SENDIM EM LINHA SENDIN
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Falar i screbir ne l Blog, faç Sendin bibir. 2

2giga · 1 de nobembre de 2006

L zafio i l debate d’eideias cuntinua. Respeitando a todos, todas las oupiniones son bunas i anteressante i esso faç Sendin bibir.

Por esso bamos a cuntinuar neste nuobo tema: Falar i screbir ne l Blog, faç Sendin bibir 2. Bonda que se fale de todo l que ne ls outros temas nun se fala, mas acima de todo que haba respeito pulas oupiniones de uns i d’outros.

Benga a screbir…

Link para ber l Falar i screbir 1

402 besitas ne l sítio de anton


28 repuostas

telmo 2 de nobembre de 2006

Sem Madame Ana Maria o blog não tem alegria, regresse Madame... Sa Filosofie c est três important pour le blogue sandinês... Voulâ!!! J'ame J'ame la vie...óóóó

gabilan 6 de nobembre de 2006

Afinal todos temos telhados de vidro !!!

Por que razão um só nome aparece escrito com maiúscula na sua intervensão?

INTERVENÇÃO !!!!!

Ana Maria F 6 de nobembre de 2006

Não sei de que telhados de vidro quer falar. Os meus não são de vidro...
Não sei de que nome quer falar... Na minha última intervenção aparecem todas as maiúsculas que são necessárias.
Fazer discriminações (considerar uma pessoa e sobretudo uma localidade, neste caso Sendim, como um simples objecto, uma coisa qualquer...) não faz parte da minha maneira de ver o Mundo; também não faz parte da minha formação...
Existem em português as duas palavras: intervenção e intervensão, palavras homófonas, mas com sentido diferente...
Neste momento, também me apetece fazer intervensões e não apenas intervenções... Pode imaginar porquê...
Um dia destes, havemos-de falar do nome que escolheu para assinar as suas intervenções... Galiban...
Páixaro tamien... Só ? Estou convencida que não !

P.S. (Para a sua formação intelectual, fique sabendo que estas duas iniciais significam: Post Scriptum e não outra coisa)
Tinham assim tanta pressa os extraordinários administradores deste site de fazer um "Falar i scrbir nel Blog, faç Sendin bibir 2"...?
Em francês, neste caso, para dizer que tinham mesmo muita pressa, existe uma expressão metafórica, muito sugestiva e também muito conhecida que é a seguinte: "Avoir le feu aux fesses"... Traduzam !
(Podem chamar isto uma intervensão !)

Ana Maria F 6 de nobembre de 2006

Correcção: GABILAN ... SCREBIR...

telmo 6 de nobembre de 2006

Biva a todos em espessial ao amigo Gabilan,

Entam nao sabes que noo é “telhados de vidro” que se iscreve em vom português, mas sim, tilhados de bidro, sim porque tilhado bem do latím tilhadum, que é uma cubertura feita com tilhas que podem ser de barrio, xapa ou bidro, bidro bem do latím bidrio.
Muito me ademira amigo Gabilan, tu que estodaz-te ainda por sima ingenharia cibil e até tibeste uma disciplina só sobre tilhados de bidro, e ainda dáz estes erros inormes.
E mais, nao se escrebe “escrito com maiúscula” mas sim, escrito com letra grande, nao te encinarão na escola o que era escreber com letra piquena ou com letra grande, grande que também vem do latim grandium.
Na tua intervensão, a palavra intervenssão já foi corrigida na entervenção anterior, numa interbenção muito boa, não fosse ela uma intervenssam da Madame Ana Maria.

NOTA: escrevi esta minha intervenção, no Word, aplicando o corrector automático, utilizando o Dicionário da Porto Editora, e a Gramática Luso Portuguesa da Texto Editora, e ainda a Constituição dos Direitos Humanos da ONU, que no seu artigo 1301º diz o seguinte (qualquer homem ou mulher é livre de errar ortograficamente, desde que não fira a integridade do próximo). Consultei ainda os 10 mandamentos da Lei de Cristo que no seu 7.º mandamento diz; Não cobiçar a palavra alheia…

gabilan 6 de nobembre de 2006

Caro Telmo

Venho muito simplesmente manifestar o meu desagrado com a sua ultima "intervenção". Eu para alem de ter telhados de vidro, sou um vidrinho de cheiro, e fiquei muito zangado. Ai que safado, seu que malcriado.
Como só leu até ao 7º mandamento, digo-lhe ainda que o 8º mandamento, diz tão somente " Falar i screbir ne l Blog, faç Sendin bibir "

gabilan 6 de nobembre de 2006

Após uma pequena consulta online ( em www.portoeditora.pt)

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INTERVENÇÃO
1. acto de intervir através da palavra ou pela acção;
2. intercessão; mediação;
3. ingerência do Estado em empresas ou sectores de actividade;
4. interferência de um país nos assuntos de outro país;
5. acção concertada;
6. operação cirúrgica;
7. acção; papel;
MILITAR forças de intervenção forças militares que têm por função exercer, em território subvertido, acção defensiva contra bandos armados ou guerrilha;

(Do lat. interventióne-, «id.»)

_______________________________________________

INTERVERSÃO
1. acto ou efeito de interverter;
2. inversão da ordem natural ou habitual;
(Do lat. interversióne-, «interrupção; falsificação»)

__________________________________________________

PS - para quem diz que escrever não leva a nada aqui fica este exemplo, pois aprendi mais uma palavra. Quando a dúvida suscita interesse a discução é muito importante. Obrigado

metalian 6 de nobembre de 2006

Eu pelo meu lado já passei a fase dos telhados de vidro. Antes tinha de zinco, mas fazia muito barulho quando chovia. Depois os de vidro, não tapavam o sol... Disseram-me para meter vidro fumado, e ainda os meti junto com as alheiras e os chouriços a apanhar fumo, mas desisti.
Depois meti um telhado de carbono, mas os gajos do MIS roubaram-mo como objectivo de fazer uma bicicleta para ir na Volta Cicloturística de 2007.
Agora tenho de meter um telhado novo, se calhar vou meter um feito de acrilico, e com o dicionário de português estampado, para não dar mais erros.

Ana Maria F 6 de nobembre de 2006

Vou ajudá-lo um pouco, Gabilan, a compreender as subtilidades da língua de Victor Hugo... (Obra de caridade)
Sei que já enveredou por uma pista que não é boa (O que é estranho no seu caso com o nome duma ave tão extraordinariamente atenta e inteligente...)
“Avoir le feu aux fesses” ? Esta expressão não faz minimamente alusão a cheiros e também não precisa, Camarada, de os pôr num vidrinho!
Imagine, pelo contrário, o efeito que pode produzir por exemplo uma brasa que é tirada do lume (le feu: o fogo !) e que é colocada imediatamente nas nádegas (les fesses !) de alguém...
Efeito radical, não é verdade ? (Quem diria da parte dos Franceses ?)
E as consequências ? Imagine-as !

N.B. (Nota Bene, em latim ! )
Se nunca leu Os Miseráveis de Victor Hugo, talvez seja altura de o fazer... Magnífico romance em pelo menos dois volumes (Que asneira! Deveria dizer: dois monumentos !). Não me surpreenderia encontrar na boca de Jean Valjan, uma das personagens centrais do livro que é injustamente condenada ao degredo em Caiena, na Guiana, entre outras expressões essa tal tão metafórica e sugestiva: “Avoir le feu aux fesses”...
Leia, volte a ler ou então veja uma das várias versões que foram feitas para o cinema baseadas nesse famosíssimo livro... Na versão original, sempre será melhor....
Depois prepare-nos então a sua obra em 50 linhas todas escritas na língua do mesmo Victor Hugo. Um engenheiro civil, nesta Europa em construção, tem todo interesse, imagino eu, em saber também falar as línguas estrangeiras... Não apenas, penso, a língua materna ou aquela que também inspirou José Leite de Vasconcelos: “la lhéngua dels nuossos abós”...
Bon courage !

gaiteiro 6 de nobembre de 2006

olhai-de todos......!! bá agora sou ieu un cachico! agradais.me todos pois al berdadeiro sendinês nunca sta bim! ya sei la gaita ya stais farticos de me oubires! mas....! caralh.... deixai-me falar almas dal diabo! um cu la frança, outro al dicionário online! telhdos de .... bá ya disso bos que ié la mi beç! la lengua materna de la auropa ia miu abó dezi que ira al sendinês aspuis yé que aprendiu al mirandês e al portuês! e nal miu timpo l´alqueiro ya teni buna cotaçon nal mercado local! mas l´amportante yé screbir, falar, rezar.... bá rezar antençon que se no al nusso chefe de la paroquia bene a dezir que sta scrito na liturgi sagrada....stou contente pus esta pagina solo demontra que als sendineses son todos lutadores!.... scuitame ieu e oscar ferra tenemos al grupo dals pauliteiros que quesires descargar la raibia es essa cousas de energia negatibas benies a bater als paulos porque en sendim ai são paulo nas arribas!!!
bunas tardes bos dé dius!!
ps: sculpai-me al sendines se no sta bin scrito!!!!!!!!!!!!!!!1

observ atento 6 de nobembre de 2006

Isto está a ficar animado. Mas parece uma luta de galos pseudo-eruditos.
Com tanto vidro alguem ainda se vai cortar ou picar, espero que não seja"aux fesses" . Quanto ao Victor Hugo deve andar as voltas no caixão atentendo à devoção de uma tal madame com tão superficial interpretação literária.Mas continuem que a coisa está animada.
O pessoal esta a gostar.
Saudações cordiais.

Ana Maria F 7 de nobembre de 2006

Para evitar que o grande Victor Hugo dê mais voltas, tente pelo menos escrever como ele, sem fazer erros como aqueles que você fez nesta sua tão pouco convincente intervenção...
Vai precisar de estar mais atento e observar mais e melhor.
Não seja por conseguinte tão superficial !
É pena, autor anónimo, que confunda diálogo e Democracia com luta de galos em poleiros de galinhas...
Victor Hugo ter-lhe-ia dito também que numa Democracia as pessoas têm pelo menos a coragem de dizer quem são em vez de se esconder como você fez... Isso no século XIX !
Mais de cem anos mais tarde, tem medo autor anónimo? Medo de quê ? De receber também uma brasa nas nádegas ou de ser picado por um dos galos que lutam ?
Não perca mais tempo ! Só tem uma coisa a fazer: instruir-se !
Comece por exemplo por ler MUITO ATENTAMENTE os dois "monumentos" de Os Miseráveis.
Depois diga qualquer coisa.
Bon courage !

Arranca Sucos 7 de nobembre de 2006

ERRATA:

Na mensagem enviada pela Ana Maria F no dia 06-11-2006 às 9:36:51, onde se lê na 12.ª linha:

"...havemos-de" deve ler-se HAVEMOS DE.

“Avoir le feu aux fesses” , também na mesma mensagem, na penúltima linha, tem uma frase equivalente em português: "Ter o rabo a arder".

Também gostaria de saber que dicionário de português usa a Ana Maria F, pois eu já procurei em cinco diferentes, e não consigo encontrar a palavra INTERVENSÕES, que ela diz ser homografa de INTERVENÇÕES.

gabilan 7 de nobembre de 2006

Pois bem.. Cumpre-me tecer aqui algumas respeitosas considerações:

Em primeiro lugar queria dizer à pessoa que me chama "camarada", que, como não me conhece nem nunca me viu na Quinta da Atalaia, deverá chamar-me “Monsieur” ... é prática nestas bandas. Não tenho nada contra, mas preferia que não me tratasse por camarada, eu até não me importo de andar com T-Shitrs do Che Guevara estampadas, mas estão “démodé”, “old-fashioned” ou “out-of-date”

Em segundo lugar não consigo inventar 50 linhas para lhe responder pois para além de não conseguir escrever “sobre nada”, não tenho tanto tempo assim. Deixe-me dizer-lhe que admiro o seu poder de escrita, linguiticamente falando. Confesso ainda que em tempos idos de estudante, fui adepto dessa vertente, nas disciplinas em que tínhamos que "divagar" sobre nada. Agora prefiro ser mais exacto, conciso e directo.

Em terceiro lugar quero dizer-lhe que, lança os foguetes e depois faz a festa, ora vejamos, alguém pediu traduções de francês?

Mais ainda, em quarto lugar, a minha intervenção apenas a questiona sobre a existência ou não de uma palavra homófona de "intervenção", e como não existe, não lhe julgo o direito de interpelar tudo e todos com a correcção ortográfica dos posts no SAL. Ainda que seja livre de o fazer.

E depois queira desculpar a minha ousadia, ao dizer que tem telhados de vidro, se não os tem, devia ser mais humilde, ficava-lhe bem. Chama-se "Sair à francesa" se quiser traduções " Sair de fininho".

Arranca Sucos 7 de nobembre de 2006

ERRATA à minha ERRATA

Onde se lê Homografa, deve ler-se HOMOFONA.

Porra, erros qualquer um dá, mesmo o professor mais atento. Neste caso, estava desatento. Estava eu a admirar a paisagem do alto da Torre Eiffell, e pareceu-me ver uma professora de português a comprar um dicionário na papelaria da esquina.

Ana Maria F 7 de nobembre de 2006

(Sem ter lido estas duas últimas intervenções...)

É pena, Arranca Sucos, ser tão pouco cavalheiro, ainda por cima com essa cara de desenterrado vivo: para espantar quem, os pardais ?

Mas vejamos então... (Obra de caridade):

1.O traço de união entre o verbo “haver” quando é conjugado e a preposição “de” pode não ser sistemático e por conseguinte obrigatório...
* Aparece nos seguintes exemplos, no Grande Dicionário de Cândido de Figueiredo, vol. II, p. 12, Livraria Bertrand, ed. de 1978: “A paga que ele há-de haver... Depois comigo se há-de haver”.
*Aparece também nesta citação extraída da peça de teatro Frei Luís de Sousa de Almeida Garrett: “Tens, filha... se Deus quiser, hás-de ter; e hás-de viver muitos anos para consolação e amparo de teus pais, que tanto te querem.” (p.29, Livraria Popular de Francisco Franco, Lisboa 1946); citação inserida no Manuel de Langue Portugaise do falecido Paul Teyssier que foi meu professor na Sorbonne, em Paris.
*Aparece ainda o traço de união em exemplos dados pelas três autoras, Edite Estrela, Maria Almira Soares e Maria José Leitão, do Guia Completo para Saber Usar Correctamente a língua Portuguesa “Saber escrever; Saber falar”, na 3ª edição de 2004: p. 76, “Hei-de levantar-me cedo”; p.138: “Eles hão-de vencer a doença”
Por isso, não há razão, Camarada, para não escrever “havemos-de” com traço de união. Aparentemente, até é mais correcto ! Tome nota !

2. Acho bem propôr uma tradução, como eu tinha sugerido, para a expressão francesa “Avoir le feu aux fesses” (certamente a melhor ! Tão metafóricas e sugestivas uma como a outra! Sem termos que usar certos sinónimos que também existem mas que nos obrigariam a mudar de registo. Queremos, não é verdade, continuar a ser bem educados ?!)
Mas onde é que está o erro ? Errata: porquê ? Tem tendência, Camarada, tenho a certeza, a ver erros onde não os há! Tenha calma !

3. O melhor está no fim... O melhor e também o pior: prova que também não está atento a 100%, infelizmente, Camarada...! Ninguém está na realidade... Sejamos humildes ! O homem não é uma máquina e mesmo se o fosse... Tudo falha duma maneira ou de outra a certa altura... Não é esse o destino do Homem ?
Mas então: Qual era o problema ?
“Intervenção” e “interversão”, afinal, e não outra coisa !
Fez bem de procurar em cinco dicionários; eu também procurei em alguns para verificar...
Enganei-me aparentemente... mas sem ter medo nenhum de o reconhecer agora...; o que não é o caso de alguns que escrevem neste site, infelizmente... Garanto-lhe!
E para acabar, não diga asneiras, Camarada: eu nunca falei em homógrafos mas sim em homófonos. Não se engane inutilmente por falta de reflexão ou outra coisa que nem me apetece imaginar!
Nem homógrafos, nem homófonos, afinal! Nem uma coisa, nem outra ! Mas sim o seguinte, Camarada, se continuar bem atento: estamos diante de dois parónimos: palavras que não significam a mesma coisa mas cuja pronúncia é parecida... Daí algumas confusões...
Nunca mais esqueça isso, “Arranca Sucos”: parónimos! Sim: parónimos !
Estamos sempre a aprender, não é verdade ?

Esta terá que ser a minha última lição... Lição gratuita...
Penso que ainda posso continuar a ser útil a dar lições como esta para miúdos e graúdos que olham para mim não com caras de desenterrados... mas com o olhar de quem gosta de ouvir e simplesmente de aprender!
Ainda há muita gente assim e é por isso que acredito que ainda vale a pena continuar...
Talvez até noutras galáxias...
Bem haja !

observ atento 7 de nobembre de 2006

Cá estamos de novo, sem nada pedir, a receber as sapientes lições devidamente fundamentadas de Sua Exª. Madame Ana Maria, licenciada pela Univer. Sorbonne, em literatura baseada no grande Victor Hugo e demais literatura e gramática supra referida, não sei se numa tentativa frustrada de baralhar a malta, através de uma falsa modéstia, se numa falta de humildade atróz ou então na pior das hipoteses numa tentativa de mostrar conhecimento num universo que não tem face visível e não passa de realidade virtual, face a um eventual insucesso na realidade do dia dia.
Sera caso para dizer, como dizia o meu saudoso e amigo Professor da Universidade Católica Portuguesa, Marçelo Rebelo de Sousa "valha-nos Santa Prisca e Santa d" al Cu Furado.
Mas meus camaradas, com todo o respeito que me merece o Partido de Alvaro Cunhal, ao que parece, foi a ultima lição gratuita, isto quer para miúdos quer, para os graúdos, a coisa vai ficar complicada, pois vão passar a receber a factura de tais serviços directamente de paris, mas sempre teem uma vantagem, assiste-nos o direito à respectiva quitação, para efeitos de I.R.S. o que já não é mau,aliás uma vantagem, um beneficio fiscal, o que já não é mau atendendo aos tempos que correm, claro que teria de ter um benefício.
Espero que nas outras galáxias seja igual, senão quer-me parecer que Sua Exª a madame, sempre corre o risco acrescido de ter de dar de "frosques" ou seja de lhe chegarem " feu aux fesses" o que não me parece ser nada agradável.
Com todo o respeito merecido por todos
Saudações cordiais

Ana Maria F 8 de nobembre de 2006

Muito redundante o seu texto !
Escreva Paris com maiúscula: cidade (incluindo os seus arredores...) com quase tantos habitantes como Portugal inteiro !
Exprima-se sem ser grosseiro e mal educado !
Releia também a sua tão pouco convincente intervenção... para evitar muitos erros...
(Lição gratuita !)

gabilan 8 de nobembre de 2006

Achei bem partilhar este momento lúdico com os leitores do SAL.
Poesia Matemática

Um Quociente apaixonou-se
Um dia
Doidamente
Por uma Incógnita.

Olhou-a com seu olhar inumerável
E viu-a, do Ápice à Base...
Uma Figura Ímpar;
Olhos rombóides, boca trapezóide,
Corpo ortogonal, seios esferóides.

Fez da sua
Uma vida
Paralela à dela.
Até que se encontraram
No Infinito.

"Quem és tu?" indagou ele
Com ânsia radical.
"Sou a soma do quadrado dos catetos.
Mas pode chamar-me Hipotenusa."

E de falarem descobriram que eram
O que, em aritmética, corresponde
A alma irmãs
Primos-entre-si.

E assim se amaram
Ao quadrado da velocidade da luz.
Numa sexta potenciação
Traçando
Ao sabor do momento
E da paixão
Rectas, curvas, círculos e linhas sinusoidais.

Escandalizaram os ortodoxos
das fórmulas euclidianas
E os exegetas do Universo Finito.

Romperam convenções newtonianas
e pitagóricas.
E, enfim, resolveram casar-se.
Constituir um lar.
Mais que um lar.
Uma Perpendicular.

Convidaram para padrinhos
O Poliedro e a Bissetriz.
E fizeram planos, equações e
diagramas para o futuro
Sonhando com uma felicidade
Integral
E diferencial.

E casaram-se e tiveram
uma secante e três cones
Muito engraçadinhos.
E foram felizes
Até àquele dia
Em que tudo, afinal,
se torna monotonia.

Foi então que surgiu
O Máximo Divisor Comum...
Frequentador de Círculos Concêntricos.
Viciosos.

Ofereceu-lhe, a ela,
Uma Grandeza Absoluta,
E reduziu-a a um Denominador Comum.

Ele, Quociente, percebeu
Que com ela não formava mais Um Todo.
Uma Unidade.
Era o Triângulo,
chamado amoroso.
E desse problema ela era a fracção
Mais ordinária.

Mas foi então que Einstein descobriu a
Relatividade.
E tudo que era expúrio passou a ser
Moralidade
Como aliás, em qualquer
Sociedade.

Ana Maria F 8 de nobembre de 2006

Eu, no seu lugar, Camarada (E volto a repetir: Camarada !), até teria chegado ao ponto de rimar fazendo rigorosamente com que cada verso tivesse matematicamente o mesmo número de sílabas.
Um pouco mais de rigor e de sabedoria, com que então !
A minha poesia agora vai ser mais pragmática: fazer aquilo que uma mãe sente como obrigação e responsabilidade fazer. Mas isso, acredite!, também me sabe bem. Pode multiplicar isto até ao infinito !

metalian 8 de nobembre de 2006

Estamos na altura da segada? É que tanta palha já mete confusão.... Isto qualquer dia torna-se um palheiro, pois o gado bovino e asinino não vai deixar de passar por aqui para comer a palha debitada neste blog.

Ana Maria F 8 de nobembre de 2006

Trigo, joio e também palha...
Tudo se aproveita e todos precisam de comer !
Não seja egoísta ao ponto de não querer que todos comam e saboreiem...
Bom apetite !

francisco 8 de nobembre de 2006

Rebolbi,
Bolbi,
tornei a bolber,
i tornei rebolber,
i outra beç a bolber,
i cheguei a Roma antes de rebolber.

Bin a ler,
i a reler,
i tornar a ler,
num aprendi reler,
porque assi num sei ser.

Amigos conterraneos,
Bamos a medrar,
para esso num tenemos,
que nos afrontar.

Biba Sendin

Que ganas tengo duma malga de caldo de berças, dun sibo de pan com presunto.

zé mialito

francisco 8 de nobembre de 2006

Se falar e escrever no Blog faz Sendim viver, porque é que os sendineses que escreveram aqui neste tema e em outros, ainda nao disseram nada acerca da mudança da feira dos Gorazes - "el die trinta" - para o ùltimo fim de semana de Outubro.

Bom pareçe-me que seja importante registar a opiniao de todos, ainda poucos o fiseram.

Abraços

zé mialito

metalian 9 de nobembre de 2006

"porque é que os sendineses que escreveram aqui neste tema e em outros, ainda nao disseram nada acerca da mudança da feira dos Gorazes - "el die trinta" - para o ùltimo fim de semana de Outubro."

Talvez porque onde podes votar também podes comentar.... Ou porque é tão claro que ninguém comenta.

Ou então será com receio de ser alvo de correcções linguísticas...

amadeu 9 de nobembre de 2006

Quanto al die trinta: la pregunta ye tan clara que bonda botar, sien ser perciso poner alhá outros dezires, a nun ser que un querga..
You yá botei i, tal cumo Francisco, tamien registro que haba tan pouca giente a botar.
Amadeu

francisco 9 de nobembre de 2006

"Talvez porque onde podes votar também podes comentar.... Ou porque é tão claro que ninguém comenta.

Ou então será com receio de ser alvo de correcções linguísticas..."

AI SIM, ENSINAS-ME TANTO!!!!....

Mas se estivesssem la as opinioes das pessoas sabia-se o que lhes vai na alma, mas se tu achas que nao paciencia!
Ainda gostava de te ver escrever com o teclado que tenho a minha frente.(nao tem assentos etc), tambem sei que tenho um erro na palabra "fizeram" que é flagrante e outros... Mas alantre comandante deixemos desto.

Abraços para todos

Zé Mialito

metalian 10 de nobembre de 2006

Nem estava, nem tenho pretensões a corrigir os teu erros, se não percebeste a piada, os males de Itália fazem-te mesmo mal...

"Mas se estivesssem la as opinioes das pessoas sabia-se o que lhes vai na alma, mas se tu achas que nao paciencia!"

Nem acho, nem deixo de achar, se venho para aqui falar em liberdade de expressão, não posso achar mal que cada um diga o que pensa. Talvez tu tenhas algumas ideias pré-concebidas sobre os outros, e te aches na moral de ler no que os outros escrevem, aquilo que eles não querem dizer.

Ação concluída.
Antrar

Para screbires ne l sítio, diç-mos quien sós. Ye ua beç — depuis quedas antrado.

ó