SENDIM EM LINHA SENDIN
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Stacion Biológica Anternacional

almendra · 30 de maio de 2006

Hai projetos para todo i por to ls lhados menos para Sendim. Ls que se dízen sendineses mais que ls outros, pássan l tiempo cun fiestas merendas i pantominas. Nun ancuntrais que yá ye tiempo de pensar an cousas sérias?

Stacion Biológica Anternacional de Cozcurrita, nós cuntribuimos pal projeto, nin que fura solo cul nome. Porque para tener subsídio de la UE, ten que ser de ls dous lhados, son projetos de zonas frunteiriças, mas a nós solo mos toca fazer parte i ir als retratos de las einauguraçiones.

Fizo-se un studo de las castas de las ubas i fui eigual. La cooperatiba solo pagou i nun soubimos l que dóran las castas i l resultado del projeto. Fui antes de you antrar na direcion i tengo feito todo l possible para saber, mas bai a mudar, ai bai bai.

Se tenemos las arribas i queremos ser capital, l que you ancontro bien, nun debemos quedar solo cul nome.

Bamos a trabalhar para fazer un parque biológico. Queremos ua Stacion Biológica tamien i mais, queremos tener bino i azeite biológicos, porque esta ye ua de las poucas regiones nel mundo an que esso se puode fazer, mas cun cualidade. Esso sin será feturo, ambestir an cualidade i an protecion de l ambiente. L turismo ben a seguir.

Alguns gustarien de ber acabar la cooperatiba nin que fura solo para mal de ls que alhá stan, mas la maiorie quir Sendin maior i mais rico. Ye cun esses que bamos a pensar an fazer deilha un centro de apoio a to ls projetos, porque tenemos campo a mais.  L bino teneremos que l fazer, mas podemos tener alha un museu, centro para serbicios de apoio al agricultor, formacion, apoio a la protecion i preserbacion de l ambiente i sei alhá quanta cousa mais.

Mas tenemos que ser todos a trablhar i a dar eideias, nun bonda solo dezir mal "na praça". I ls que quejíren que l sou partido ganhe cun esso que colabore, se nó, que nun storbe.

Zafio ls nuobos que son l feturo se Sendin a dar l sou cuntributo. De bós si aceito las críticas mesmo las que custan a oubir, porque teneis esse dreito, eisejir. Nun bos calheis, la buossa boç ten que se oubir bien alto.

326 besitas ne l sítio de anton


15 repuostas

francisco 30 de maio de 2006

Ora aqui está um projecto com pernas para andar e para por em pratica e não ficar só no papel ou na cabeça. Nasci com agricultura, vivo a agricultura e gostava de morrer na agricultura. Como gosto da nossa terra e gosto de agricultura, dedico algum tempo a estudar e a pesquisar a ouvir como fazer certas tarefas. Conclui então que as zonas demarcadas do vinho chegara a Torre de Moncorvo parou, o olival tradicional engloba o Concelho de Mogadouro e parou, conclui então que este nosso canto não tem direito a nada, ou melhor “Deus” não passou por aqui, desviou-se. Compreendo que a agricultura que nos desenvolvemos em Sendim e outras localidades poucas no Concelho, não têm tanta prática no resto do concelho em que se dedicam a produção de carne leite etc…, por isto penso que ficamos no esquecimento, em certos momentos houve falta de poder reivindicativo até do poder político. Quanto à nossa Cooperativa creio que ainda têm um grande valor patrimonial e ainda pode ser uma fonte dinamizadora, mas creio que muito do seu equipamento se encontra obsoleto, isto devido a culpa de todos os sócios, sim todos!? Porque o espírito cooperativo é todos por um e um por todos, e nós voltamos as costas uns aos outros a todo o momento em pequenos actos, e a mim me crítico, porque ultimamente para isso contribuo todos os anos não entregando 50% da produção e assim farei enquanto certos pressupostos se mantiverem, mas não só problemas como este, nunca procuramos dar qualidade ao produto final, o que interessa são quilos, e outros problemas em que as soluções só são encontrados quando noutros locais já passaram a história. Há em minha opinião vinho de alto gabarito no mercado, que não têm metade da qualidade do vinho produzido por certos agricultores em suas casas. Creio que aqui está uma solução, deveria haver uma mistura de tradicional com tecnologia para acrescentar valor ao produto final. Pergunto haverá muita diferença entre o vinho da zona demarcado do douro e o nosso? Bom quanto a Cooperativa muito havia para falar mas ficaria para outra altura. Quanto ao azeite não queria falar muito para não errar, mas creio que estes lagares modernos a não ser a rapidez de transformação não acrescentam qualidade nenhuma ao produto. Mas ainda só falei de oliveiras e vinhas, mas a produção florestal já têm grande relevo e muito importante em meu entender devido a queda ou quase desaparecimento das culturas cerealíferas e creio que deram uma valorização aos terrenos, mas que estão a ser mal mantidas e foi efectuado um mau planeamento em meu entender. Houve alguma gente pouca(engenheiros) que encheram os bolsos com isso, mas isso é outra discussão muito importante mas não para aqui. Creio que a criação de uma região não sei, se com o nome de demarcada, ou de zona biológica pouco interessa o nome seria uma boa possibilidade. Criada para a produção de produtos biológicos, em que se respeitaria e valorizaria os espaços e ambiente, em que houvesse a valorização de todos os recursos de fauna e flora e houve-se o aproveitamento da região para fins turísticos, isto sim traria riqueza criaria alguns postos de trabalho em que não caberia uma central nuclear, e daria mais alegria região. Essa zona biológica que foi criada do outro lado da fronteira não sei o que é, nem do que trata, não me vou pronunciar, vi nas fotografias alguns sendineses, que digam eles então do que se trata.. José Manuel Carção Angélico

Passareiro 30 de maio de 2006

ola sendim

stacion biologica anternacional pra qué pois nos ja temos uma em sendim pois havia de ser enaugurada mas na riveira do xeicho com os senhores menistros pois ai podiamos dizer que eramos sendineses em le dar por cima umas saladas regadas com a agua da riveira que biologicamen te é pura;
falar bem se fala mas pouco se fas mas isso é o natural do sendines é como a central noclear so aqueles que ganhao muito é que sao contra mas nao pensao nos mais povres e nos novos que querem trabalhar na nossa terra

é so olhar à volta de sendim e em sendim a desertificaçao que se instalou e ninguem fas nada por isso presidentes da camara e da junta nada se tem feito mesmo o menistro veio de helecotro que viesse por a estrada via as condicons que temos e é mais ecologico vem queria escrever mais mas dou muito erro desculpai mas sendim merecia mais e melhor abracos a todos

Tiu de la Marra 31 de maio de 2006

O mal já está feito, apostamos na quantidade das uvas, e vemos o que aconteceu, temos quantidade, mas não temos “qualidade” (não somos reconhecidos a nível de mercado). Pois sabemos que o vinho tem todas as condições para ser Bom. (Estou a falar da Cooperativa). Temos bons exemplos de Produção particular (Meseta, Paulo Preto, Perdigão) um deles a venda no Continente por 5 euros a garrafa. Vamos seguir estes bons exemplos e apostar no reconhecimento a nível de mercado.. Só assim conseguimos, quer um bom preço para a cooperativa, quer para o próprio produtor.
O nosso azeite… (ainda é um mercado em franca expansão)… onde poderemos conseguir bons trunfos.. de uma vez por todas porque não fazer uma linha de engarrafamento (marca própria, certificada) onde todos os produtores que quisessem deixavam o seu azeite para ser vendido pela cooperativa e pago a bom preço.. Como eu sempre disse apesar de longe de “casa”, as oliveiras vão continuar a produzir..

Carlosferreira 31 de maio de 2006

Sclarecimiento

Guosto quando oubo Jése Almendra a falar, sobretodo quando fala bien. Stou anteiramente d’acordo cun el ne l que diç respeito a la Dega, de la mie parte el yá sabe: dei, dou i darei todo l que soubir i podir, sien mirar a mais nada.
Solo querie tamien dezir a Fracisco que quanto al azeite ten rezon, porque la region demarcada chega a Ruolos i pára, mas pa l bino yá tenemos ua region demarcada, onde se puoden produzir binos VQPRD zde 1989 - IPR PM (Indicação de Proveniência Regulamentada do Planalto Mirandês) criada pul D. Lei nº341/89 de 9/10. Ora l purmeiro bino VQPRD feito an Sendin i an toda la IPR, solo fui feito an 2002, doze anhos apuis. De quien ye la culpa? De las pessonas!

Agora an relaçon a la Staçon Biológica Anternacional de Cozcurrita. Trata-se dun ambestimiento sclusibamente pribado, que nun fui financiado por porjeto, nien de l goberno spanhol, nien de l goberno pertués, nien de la ounion ouropeia. Fui financiada na totalidade i sclusibamente por capitales pribados dua pessona de Cozcurrita que decidiu ambestir alhi l sou denheiro.
Esta Staçon Biológica Anternacional ten ua casa cun dieç quartos, salones i scritórios i sirbe para recebir ambestigadores de to l mundo que téngan porjetos a zambolber na área ambiental. Ten dieç hectares de terreno al redor, un heliporto, picina, ua torre cun staçon d’ouserbaçon de fuogos, ua torre que recibe Anternet por parabólica i un serbidor que çtribui Anternet gratuitamente por wireless a to ls moradores de Cozcurrita.
Ten ua ribeira arteficial que sirbe para studar la forma de recuperar linhas d’auga poluidas cumo la de l Xeixo, atrabeç de métodos berdes.
La Staçon yá ten protocolos assinados cun muitas Ounibersidades: UTAD, Lion, Salamanca, Nápoles, Hungria, Almanha, etc.
Cumo bédes nien siempre las cousas son cumo ye questume ser. Stou d’acordo cun Almendra: “Ye pena que Sendin nun tenga ua cousa dessas”, mas nun bal la pena pensar nesso, l melhor ye agarrarmos l que tenemos i trabalhar.

francisco 1 de junho de 2006

Agora que já sabemos do que se trata essa Estação Biológica Internacional, boa ideia para quem a teve. Mas agora não devemos embirrar que queremos o mesmo, porque as coisas são boas quando estão na mão dos outros, e nos a boa maneira Portuguesa só vemos quando os outros já fizeram, nunca são somos os “purmeiros” como se diz em Mirandês. Quanto a Zona Demarcada do Planalto Mirandês já me tinha apercebido que existia sem ninguém dizer, mas nem me lembrava. Mas a questão fica na mesma, porque é que quando foi criada a Zona do Vinha do Porto parou em Torre de Moncorvo, será que o vinho do Douro Internacional é tão diferente? Bom, como a maioria das pessoas sabe a Sogrape é uma das maiores produtoras de vinho a nível mundial, e é dona, ou pelo menos gere os contratos com os produtores em Bemposta. Como sabem já mostrou interesse em comprar a casa do Douro, quem descarrega em Bemposta sabe que os camiões não parram de levar mosto durante a campanha, por isso não sei se não andara por aí muito vinho das Arribas do Douro Internacional no Porto no mais fino cálice de Vinho do Porto. Já agora pergunto ao Prof. José Amendra se no estudo das castas existentes ( Polhetas, Malbasias, Tinta Gorda, Tinta Fina, Terontês, Verdelho, Bastardo, Formosa, Caré, Olho de Rei, Hipolitas, Arvilhos etc), as conclusões que lhes deram seria mudar para as da moda Tinta Roriz, Toriga Nacional e Toriga Francesa etc? Só queria dizer em tipo de errata, que os lagares de azeite modernos não têm só como vantagem a rapidez de transformação de transformação, terão várias, mas têm um contra a qualidade do azeite é menor, em minha opinião o lagar velho deveria ter ficado, mas o caderno de encargos aumentaria, porque seria necessário construir uma ETAR. Toda a gente fala da Ribeira do Xeixo, mas não se esqueçam da Carrabilha-Lagas-S.Paulo, que é mais extensa e têm maior caudal, e está igualmente poluída. Mas este problema de poluição existe porque nunca foram capazes de por a funcionar a ETAR, isto porque o que nasce torto tarde ou nunca se endireita, em minha opinião a ETAR deveria ter sido construída para os lados da Presa, porque há um maior número de habitações em Sendim com inclinação para o lado Norte, e a bombagem dos esgotos do Baíunco também era mais fácil da para a Presa porque o desnível é menor, mas decisões ficam com quem as toma, e terão explicações para essas decisões.

francisco 3 de junho de 2006

Como li por alto a nota introdutória do Prof. José Almendra, não reparei que nunca tinham sabido o resultado do estudo das castas, logo nunca me vai responder a pergunta da minha intervenção anterior. Mas eu vou dar a minha opinião, o vinho que produzimos com as castas existentes é bom, especialmente o de mistura de branco com tinto (Rose). Porque temos castas que dão aromas e cor, que nas castas modernas não devem existir, tais como têm o Verdelho, o Bastardo, o Olho de Rei, e a Malbasia (Mal Vazia), e Tintas, devia de haver uma redução na produção do de castas como a Polheta (só dá álcool e agua, não dá aromas e é branco) mas como produz muito, o que interessava eram quilos, então enxertou-se em massa. Experimentai merendar do lado de lá da fronteira e pedi uma garrafa de vinho Toro, vede quanto custa na factura final, é certo que quem inflaciona o preço do vinho é a restauração. Falei no vinho Toro porque as castas são as mesmas, o tipo de videiras é o mesmo(e aqui não vale a pena inventar por videiras diferentes que não aprovam), o mesmo tipo de terreno e o mesmo clima, para mim este vinho têm muita qualidade. É certo que o “sacho” roda-se o cabo nas mãos, é necessário mecanizar as vinhas e algumas replanta-las, se a solução for com novas castas, então faze-lo. Mas penso que teríamos bom produto com o que existe. Por onde tenho andado ultimamente (Minho), bebe-se mais vinho que em qualquer lado, e bebe-se pela malga. Depois falam-me tenho uma pomada não queres provar, digo-vos bebo cada malgada de vinagre, eles gostam (o vinho verde tinto é muito ácido), depois pergunto-me como é que o vinho dai não conquistou mercado há já muito tempo, quando lhe dou algum daí, haviam de vê-los encostar as paredes, e não é preciso que bebam tanta malga.

almendra outor 3 de junho de 2006

Escrevo este comentário em portugês, porque penso que ele não se destina só aos sendineses mas a muitos mais. Francisco, tens toda a razão e olha que não é fácil dizer a verdade. Fiz tudo para termos a zona Vitivinícola, mas sabes que depois de criada, foi logo tomada pelos tais que julgam que tudo sabem e que os partidos é que têm o monopólio das coisas. A direcção da altura e as que se segiram, foram na cantiga dos técnicos da Régua e toca de inventar novas castas para a nossa região, assustar a gente com reconversão, vinhas novas e sei lá que mais.Pouco valeu eu falar nas reuniões e Assembleias a que fui. Tive que ir embora de Sendim e estudar para poder regressar e ter mais força. Mas não fugi da luta, vim e tomei conta da Cooperativa que estava em vias de fechar. E hoje posso dizer na cara de quem quiser, que é com as velhas castas e com as velhas vinhas que se faz o melhor vinho e no que diz respeito à nossa região, dos melhores do mundo e tenho provas disso. Por isso vamos lutar, podemos não vencer mas vai ser difícil derrotar-nos. Ainda há poucos dias os enólogos de uma Universidade de Bordeus reconheceram que o nosso Ribeira do Corso, se envelhecido, estaria ao nível dos melhores e mais caros da região de Bordeus. Mas infelizmente encontrei uma Cooperativa sem dinheiro e sem condições e com muitos sendineses contra ela. Que fazer? Por isso pedi aos jovens apoio, discutindo falando, não se calando, influenciando os mais velhos.

Ana Maria F 3 de junho de 2006

Primo Zé (José Almendra),

Eu não moro muito longe de Bordéus e, como toda a gente sabe, os vinhos de Bordéus, entre todos os vinhos vendidos no mundo, são aqueles que, em leilões, atingem frequentemente os preços mais elevados, devido, não há dúvida, a uma qualidade excepcional! No entanto, vale a pena estar ao corrente de certas coisas:
- A maior parte da cortiça (toda provavelmente!) que serve para fabricar as rolhas das garrafas dos bons vinhos franceses (e não só de Bordéus) provém directamente de Portugal.
- A arte e a experiência ancestrais de muitos tanoeiros portugueses (de Palaçoulo, por exemplo...) foram aproveitadas, aqui em França, para a fabricação artesanal de pipas destinadas à fina flor dos vinhos gauleses.
- Sabe-se, aqui em França, que existe em Portugal, entre todas as castas, uma excepcional: a touriga portuguesa! Eu sei, porque já li coisas sobre o assunto, que eles (os Franceses!) dariam tudo para ter essa casta que por enquanto é protegida a nível nacional.

Portugal (e Sendim também obviamente!) tem finalmente mais do que aquilo que se pensa (do bom e até do melhor!) e por conseguinte condições para que todos nós possamos de facto um dia, nós e os nossos filhos, viver na terra onde muitos outros antes de nós viveram, provavelmente mais felizes do que aquilo que nós pensamos ou que pensam alguns por vezes!
Eu sei o que falta, no entanto (Brevemente, num próximo “comentário”, hei-de exprimir-me também sobre esta questão); e sei também qual a origem da situação actual que não pode ainda satisfazer minimamente ninguém:
50 anos de fascismo! Uma das mais longas ditaduras da história! Um povo que está marcado a ferro (sem ele nem sempre se dar bem conta disso provavelmente...) por anos sem fim de obscurantismo, paternalismo, falta de instrução, opressão, intimidação!
Não é o trabalho que falta por conseguinte para ajudar os mais novos que nós a ter esperança de viver num mundo mais justo e sereno! É também a clarividência daquilo que somos, daquilo que queremos ser e daquilo que falta então ainda por fazer!

Cumprimentos meus a todos aqueles, para si também Zé obviamente, que como eu acreditam firmemente nesse mundo mais justo e sereno!

almendra outor 6 de junho de 2006

Quando se quer escrever sobre a história de um povo ou de alguém, passados muitos anos, não se encontram documentos e por vezes os que se encontram são fruto de contadores de histórias e não de factos reais. É aquilo a que se chama inverdades históricas. Não quero pois, que fique sem reparo o que escreveu " L Tiu de la Marra ".
Não é verdade que não somos conhecidos ( estou a falar da Cooperativa ).
Este ano fomos convidados para vários acontecimentos importantes em Portugal, Espanha, França e Brasil, em que os nossos vinhos foram os escolhidos. Não foi a direcção, pois ninguém esteve presente, mas foi o nosso melhor representante, que foi o nosso vinho. Que eu saiba ninguém é convidado sem ser conhecido.
O nosso vinho ganhou taças e medalhas quando nos anos 80 eu fiz parte da direcção e se não sabes, fui com um grupo de agricultores receber as taças à feira da agricultura de Santarém. As taças e diplomas podem ser vistos na Cooperativa.
No presente também já ganhamos concursos a particulares e vamos receber em breve outros prémios, além do reconhecimento que já é grande por muita gente não só de Portugal como do estrangeiro.
Se em alguma altura não foi assim, tinhas a obrigação de ir às Assembleias e dize-lo, se não podias ir, escrevias. Mas talvez nem essa possibilidade te davam, mas hoje podes fazê-lo, porque para isso alguém contribuiu.
Por isso aproveita bem esta oportunidade. Porque ainda és um dos que eu penso serem úteis, se assim não fosse, não te dava este esclarecimento.
Quanto a os particulares servirem de exemplo, desculpa mas não concordo, é que essa não é a solução, pode quando muito, ser para eles, mas temporáriamente. Porque se quem trabalha abandonar eles não vão poder sobreviver também. Isso já foi assim antes de haver Cooperativa, sabias?
É uma moda, como a dos vinhos de uma casta, de castas e técnicas sofisticadas, mas já começa a passar.
Vinho é vinho e esse faz-se de uvas, de boas castas é certo, mas o clima, a terra, a região e a idade das videiras também conta.
Falas no vinho no Continente, mas primeiro devias informar-te como isso é.Pergunta a quem lá o tem o que ganha com isso.

francisco 6 de junho de 2006

M´alegro pelo reconhecimento recebido pelo vinho Ribeira do Corso em frança, afinal aquilo que me andava pela cabeça sempre teria alguma razão, o nosso vinho têm qualidade que até seram únicas. Agora digo, já que esse vinho envelhecido pode ser do melhor que há, já vistes algum vinho de topo em balões de cimento e em cubas de inox? Eu sei que não há dinheiro, alguns sócios estão contra ela, e o investimento é necessário para produzir vinhos com qualidade. Mas não haverá aí alguma forma de financiamento, através de uma garantia de uma marca com grandes potencialidades no mercado, não é possível obter financiamentos ao nível de programas europeus, se há para privados como não há para uma cooperativa que é de interesse público.
Olhe que Fernando "Tiu da Marra", não falou por mal, tal como eu falou aquilo que sente, e ás vezes sem conhecimento de todas as variáveis, mas é bom moço.... Se que por vezes para quem luta, por vezes sozinho é dificíl ouvir, mas paciência, como diz alguém por Sendim "ay que Erguer", por mim estou pronto para o ataque, antes quebrar que torcer.

Tiu de la Marra 6 de junho de 2006

Antes de mais nada agradeço os esclarecimentos acerca dos prémios que eu desconhecia.. Nos anos 80 (tinha eu, entre os 6 e os 16 anos) por isso o meu contributo era nulo.. Há um ditado em Sendim “quem com garotos se deita, cagado se levanta” , se eu fosse as assembleias, O povo dizia “É um garoto, não sabe o que diz!”. Ou seja, poderia dar óptimas ideias para o desenvolvimento da cooperativa, mas ninguém me ouviria. Como não sou sócio, nada posso opinar acerca do que acontece, apenas dou ideias do que poderia ser feito. Infelizmente, estou longe e não posso contribuir tudo o que desejava para o desenvolvimento da nossa Terra. O que eu quero dizer com o reconhecimento é o seguinte: Num restaurante, estou com um grupo de amigo e lembro-me de pedir uma garrafa de um particular a produzir em Sendim , e talvez até se encontre. Por outro lado se pedir uma garrafa da cooperativa, muito possivelmente não há. Os melhores publicitários, são os próprios sendineses a viver por esse mundo fora..
Continuo a achar que não são só os prémios, é também necessário procurar uma maneira de distribuir a nossa marca o mais possível. Por vezes continuo a ver carregar caminhões de vinho na nossa cooperativa. O vinho vai a marca não. È esse o grande problema, o vinho é bom. Mas qual é a marca Final desse vinho?
Trabalhei em 4 campanhas de uvas. (apenas serve de exemplo daquilo que eu acho que não deveria ser feito – sei que neste momento já não acontece). Durante a campanha a descargar as arcas, decidia provar as uvas de Sendim (qualquer casta.. qualquer uva) eram boas comia-se e chorava-se por mais. A seguir vinha um trator dos lados de Miranda (a uva parecia boa, mas até amargava). Pergunto eu – onde era descargada?? Exactamente no mesmo sitio que anterior .. (resultado = uva boa+ uva má= vinho de má qualidade…) é aí que queremos chegar??
Neste momento temos qualidade.. Temos de apostar na distribuição e no reconhecimento, toda a gente conhece os vinhos alentejanos (para mim o da cooperativa é melhor) , porque que acontece isso?? Porque alguém decidiu gastar dinheiro na publicidade.. e transformar, um produto que até não pode ser muito bom, mas que toda a gente acha que sim! É o poder da publicidade! Porque não fazer o mesmo com o vinho da cooperativa??

fernando

almendra outor 6 de junho de 2006

Tens toda a razão e é nisso que neste momento estamos a apostar. Começamos a ter já uma venda razoável nos "Irtermarchés" passe a publicidade e na zona Norte há já bons distribuidores.
Para outras zonas ainda hoje se aumentaram os contratos. Mas têm que ser também os sócios a dizer bem lá fora, e não a levarem o vinho deles sem qualquer controle e dizerem que é melhor por ser caseiro, o que não é verdade.
Podes crer que fiquei contente com as tuas intervenções e se respondo assim é a minha maneira de ser. Mas eu sei bem quem são as pessoas.
Creio que leste bem o que escrevi.
Este não será o melhor local para estas discuções, mas o forum ainda não está activo, mas em breve estará.
Sabias que há quem nos tenha raiva por escrever aqui?
Dizem que isto não serve para nada, que é uma feira de vaidades, sei lá que mais,mas o que eles queriam era tudo calado, era o obscurantismo.
Era a deturpação dos factos nas conversas de soalheiro.
Um dia temos que conversar juntos como dizia Aninhas Passareira, em volta de uma mesa ou sentados num local aprazível das nossas arribas e saborear Sendim. Porque nós sabemos que sabe bem.

metalian 7 de junho de 2006

So para dar uma achega a miu praça Tiu De La Marra: Por sermos novos não quer dizer que não possamos intervir. Os velhos é que dizem isso porque têm medo de ser encostados. Quando formos velhos já não termos força para mudar o que queremos mudar hoje.

almendra outor 8 de junho de 2006

Sclarecimiento al sclarecimiento de Carlos Ferreira.
Quando scolhie este tema nun fui sin saber ou sim tener ua finalidade.
La stacion biológica en Sendin ten algua rezon i l que se passou en Cozcurrita, nada altera la nuossa eideia. Mas l melhor ye lerdes l que ben nel jornal " A Voz do Nordeste ", esto sin fazer publicidade, mas se fur bien lida la notícia i todas las intervenciones entendereis melhor. You publicaba esso eiqui mas ye muito grande.
Esso de ser feito solo cun capital pribado e sin nada de gobernos ou UE, nun ye bien berdade.
Mas pergunto solo a Carlos i yá acabo, la albufeira de Miranda nun ye pertuesa?
Pus l que fizo l´ambestimiento falou bien i tu oubiste, "L nabio-escuola ecológico ye l recurso mais amportante de Zamora".
Tamien falou Júlio Meirinhos, l coodenedor cientifico.
You nun stou contra esse ambestimiento, mas todos tenen que tener las mesmas ouportunidades.
Dezis tu, que era pena Sendin nun tener ua cousa dessas i que nun balie la pena pensar nesso, mas hai que pensar, nesso i noutras cousas, se nó, ye cumo diz i bien Francisco, nun sei se seran acá.
Alhá ten pista de abion de naspas (helicóptero) mas quieres melhor sitio para esso que en pie de la stacion?
Quando ua vez fazíren ua ouperacion militar nel nordeste,fui alhie que lançoran ls paraquedistas.
I ye todo por hoije.

almendra outor 8 de junho de 2006

Nel que screbie antes onde stá coodenedor querie dezir coordenador. I onde stá fazíren ye fazíran.
Mas quanda se scribe diretamente dán-se erros.
Mas ls que nun tenen la oubriacion de saber, screbie cumo sabeis, que l que amporta ye la buossa oupenion.
Quien faz l que puode a mais nun ye oubriado.

Ação concluída.
Antrar

Para screbires ne l sítio, diç-mos quien sós. Ye ua beç — depuis quedas antrado.

ó