details.aspx?guid=2d935a1d-834c-461d-b867-b9f019088c88.
2giga 23 de julho de 2006
Bem, acho que a melhor solução é colocar aqui o texto ou entao enviar por Mensagem, mas se o colocar aqui n faltará quem faça a tradução.
Aliste outor 23 de julho de 2006
O texto em espanhol é este: Gostaria ter a tradução em português y em Mirandês. Se querem posso pôr a minha tradução ao português cheia de erros. Obrigado. Nos vemos no interceltico.
Cuando pensé en lugares para esconder mi primer Caché quería que, por supuesto, estuviese en un lugar bonito y apartado. Pero también que cumpliese una serie de condiciones geográficas e históricas especiales.
El lugar donde está escondido este caché, reune las siguintes características:
1. Está enclavado en el parque natural de los Arribes del Duero.
2. Forma frontera entre España y Portugal, entre Zamora y Tras-Os-Montes, y entre Aliste, Sayago y el Planalto Mirandés.
3. Es el lugar donde el Duero comienza a ser frontera entre los dos países.
4. Éste lugar, por tanto, tiene dos horas distintas.
5. En este lugar se hablan tres lenguas reconocidas oficialmente: Portugués, Español y Mirandés (Astur-Leonés).
6. Es el punto de Portugal que antes ilumina el sol cada mañana.
Desde siempre me han llamado la atención las fronteras. Unos pocos, en ocasiones muy lejos de estos lugares, decidieron trazar una línea en un mapa y separar a gentes con la misma cultura y a provocar diferencias entre ellos. En este lugar las relaciones siempre han sido peculiares: etnográficamente hablando, los habitantes de la raya eran más similares entre ellos que con las gentes de su mismo país, compartían los mismos usos y costumbres, vestimenta, tradiciones, lengua… A pesar de ello está zona olvidada ha sufrido durante siglos las consecuencias de las tensiones entre los dos países.
Afortunadamente todo cambia y la sensación de cruzar la línea de frontera sin rendir cuentas a ninguna autoridad, para mi es excepcional.
Para llegar al caché debemos encaminar nuestros pasos al pueblo de Paradela (en Portugal), si vienes desde la carretera N-122 Zamora-Alcañices tienes dos alternativas:
- Dirigirse a la localidad de Castro de Alcañices. Al llegar al pueblo, lo mejor es preguntar a alguien por el camino que nos lleva a Paradela. El camino de tierra es accesible para cualquier tipo de vehículo y al cruzar la frontera a unos 2 kilómetros está asfaltado.
- Dirigirse a la localidad de Moveros y continuar hasta atravesar la frontera por la Ermita de la Luz, llegar a Costantim y de allí a Paradela
La otra opción es venir desde Miranda do Douro poniendo rumbo norte hasta Paradela (12 Kilómetros).
Una vez que hayas llegado a Paradela dirígete a las siguientes coordenadas:
Desde el caché podrás observar lo absurda que puede llegar a ser una frontera. Te aseguro que cuando tengas el caché en las manos estarás situado sobre la misma frontera, a pesar de ello comprobarás que el acceso a este punto directamente desde España es imposible, lo mismo que ocurre un poco más al nor-oeste pero en ese caso el terreno es Portugal y el acceso sólo se puede hacer desde España. Este trozo de frontera fue trazada desde un despacho con tiralíneas sin tener en cuenta las peculiaridades del terreno.
amadeu 23 de julho de 2006
Queda çcansado que you fago la traduçon.
Hoije nun puode ser que nun tengo un tenpico, mas ha de ser debrebe.
Claro que se outra pessona quejir traduzir, melhor.
Amadeu Ferreira
Ana Maria F 23 de julho de 2006
Poderei ajudar a traduzir também para português (mas português unicamente); Se outros quiserem, dividimos o trabalho... Que me contactem por exemplo mas sem tardar muito... Daqui a uns dias, quando for de férias não levo o computador às costas; fica ele também a descansar!
Férias! Vacaciones! Vacances! Holidays! ...
amadeu 24 de julho de 2006
Mui bien, Aninhas. Anton, tu traduzes para pertués i queda l mirandés para mi.
Amadeu
Aliste outor 24 de julho de 2006
Obrigado amadeu pela tradução ao Mirandês. Uma pergunta mais. Ao lado do texto em cada llingua vou pôr a bandeira de Portugal, de Espanha y para o Mirandês? a de Miranda?
amadeu 24 de julho de 2006
Pa l mirandés pones tamien la bandeira de Pertual: dun lhado tenemos tanto dreito a la bandeira cumo la lhéngua pertuesa; doutro lhado tamien se fala mirandés fuora de Miranda; al fin, nun puode haber dúbedas que l mirandés ye ua lhéngua de Pertual, anque a muitos le custe.
Quien bir las dues bandeiras i achar stranho, que baia a ber, i assi quedará mais curjidoso. Talbeç seia de ambaixo ou al lhado de la bandeira poner «mirandés" i "pertués", para çtinguir.
Abraço,
Amadeu
Aliste outor 25 de julho de 2006
Muito obrigado a todos pelas traduções, foram muito amaveis, como todos os portugueses que conheço. Ontem estive em Grijó de Parada, em Outeiro y em Vimioso. Como digo no texto a sensação de atravesar a fronteira, falar com as gentes y disfrutar da sua comanhia é excepcional. ¡Que perto e ao mesmo tempo que longe ficamos uns dos outros!. Se alguma vez precisam de alguma coisa que eu possa fazer desde este "otro lado do rio" aqui me teiem. Nos vemos no intercéltico.